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Antônio Aureliano aponta crise sem precedentes no setor sucroalcooleiro

19/09/2014 Cana-de-Açúcar POR: Agência Senado
"A crise no setor sucroalcooleiro é sem precedentes". Foi o que afirmou o senador Antônio Aureliano (PSDB-MG), atribuindo isso à falta de uma política energética no país e à manipulação, pelo governo, dos preços dos combustíveis com o objetivo de maquiar a inflação.
O senador disse que de 2008 até hoje 60 usinas foram fechadas no país, e 66 têm problemas graves de recuperação judicial.
E Minas Gerais, o segundo maior produtor nacional de cana de açúcar e terceiro maior produtor de etanol, está sentindo bem esta realidade, acrescentou Antônio Aureliano, ao informar que nos últimos quatro anos foram fechadas oito usinas no estado, com 8 mil demissões.
- Mas a principal causa da crise por que passa o setor é a ausência de uma política energética clara para o Brasil. Num ambiente de inflação alta, baixo crescimento e insegurança quanto ao planejamento, o governo passa a ser um agente desagregador do processo produtivo. Mantendo o preço da gasolina de maneira irresponsável, o governo impõe à Petrobras prejuízos colossais, inviabilizando toda a matriz energética do país.
"A crise no setor sucroalcooleiro é sem precedentes". Foi o que afirmou o senador Antônio Aureliano (PSDB-MG), atribuindo isso à falta de uma política energética no país e à manipulação, pelo governo, dos preços dos combustíveis com o objetivo de maquiar a inflação.
O senador disse que de 2008 até hoje 60 usinas foram fechadas no país, e 66 têm problemas graves de recuperação judicial.
E Minas Gerais, o segundo maior produtor nacional de cana de açúcar e terceiro maior produtor de etanol, está sentindo bem esta realidade, acrescentou Antônio Aureliano, ao informar que nos últimos quatro anos foram fechadas oito usinas no estado, com 8 mil demissões.
- Mas a principal causa da crise por que passa o setor é a ausência de uma política energética clara para o Brasil. Num ambiente de inflação alta, baixo crescimento e insegurança quanto ao planejamento, o governo passa a ser um agente desagregador do processo produtivo. Mantendo o preço da gasolina de maneira irresponsável, o governo impõe à Petrobras prejuízos colossais, inviabilizando toda a matriz energética do país.