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BIOELETRICIDADE : É SOLUÇÃO LIMPA QUE IMPRENSA E CONSUMIDORES ‘DESCONHECEM’

03/04/2014 Cana-de-Açúcar POR: Unica
Apesar de existir como opção energética desde 1987, a bioeletricidade gerada a partir da cana-de-açúcar é desconhecida pela maior parte da sociedade brasileira, afirma a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina. “Não é por outro motivo que essa importante alternativa energética é o tema de um seminário a ser realizado hoje dentro da Câmara dos Deputados em Brasília,” completou.
Segundo Elizabeth, excetuando-se os que atuam diretamente no Setor Sucroenergético e jornalistas que cobrem o setor têm alguma intimidade com o tema. O que prevalece, é a falta de conhecimento, como mostra a cobertura do momento crítico que as regiões mais populosas do Brasil atravessam. “Para exemplificar, os veículos de comunicação citam o uso de usinas termelétricas para suprir a atual situação de emergência, sem (às vezes)explicar que elas são movidas a petróleo e o carvão - combustíveis poluentes, pois. Enquanto que, uma opção limpa, renovável, abundante e viável (técnica-ambiental-economicamente) permanece pouco estimulada pelo governo,” disse a presidente da UNICA, entidade parceira do Projeto AGORA, organizador do evento de hoje.
“Se a bioeletricidade estivesse estimulada nos últimos anos, provavelmente não estaríamos na situação que estamos, enfrentando as incertezas em razão dos níveis muito baixos dos reservatórios,” destaca Elizabeth, lembrando que uma das principais vantagens da bioeletricidade está no fato de ser oferecida durante o período mais seco, quando a energia que vem das hidrelétricas, maioria no País, mais necessita de reforço de geração.
“A nova safra de cana está começando agora no Centro-Sul do Brasil, e poderíamos estar oferecendo volumes muito mais significativos de uma eletricidade limpa e renovável. É justamente para tornar isso mais conhecido e explorar formas de estimular essa rica fonte energética que foi organizado este evento em Brasília. São questões de interesse de todos os brasileiros,” concluiu Elizabeth.
Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, indica que, se todo o potencial disponível nos canaviais brasileiros para produzir bioeletricidade fosse utilizado, seria possível acrescentar à rede de distribuição o equivalente a duas usinas de Itaipu ou até cinco usinas do porte de Belo Monte.
Apesar de existir como opção energética desde 1987, a bioeletricidade gerada a partir da cana-de-açúcar é desconhecida pela maior parte da sociedade brasileira, afirma a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina. “Não é por outro motivo que essa importante alternativa energética é o tema de um seminário a ser realizado hoje dentro da Câmara dos Deputados em Brasília,” completou.
Segundo Elizabeth, excetuando-se os que atuam diretamente no Setor Sucroenergético e jornalistas que cobrem o setor têm alguma intimidade com o tema. O que prevalece, é a falta de conhecimento, como mostra a cobertura do momento crítico que as regiões mais populosas do Brasil atravessam. “Para exemplificar, os veículos de comunicação citam o uso de usinas termelétricas para suprir a atual situação de emergência, sem (às vezes)explicar que elas são movidas a petróleo e o carvão - combustíveis poluentes, pois. Enquanto que, uma opção limpa, renovável, abundante e viável (técnica-ambiental-economicamente) permanece pouco estimulada pelo governo,” disse a presidente da UNICA, entidade parceira do Projeto AGORA, organizador do evento de hoje.
“Se a bioeletricidade estivesse estimulada nos últimos anos, provavelmente não estaríamos na situação que estamos, enfrentando as incertezas em razão dos níveis muito baixos dos reservatórios,” destaca Elizabeth, lembrando que uma das principais vantagens da bioeletricidade está no fato de ser oferecida durante o período mais seco, quando a energia que vem das hidrelétricas, maioria no País, mais necessita de reforço de geração.
“A nova safra de cana está começando agora no Centro-Sul do Brasil, e poderíamos estar oferecendo volumes muito mais significativos de uma eletricidade limpa e renovável. É justamente para tornar isso mais conhecido e explorar formas de estimular essa rica fonte energética que foi organizado este evento em Brasília. São questões de interesse de todos os brasileiros,” concluiu Elizabeth.
Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, indica que, se todo o potencial disponível nos canaviais brasileiros para produzir bioeletricidade fosse utilizado, seria possível acrescentar à rede de distribuição o equivalente a duas usinas de Itaipu ou até cinco usinas do porte de Belo Monte.