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Bayer inaugura nova estufa para a pesquisa de inseticidas

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Notícias do Sistema

12/01/2018
Foto: Divulgação

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A Bayer está em busca da consolidação como líder no mercado mundial para o controle de pragas na agricultura. Para atingir tal objetivo, a empresa investiu aproximadamente €45 milhões na construção de uma estufa de 11 mil m² em Monheim, na Alemanha, incluindo laboratório e escritórios. Este investimento é voltado à pesquisa de inseticidas.
 
"O novo prédio nos ajudou a superar um dos desafios fundamentais de nossos tempos: a proteção do fornecimento mundial de alimentos", disse o Dr. Dirk Backhaus, chefe da área de distribuição de produtos e membro do Comitê Executivo da divisão Crop Science da Bayer. "A Alemanha foi escolhida para a instalação por possuir uma agricultura diversificada, uma base sólida de conhecimento e está situada em um local atrativo na Europa", observou Backhaus.
 
A construção da nova estufa é o maior projeto único da Bayer em Monhein, em um programa de investimentos que soma €170 milhões nos últimos seis anos. Além dos novos investimentos, alguns dos elementos-chave da estratégia de crescimento da Crop Science incluem a modernização e a expansão da infraestrutura de pesquisa já existente.
 
Backhaus enfatiza a necessidade do apoio da sociedade à pesquisa industrial. "Vivemos em tempos nos quais o populismo e a polarização política estão colocando em risco a aceitação da ciência moderna", disse Backhaus, citando as recentes campanhas de alto teor emocional como as realizadas em algumas partes da Alemanha contra classes importantes de substâncias inseticidas como os neonicotinoides; o debate acerca da autorização do glifosato e a resposta da mídia aos relatórios sobre o declínio da população de insetos. "Os insetos têm grande importância para a Bayer devido ao seu papel como polinizadores de muitas culturas. Nossa tarefa é nos envolver em um diálogo público e transparente sobre as soluções inovadoras que nós, colaboradores da Bayer, estamos desenvolvendo para melhorar a qualidade da vida humana e fazer a ponte entre os produtores e consumidores."
 
A pesquisa de primeira linha melhorará a capacidade da Bayer de desenvolver inseticidas seletivos.
 
Agricultores ao redor do mundo estão enfrentando cada vez mais novas infestações de pragas e resistindo ao uso dos inseticidas disponíveis atualmente. Além disso, leis mais restritas resultam em maiores barreiras de entrada para novas soluções no setor de inseticidas. A pesquisa de ponta com excelente capacidade tecnológica é um fator preponderante para o desenvolvimento efetivo de inovações para proteção de cultivos, especialmente os inseticidas. "A nova estufa irá melhorar a nossa capacidade de desenvolver novos inseticidas seletivos", observou Dr. Markus Dollinger, chefe da área de Pesquisa de Inseticidas na Bayer. "Estamos confiantes de que os produtos inovadores baseados em ingredientes ativos que serão desenvolvidos aqui atenderão às necessidades urgentes de nossos clientes e ao mesmo tempo auxiliarão a agricultura sustentável". Além da estufa, um laboratório de 1.200 m² e escritórios de 870 m² também serão utilizados para a pesquisa de inseticidas.
 
A estufa fornecerá aos 60 pesquisadores as melhores condições para cultivar e testar 30 espécies de culturas diferentes e, aproximadamente, 40 em casos de pragas exóticas e organismos benéficos. Os mais altos padrões de higiene e biossegurança possibilitarão que o trabalho possa ser executado nesses organismos, bem como em plantas transgênicas e em novas espécies de plantas. A estufa é formada por 133 compartimentos, nos quais uma ampla variedade de condições climáticas pode ser replicada individualmente como temperatura, umidade, duração do dia, curvas de temperatura e filtragem do ar. Isso permite que os experimentos sejam conduzidos em condições semelhantes às encontradas na natureza. Também será possível conduzir estudos paralelos em culturas nativas e exóticas utilizando ingredientes ativos atualmente em desenvolvimento e tecnologias alternativas como a proteção de culturas biológica, criação de plantas e as estratégias combinadas de compatibilidade benéfica.

