http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx
http://www.ideaonline.com.br/evento-sobre/16-produtividade-e-reducao-de-custos-da-agroindustria-canavieira

Café: Cotações do arábica estendem perdas nesta manhã de 6ª feira na Bolsa de Nova York de olho no Brasil

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Agronegócio

13/10/2017

Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com leve baixa nesta manhã de sexta-feira (13) e estendem as perdas dos últimos dias. O mercado acompanha as chuvas que caíram e que devem ser registradas nos próximos dias no cinturão produtivo e que, na visão dos investidores pode melhorar as condições das lavouras da safra 2018/19.
Por volta das 09h15 (horário de Brasília), o contrato dezembro/17 estava cotado a 125,80 cents/lb com queda de 55 pontos, o março/18 também caía 55 pontos, a 129,55 cents/lb. O contrato maio/18 operava com recuo de 55 pontos e estava sendo negociado a 131,95 cents/lb e o julho/18 tinha desvalorização de 40 pontos, cotado a 134,45 cents/lb.
O mercado recuou ontem também pelo segundo dia consecutivo diante das chuvas registradas no cinturão produtivo do Brasil, maior produtor e exportador do grão. "As chuvas mais expressivas observadas no Brasil depois de um período seco pressionaram os preços", disse Robert Bresnahan, presidente da Trilateral, à Reuters internacional.
No Brasil, por volta das 09h15, o tipo 6 duro era negociado a R$ 440,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP) – estável, em Guaxupé (MG) os preços também seguiam estáveis a R$ 435,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam sendo cotados a R$ 436,00 a saca. O mercado interno brasileiro continua registrando poucos negócios. O cenário piorou com as quedas externas recentes.
Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com leve baixa nesta manhã de sexta-feira (13) e estendem as perdas dos últimos dias. O mercado acompanha as chuvas que caíram e que devem ser registradas nos próximos dias no cinturão produtivo e que, na visão dos investidores pode melhorar as condições das lavouras da safra 2018/19.
Por volta das 09h15 (horário de Brasília), o contrato dezembro/17 estava cotado a 125,80 cents/lb com queda de 55 pontos, o março/18 também caía 55 pontos, a 129,55 cents/lb. O contrato maio/18 operava com recuo de 55 pontos e estava sendo negociado a 131,95 cents/lb e o julho/18 tinha desvalorização de 40 pontos, cotado a 134,45 cents/lb.
O mercado recuou ontem também pelo segundo dia consecutivo diante das chuvas registradas no cinturão produtivo do Brasil, maior produtor e exportador do grão. "As chuvas mais expressivas observadas no Brasil depois de um período seco pressionaram os preços", disse Robert Bresnahan, presidente da Trilateral, à Reuters internacional.
No Brasil, por volta das 09h15, o tipo 6 duro era negociado a R$ 440,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP) – estável, em Guaxupé (MG) os preços também seguiam estáveis a R$ 435,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam sendo cotados a R$ 436,00 a saca. O mercado interno brasileiro continua registrando poucos negócios. O cenário piorou com as quedas externas recentes.

Fonte: Notícias Agrícolas

Café: Cotações do arábica estendem perdas nesta manhã de 6ª feira na Bolsa de Nova York de olho no Brasil

13/10/2017

Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com leve baixa nesta manhã de sexta-feira (13) e estendem as perdas dos últimos dias. O mercado acompanha as chuvas que caíram e que devem ser registradas nos próximos dias no cinturão produtivo e que, na visão dos investidores pode melhorar as condições das lavouras da safra 2018/19.
Por volta das 09h15 (horário de Brasília), o contrato dezembro/17 estava cotado a 125,80 cents/lb com queda de 55 pontos, o março/18 também caía 55 pontos, a 129,55 cents/lb. O contrato maio/18 operava com recuo de 55 pontos e estava sendo negociado a 131,95 cents/lb e o julho/18 tinha desvalorização de 40 pontos, cotado a 134,45 cents/lb.
O mercado recuou ontem também pelo segundo dia consecutivo diante das chuvas registradas no cinturão produtivo do Brasil, maior produtor e exportador do grão. "As chuvas mais expressivas observadas no Brasil depois de um período seco pressionaram os preços", disse Robert Bresnahan, presidente da Trilateral, à Reuters internacional.
No Brasil, por volta das 09h15, o tipo 6 duro era negociado a R$ 440,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP) – estável, em Guaxupé (MG) os preços também seguiam estáveis a R$ 435,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam sendo cotados a R$ 436,00 a saca. O mercado interno brasileiro continua registrando poucos negócios. O cenário piorou com as quedas externas recentes.
Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com leve baixa nesta manhã de sexta-feira (13) e estendem as perdas dos últimos dias. O mercado acompanha as chuvas que caíram e que devem ser registradas nos próximos dias no cinturão produtivo e que, na visão dos investidores pode melhorar as condições das lavouras da safra 2018/19.
Por volta das 09h15 (horário de Brasília), o contrato dezembro/17 estava cotado a 125,80 cents/lb com queda de 55 pontos, o março/18 também caía 55 pontos, a 129,55 cents/lb. O contrato maio/18 operava com recuo de 55 pontos e estava sendo negociado a 131,95 cents/lb e o julho/18 tinha desvalorização de 40 pontos, cotado a 134,45 cents/lb.
O mercado recuou ontem também pelo segundo dia consecutivo diante das chuvas registradas no cinturão produtivo do Brasil, maior produtor e exportador do grão. "As chuvas mais expressivas observadas no Brasil depois de um período seco pressionaram os preços", disse Robert Bresnahan, presidente da Trilateral, à Reuters internacional.
No Brasil, por volta das 09h15, o tipo 6 duro era negociado a R$ 440,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP) – estável, em Guaxupé (MG) os preços também seguiam estáveis a R$ 435,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam sendo cotados a R$ 436,00 a saca. O mercado interno brasileiro continua registrando poucos negócios. O cenário piorou com as quedas externas recentes.