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Biocana passa por mudanças

22/05/2015 Cana-de-Açúcar POR: Assessoria de Imprensa
A principal entidade representativa dos empresários produtores de açúcar, etanol e energia localizada no Noroeste paulista, a Biocana, passou recentemente por uma reestruturação física e administrativa. Depois de 10 anos, a executiva, Leila Alencar Monteiro de Souza, que presidiu a Associação por 3 mandatos, deixou, em abril, as atividades estratégicas para atuar em outro setor. Atualmente, a profissional está dirigindo a Comunicação Corporativa da Paranapanema S.A., gigante do segmento de cobre, sendo a maior produtora não integrada de cobre refinado, vergalhões, fios trefilados, laminados, barras, tubos, conexões e suas ligas. A empresa é responsável por 100% do volume de cobre produzido no país. A companhia possui quatro plantas industriais, sendo uma produtora de cobre refinado (ou cobre primário) localizada em Dias d'Ávila (BA) e três de produtos de cobre e suas ligas – duas em Santo André (SP) e uma em Serra (ES). A logística de distribuição é realizada pela controlada CDPC – Centro de Distribuição de Produtos de Cobre -, com unidades na Bahia e no Rio de Janeiro.
De acordo com Leila, a mudança ocorreu num momento em quem o setor sucroenergético passa por grandes transformações. “Nos últimos anos, a recessão econômica afetou duramente muitas usinas e o número de empresas associadas encolheu. As indústrias tiveram que arcar com os altos custos de produção; as margens ficaram extremamente apertadas e o etanol não estava se mostrando competitivo em virtude do preço da gasolina, mantido ‘artificialmente’ por muito tempo. Além disso, choveu pouco nas últimas safras, fato que prejudicou a produtividade no campo. Toda esta situação, aliada a ausência de uma política pública de médio e longo prazo para o setor, provocou algumas rupturas no caixa de boa parte das usinas no país. Muitos postos de trabalho foram perdidos; companhias foram fechadas e, de uma maneira geral, outros setores, como a indústria de base, também foram fortemente afetados. Agora, o momento para muitas companhias é de adaptação ao novo cenário e também de recomeço, talvez de uma forma consolidada”, ressalta Leila. 
 “Foi um período de grande aprendizado; tempo em que pude conhecer profundamente a cadeia produtiva e seus pares. Hoje, meu desejo é de que o setor sucroenergético se recupere o quanto antes e retome o caminho do crescimento, pois a agroindústria canavieira é muito importante para o país e sua matriz energética, dado ao seu potencial de produzir uma energia limpa e renovável, além de sua extensa contribuição social e ambiental. Tenho um enorme carinho por este setor onde fiz grandes amigos pessoais e profissionais. A vida é assim: fecha-se um ciclo, inicia-se outro”, conclui.
Com a reestruturação da Biocana, o empresário Gilberto Colombo, assumiu a presidência e a sede da Associação também está em novo endereço: Rua 21 de Abril nº 466, Edifício Minas Center, 7º andar, sala 78, em Catanduva, SP.
A principal entidade representativa dos empresários produtores de açúcar, etanol e energia localizada no Noroeste paulista, a Biocana, passou recentemente por uma reestruturação física e administrativa. Depois de 10 anos, a executiva, Leila Alencar Monteiro de Souza, que presidiu a Associação por 3 mandatos, deixou, em abril, as atividades estratégicas para atuar em outro setor. Atualmente, a profissional está dirigindo a Comunicação Corporativa da Paranapanema S.A., gigante do segmento de cobre, sendo a maior produtora não integrada de cobre refinado, vergalhões, fios trefilados, laminados, barras, tubos, conexões e suas ligas. A empresa é responsável por 100% do volume de cobre produzido no país. A companhia possui quatro plantas industriais, sendo uma produtora de cobre refinado (ou cobre primário) localizada em Dias d'Ávila (BA) e três de produtos de cobre e suas ligas – duas em Santo André (SP) e uma em Serra (ES). A logística de distribuição é realizada pela controlada CDPC – Centro de Distribuição de Produtos de Cobre -, com unidades na Bahia e no Rio de Janeiro.
De acordo com Leila, a mudança ocorreu num momento em quem o setor sucroenergético passa por grandes transformações. “Nos últimos anos, a recessão econômica afetou duramente muitas usinas e o número de empresas associadas encolheu. As indústrias tiveram que arcar com os altos custos de produção; as margens ficaram extremamente apertadas e o etanol não estava se mostrando competitivo em virtude do preço da gasolina, mantido ‘artificialmente’ por muito tempo. Além disso, choveu pouco nas últimas safras, fato que prejudicou a produtividade no campo. Toda esta situação, aliada a ausência de uma política pública de médio e longo prazo para o setor, provocou algumas rupturas no caixa de boa parte das usinas no país. Muitos postos de trabalho foram perdidos; companhias foram fechadas e, de uma maneira geral, outros setores, como a indústria de base, também foram fortemente afetados. Agora, o momento para muitas companhias é de adaptação ao novo cenário e também de recomeço, talvez de uma forma consolidada”, ressalta Leila. 
 “Foi um período de grande aprendizado; tempo em que pude conhecer profundamente a cadeia produtiva e seus pares. Hoje, meu desejo é de que o setor sucroenergético se recupere o quanto antes e retome o caminho do crescimento, pois a agroindústria canavieira é muito importante para o país e sua matriz energética, dado ao seu potencial de produzir uma energia limpa e renovável, além de sua extensa contribuição social e ambiental. Tenho um enorme carinho por este setor onde fiz grandes amigos pessoais e profissionais. A vida é assim: fecha-se um ciclo, inicia-se outro”, conclui.
Com a reestruturação da Biocana, o empresário Gilberto Colombo, assumiu a presidência e a sede da Associação também está em novo endereço: Rua 21 de Abril nº 466, Edifício Minas Center, 7º andar, sala 78, em Catanduva, SP.