Fonte: Agrolink

Bayer inaugura nova estufa para a pesquisa de inseticidas

12/01/2018

A Bayer está em busca da consolidação como líder no mercado mundial para o controle de pragas na agricultura. Para atingir tal objetivo, a empresa investiu aproximadamente €45 milhões na construção de uma estufa de 11 mil m² em Monheim, na Alemanha, incluindo laboratório e escritórios. Este investimento é voltado à pesquisa de inseticidas.
 
"O novo prédio nos ajudou a superar um dos desafios fundamentais de nossos tempos: a proteção do fornecimento mundial de alimentos", disse o Dr. Dirk Backhaus, chefe da área de distribuição de produtos e membro do Comitê Executivo da divisão Crop Science da Bayer. "A Alemanha foi escolhida para a instalação por possuir uma agricultura diversificada, uma base sólida de conhecimento e está situada em um local atrativo na Europa", observou Backhaus.
 
A construção da nova estufa é o maior projeto único da Bayer em Monhein, em um programa de investimentos que soma €170 milhões nos últimos seis anos. Além dos novos investimentos, alguns dos elementos-chave da estratégia de crescimento da Crop Science incluem a modernização e a expansão da infraestrutura de pesquisa já existente.
 
Backhaus enfatiza a necessidade do apoio da sociedade à pesquisa industrial. "Vivemos em tempos nos quais o populismo e a polarização política estão colocando em risco a aceitação da ciência moderna", disse Backhaus, citando as recentes campanhas de alto teor emocional como as realizadas em algumas partes da Alemanha contra classes importantes de substâncias inseticidas como os neonicotinoides; o debate acerca da autorização do glifosato e a resposta da mídia aos relatórios sobre o declínio da população de insetos. "Os insetos têm grande importância para a Bayer devido ao seu papel como polinizadores de muitas culturas. Nossa tarefa é nos envolver em um diálogo público e transparente sobre as soluções inovadoras que nós, colaboradores da Bayer, estamos desenvolvendo para melhorar a qualidade da vida humana e fazer a ponte entre os produtores e consumidores."
 
A pesquisa de primeira linha melhorará a capacidade da Bayer de desenvolver inseticidas seletivos.
 
Agricultores ao redor do mundo estão enfrentando cada vez mais novas infestações de pragas e resistindo ao uso dos inseticidas disponíveis atualmente. Além disso, leis mais restritas resultam em maiores barreiras de entrada para novas soluções no setor de inseticidas. A pesquisa de ponta com excelente capacidade tecnológica é um fator preponderante para o desenvolvimento efetivo de inovações para proteção de cultivos, especialmente os inseticidas. "A nova estufa irá melhorar a nossa capacidade de desenvolver novos inseticidas seletivos", observou Dr. Markus Dollinger, chefe da área de Pesquisa de Inseticidas na Bayer. "Estamos confiantes de que os produtos inovadores baseados em ingredientes ativos que serão desenvolvidos aqui atenderão às necessidades urgentes de nossos clientes e ao mesmo tempo auxiliarão a agricultura sustentável". Além da estufa, um laboratório de 1.200 m² e escritórios de 870 m² também serão utilizados para a pesquisa de inseticidas.
 
A estufa fornecerá aos 60 pesquisadores as melhores condições para cultivar e testar 30 espécies de culturas diferentes e, aproximadamente, 40 em casos de pragas exóticas e organismos benéficos. Os mais altos padrões de higiene e biossegurança possibilitarão que o trabalho possa ser executado nesses organismos, bem como em plantas transgênicas e em novas espécies de plantas. A estufa é formada por 133 compartimentos, nos quais uma ampla variedade de condições climáticas pode ser replicada individualmente como temperatura, umidade, duração do dia, curvas de temperatura e filtragem do ar. Isso permite que os experimentos sejam conduzidos em condições semelhantes às encontradas na natureza. Também será possível conduzir estudos paralelos em culturas nativas e exóticas utilizando ingredientes ativos atualmente em desenvolvimento e tecnologias alternativas como a proteção de culturas biológica, criação de plantas e as estratégias combinadas de compatibilidade benéfica.

Foto: Divulgação