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Aporte do BNDES ao CTC confirma protagonismo do setor sucroenergético

09/04/2014 Cana-de-Açúcar POR: UNICA
A decisão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de investir até R$ 300 milhões em novos projetos do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) é uma demonstração clara da importância atribuída pela instituição financeira ao setor sucroenergético, fato que motiva a indústria sucroenergética a continuar enfrentando a crise econômica e a falta de incentivos vivenciadas hoje, segundo a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina.
A executiva parabenizou o CTC pela seriedade e profissionalismo que vem sendo determinantes no planejamento e execução de pesquisas com foco na cana-de-açúcar desenvolvidas ao longo dos anos. "É um trabalho notável que contribui fortemente para o crescimento do setor," disse Farina.
Com essa iniciativa estratégica, os recursos para o desenvolvimento de novos projetos no plano de negócios do CTC aumentará em até R$ 300 milhões, graças ao investimento da BNDESPAR, empresa de participações acionárias do próprio BNDES. O contrato foi assinado no âmbito do PAISS - Plano Conjunto de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico, que visa o aumento da produtividade do setor por meio do desenvolvimento de novas tecnologias industriais, como o etanol de segunda geração.
De acordo com a BNDESPAR, o investimento está atrelado à prioridade estabelecida pelo banco no apoio à pesquisa e desenvolvimento de ponta em setores com alta intensidade tecnológica e conteúdo inovador, como o da biotecnologia.
Para o CTC, este aporte financeiro viabiliza a escala necessária para acelerar projetos que trarão novos e importantes ganhos de produtividade para o setor sucroenergético, principalmente no campo da biotecnologia, tanto agrícola quanto industrial. No entanto, o incentivo está vinculado ao comprometimento dos atuais acionistas do CTC, representantes de 60% da capacidade de moagem do setor, de adquirir as tecnologias em desenvolvimento.
O plano de negócios do CTC prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão em cinco anos.
A decisão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de investir até R$ 300 milhões em novos projetos do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) é uma demonstração clara da importância atribuída pela instituição financeira ao setor sucroenergético, fato que motiva a indústria sucroenergética a continuar enfrentando a crise econômica e a falta de incentivos vivenciadas hoje, segundo a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina.
A executiva parabenizou o CTC pela seriedade e profissionalismo que vem sendo determinantes no planejamento e execução de pesquisas com foco na cana-de-açúcar desenvolvidas ao longo dos anos. "É um trabalho notável que contribui fortemente para o crescimento do setor," disse Farina.
Com essa iniciativa estratégica, os recursos para o desenvolvimento de novos projetos no plano de negócios do CTC aumentará em até R$ 300 milhões, graças ao investimento da BNDESPAR, empresa de participações acionárias do próprio BNDES. O contrato foi assinado no âmbito do PAISS - Plano Conjunto de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico, que visa o aumento da produtividade do setor por meio do desenvolvimento de novas tecnologias industriais, como o etanol de segunda geração.
De acordo com a BNDESPAR, o investimento está atrelado à prioridade estabelecida pelo banco no apoio à pesquisa e desenvolvimento de ponta em setores com alta intensidade tecnológica e conteúdo inovador, como o da biotecnologia.
Para o CTC, este aporte financeiro viabiliza a escala necessária para acelerar projetos que trarão novos e importantes ganhos de produtividade para o setor sucroenergético, principalmente no campo da biotecnologia, tanto agrícola quanto industrial. No entanto, o incentivo está vinculado ao comprometimento dos atuais acionistas do CTC, representantes de 60% da capacidade de moagem do setor, de adquirir as tecnologias em desenvolvimento.
O plano de negócios do CTC prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão em cinco anos.