http://site.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://www.ideaonline.com.br/evento-sobre/16-produtividade-e-reducao-de-custos-da-agroindustria-canavieira
http://https://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

Soja: Mercado dá continuidade ao movimento positivo nesta 6ª e segue acima dos US$ 10/bu na CBOT

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Agronegócio

13/10/2017

Na manhã desta sexta-feira (13), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade ao movimento positivo. As principais posições da oleaginosa exibiam altas entre 2,50 e 3,00 pontos, perto das 7h42 (horário de Brasília) e se mantinham acima do patamar de US$ 10,00 por bushel. O novembro/17 era cotado a US$ 9,95 por bushel.
De acordo com informações das agências internacionais, o mercado ainda é influenciado pelas novas projeções de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), reportadas nesta quinta-feira. Os números fizeram os preços registrarem valorizações de mais de 26 pontos.
Ainda ontem, o órgão reduziu ligeiramente a projeção para a safra americana de soja para 120,58 milhões de toneladas. Apesar de não ter sido uma mudança muito significativa em relação ao número de setembro, de 120,59 milhões de toneladas, o dado surpreendeu o mercado e ficou abaixo das estimativas dos investidores, de 121,03 milhões de toneladas.
A produtividade das plantações norte-americanas também caiu de 56,57 sacas para 56,12 sacas por hectare nesta temporada. "Esse cenário gera uma discussão sobre novos cortes no relatório de novembro", disse Richard Feltes no RJ O'Brien, ao Agrimoney.com.
No caso dos estoques dos EUA, o número recuou de 12,93 milhões para 11,72 milhões de toneladas. "O encolhimento dos estoques de soja no país, por meio de um menor rendimento ou medo de uma maior demanda na temporada 2017/18, aumentará a importância do clima na América do Sul", destacou o Agrimoney.com.
Na manhã desta sexta-feira (13), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade ao movimento positivo. As principais posições da oleaginosa exibiam altas entre 2,50 e 3,00 pontos, perto das 7h42 (horário de Brasília) e se mantinham acima do patamar de US$ 10,00 por bushel. O novembro/17 era cotado a US$ 9,95 por bushel.
De acordo com informações das agências internacionais, o mercado ainda é influenciado pelas novas projeções de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), reportadas nesta quinta-feira. Os números fizeram os preços registrarem valorizações de mais de 26 pontos.
Ainda ontem, o órgão reduziu ligeiramente a projeção para a safra americana de soja para 120,58 milhões de toneladas. Apesar de não ter sido uma mudança muito significativa em relação ao número de setembro, de 120,59 milhões de toneladas, o dado surpreendeu o mercado e ficou abaixo das estimativas dos investidores, de 121,03 milhões de toneladas.
A produtividade das plantações norte-americanas também caiu de 56,57 sacas para 56,12 sacas por hectare nesta temporada. "Esse cenário gera uma discussão sobre novos cortes no relatório de novembro", disse Richard Feltes no RJ O'Brien, ao Agrimoney.com.
No caso dos estoques dos EUA, o número recuou de 12,93 milhões para 11,72 milhões de toneladas. "O encolhimento dos estoques de soja no país, por meio de um menor rendimento ou medo de uma maior demanda na temporada 2017/18, aumentará a importância do clima na América do Sul", destacou o Agrimoney.com.

Soja: Mercado dá continuidade ao movimento positivo nesta 6ª e segue acima dos US$ 10/bu na CBOT

13/10/2017

Na manhã desta sexta-feira (13), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade ao movimento positivo. As principais posições da oleaginosa exibiam altas entre 2,50 e 3,00 pontos, perto das 7h42 (horário de Brasília) e se mantinham acima do patamar de US$ 10,00 por bushel. O novembro/17 era cotado a US$ 9,95 por bushel.
De acordo com informações das agências internacionais, o mercado ainda é influenciado pelas novas projeções de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), reportadas nesta quinta-feira. Os números fizeram os preços registrarem valorizações de mais de 26 pontos.
Ainda ontem, o órgão reduziu ligeiramente a projeção para a safra americana de soja para 120,58 milhões de toneladas. Apesar de não ter sido uma mudança muito significativa em relação ao número de setembro, de 120,59 milhões de toneladas, o dado surpreendeu o mercado e ficou abaixo das estimativas dos investidores, de 121,03 milhões de toneladas.
A produtividade das plantações norte-americanas também caiu de 56,57 sacas para 56,12 sacas por hectare nesta temporada. "Esse cenário gera uma discussão sobre novos cortes no relatório de novembro", disse Richard Feltes no RJ O'Brien, ao Agrimoney.com.
No caso dos estoques dos EUA, o número recuou de 12,93 milhões para 11,72 milhões de toneladas. "O encolhimento dos estoques de soja no país, por meio de um menor rendimento ou medo de uma maior demanda na temporada 2017/18, aumentará a importância do clima na América do Sul", destacou o Agrimoney.com.
Na manhã desta sexta-feira (13), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade ao movimento positivo. As principais posições da oleaginosa exibiam altas entre 2,50 e 3,00 pontos, perto das 7h42 (horário de Brasília) e se mantinham acima do patamar de US$ 10,00 por bushel. O novembro/17 era cotado a US$ 9,95 por bushel.
De acordo com informações das agências internacionais, o mercado ainda é influenciado pelas novas projeções de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), reportadas nesta quinta-feira. Os números fizeram os preços registrarem valorizações de mais de 26 pontos.
Ainda ontem, o órgão reduziu ligeiramente a projeção para a safra americana de soja para 120,58 milhões de toneladas. Apesar de não ter sido uma mudança muito significativa em relação ao número de setembro, de 120,59 milhões de toneladas, o dado surpreendeu o mercado e ficou abaixo das estimativas dos investidores, de 121,03 milhões de toneladas.
A produtividade das plantações norte-americanas também caiu de 56,57 sacas para 56,12 sacas por hectare nesta temporada. "Esse cenário gera uma discussão sobre novos cortes no relatório de novembro", disse Richard Feltes no RJ O'Brien, ao Agrimoney.com.
No caso dos estoques dos EUA, o número recuou de 12,93 milhões para 11,72 milhões de toneladas. "O encolhimento dos estoques de soja no país, por meio de um menor rendimento ou medo de uma maior demanda na temporada 2017/18, aumentará a importância do clima na América do Sul", destacou o Agrimoney.com.