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Apoio às pesquisas em busca de maior produtividade

10/06/2014 Cana-de-Açúcar POR: Agrolink com informações de assessoria
Foi se o tempo em que para produzir o homem do campo dependia apenas de terra fértil, chuva e de muito trabalho para ver as plantações crescerem. Hoje as tecnologias aplicadas ao campo não param de evoluir, impacto da crescente demanda mundial por alimentos e por outros recursos que brotam da terra, como a cana-de-açúcar, que mais que alimento, gera energia e move a economia do estado de São Paulo e de boa parte do país.
Lição de casa
Apoiar o desenvolvimento tecnológico das lavouras para garantir a perpetuidade, significa disponibilizar áreas e recursos para que as pesquisas sejam realizadas, e novas variedades de cana possam ser incorporadas aos canaviais.
Na Alcoeste diversos ensaios estão sendo realizados, através de convênios com institutos de pesquisas como: o IAC, CTC e Ridesa, com viveiros de clones/variedades conceituadas, buscando uma nova geração de plantas, mais resistentes à seca, pragas, doenças e com um maior rendimento na colheita mecanizada.
Segundo o supervisor agrícola Carlos Alexandre Posseira (Breik), responsável pela área de desenvolvimento e pesquisa agrícola, estes estudos são importantes para garantir a produção dos canaviais. “Os ensaios de variedades envolvem o melhoramento genético das plantas, garantindo canaviais com maior sanidade, além disso, estamos em busca de maturação (ATR) e produtividade (TCH)”. 
O desafio do clima
Um maior número de variedades de cana proporciona um melhor aproveitamento dos períodos de produção, por isso, é tão importante investir em viveiros a fim de aumentar cada vez mais a oferta de mudas sadias e que atendam as necessidades de cada região. 
“O longo período sem chuvas deste ano surpreendeu a todos, e cada vez mais o clima pode sofrer estas variações inesperadas, por isso é tão importante estarmos preparados para enfrentar estes desafios, tendo a pesquisa genética e a tecnologia a nosso favor”, comenta Nevaildo Cavalcanti, gerente agrícola da Alcoeste.
Para a obtenção de resultados satisfatórios, é preciso o planejamento correto do manejo dos períodos de maturação de variedades precoces, médias e tardias. Para Nevaildo, farão parte do portfólio de variedades das empresas, as plantas que além de elevado índice de ATR, comprovem o rendimento na colheita mecanizada, superando as expectativas de brotação e resistentes à compactação do solo pelas máquinas.
Foi se o tempo em que para produzir o homem do campo dependia apenas de terra fértil, chuva e de muito trabalho para ver as plantações crescerem. Hoje as tecnologias aplicadas ao campo não param de evoluir, impacto da crescente demanda mundial por alimentos e por outros recursos que brotam da terra, como a cana-de-açúcar, que mais que alimento, gera energia e move a economia do estado de São Paulo e de boa parte do país.
Lição de casa
Apoiar o desenvolvimento tecnológico das lavouras para garantir a perpetuidade, significa disponibilizar áreas e recursos para que as pesquisas sejam realizadas, e novas variedades de cana possam ser incorporadas aos canaviais.
Na Alcoeste diversos ensaios estão sendo realizados, através de convênios com institutos de pesquisas como: o IAC, CTC e Ridesa, com viveiros de clones/variedades conceituadas, buscando uma nova geração de plantas, mais resistentes à seca, pragas, doenças e com um maior rendimento na colheita mecanizada.
Segundo o supervisor agrícola Carlos Alexandre Posseira (Breik), responsável pela área de desenvolvimento e pesquisa agrícola, estes estudos são importantes para garantir a produção dos canaviais. “Os ensaios de variedades envolvem o melhoramento genético das plantas, garantindo canaviais com maior sanidade, além disso, estamos em busca de maturação (ATR) e produtividade (TCH)”. 
O desafio do clima
Um maior número de variedades de cana proporciona um melhor aproveitamento dos períodos de produção, por isso, é tão importante investir em viveiros a fim de aumentar cada vez mais a oferta de mudas sadias e que atendam as necessidades de cada região. 
“O longo período sem chuvas deste ano surpreendeu a todos, e cada vez mais o clima pode sofrer estas variações inesperadas, por isso é tão importante estarmos preparados para enfrentar estes desafios, tendo a pesquisa genética e a tecnologia a nosso favor”, comenta Nevaildo Cavalcanti, gerente agrícola da Alcoeste.
Para a obtenção de resultados satisfatórios, é preciso o planejamento correto do manejo dos períodos de maturação de variedades precoces, médias e tardias. Para Nevaildo, farão parte do portfólio de variedades das empresas, as plantas que além de elevado índice de ATR, comprovem o rendimento na colheita mecanizada, superando as expectativas de brotação e resistentes à compactação do solo pelas máquinas.