Biosev encerra primeiro trimestre da safra 2016/2017 com recorde na produtividade agrícola e moagem supera 9 milhões de toneladas

16/08/2016 Cana-de-Açúcar POR: Assessoria de imprensa Biosev
A Biosev S.A. (BSEV3:BM&FBOVESPA), segunda maior processadora de cana-de-açúcar do mundo, fechou o primeiro trimestre da safra 2016/17 com significativa evolução dos resultados operacionais. A companhia colheu, em média, o recorde de 91,3 toneladas de cana por hectare (TCH), 9,2% superior a igual período do ano anterior, enquanto o açúcar total recuperável (ATR)atingiu 119,5 kg/ton, aumento de 2,1% em relação ao mesmo período do ano passado. A moagem superou 9 milhões de toneladas, um crescimento de 5,4%.
O Polo Agroindustrial de Ribeirão Preto foi o destaque no período, com moagem de 5,3 milhões de toneladas, crescimento de 8,4% na comparação com o trimestre passado. Esse desempenho foi impulsionado pelo aumento de 19,2% da produtividade dos canaviais, que atingiu recorde de 99,7 ton/ha, com destaque para a Usina Vale do Rosário, onde o TCH foi de 106,9 ton/ha.
No trimestre, a Companhia praticou preços superiores tanto para o açúcar quanto para o etanol, bem como maiores volumes de venda. A receita líquida no período foi de R$ 1,7 bilhão, 22,8% superior a do mesmo trimestre do ano-safra anterior. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciações, amortizações e variações no valor justo do ativo biológico) foi de R$ 140 milhões no trimestre.
 A Biosev anunciou a contratação de hedge em um volume de 645 mil toneladas de açúcar, ao preço de 18,35 cUS$/lb, e um volume de US$ 178 milhões, ao preço de R$ 3,692/US$. Esse volume representa 40% da exposição da Biosev para a safra 17/18, sendo que os preços do açúcar superam em 26% os preços da safra atual.
 
Após o fechamento do trimestre a Biosev renovou US$310 milhões de uma linha de empréstimo sindicalizado cujo vencimento foi estendido em dois anos, para junho de 2019.
 “Com o momento positivo para o setor, em especial para preços de açúcar, decidimos ampliar, já na safra 17/18, a nossa capacidade de produção de açúcar em 81 mil toneladas, a partir de investimentos marginais, orçados em R$5,9 milhões”, informa o presidente da Biosev, Rui Chammas. Desse modo vamos aumentar a flexibilidade do mix de produção, alcançando 59% de maximização de açúcar contra os atuais 57%.
A Biosev reafirma o guidance para a safra 2016/17, divulgado no início de junho, projetando moagem entre 30,5 e 33,5 milhões de toneladas de cana de açúcar; ATR Cana entre 129kg/ton e 133 kg/ton e ATR Total entre 3,93 milhões de toneladas a 4,46 milhões de toneladas.
 Sobre a Biosev
A Biosev é a segunda maior processadora de cana-de-açúcar do mundo, com 11 unidades em operação, estrategicamente organizadas em cinco polos agroindustriais: Ribeirão Preto, Mato Grosso do Sul, Nordeste e Leme e Lagoa da Prata. A companhia, controlada pela Louis Dreyfus Company Holdings, iniciou sua atuação na indústria de açúcar-etanol em 2000 com a aquisição de sua primeira unidade no Brasil. Atualmente tem capacidade de processamento de 36,4 milhões de toneladas/ano de cana-de-açúcar e 1.346 GWh/ano de energia elétrica renovável excedente, gerada a partir da utilização do bagaço de cana-de-açúcar e outras biomassas. Para armazenagem e movimentação de açúcar, a empresa possui uma joint venture no TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá Ltda. Em 2013, a empresa ingressou no Novo Mercado da BM&FBovespa, segmento que adota os mais altos padrões de governança corporativa. www.biosev.com
 
A Biosev S.A. (BSEV3:BM&FBOVESPA), segunda maior processadora de cana-de-açúcar do mundo, fechou o primeiro trimestre da safra 2016/17 com significativa evolução dos resultados operacionais. A companhia colheu, em média, o recorde de 91,3 toneladas de cana por hectare (TCH), 9,2% superior a igual período do ano anterior, enquanto o açúcar total recuperável (ATR)atingiu 119,5 kg/ton, aumento de 2,1% em relação ao mesmo período do ano passado. A moagem superou 9 milhões de toneladas, um crescimento de 5,4%.
O Polo Agroindustrial de Ribeirão Preto foi o destaque no período, com moagem de 5,3 milhões de toneladas, crescimento de 8,4% na comparação com o trimestre passado. Esse desempenho foi impulsionado pelo aumento de 19,2% da produtividade dos canaviais, que atingiu recorde de 99,7 ton/ha, com destaque para a Usina Vale do Rosário, onde o TCH foi de 106,9 ton/ha.
No trimestre, a Companhia praticou preços superiores tanto para o açúcar quanto para o etanol, bem como maiores volumes de venda. A receita líquida no período foi de R$ 1,7 bilhão, 22,8% superior a do mesmo trimestre do ano-safra anterior. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciações, amortizações e variações no valor justo do ativo biológico) foi de R$ 140 milhões no trimestre.
 A Biosev anunciou a contratação de hedge em um volume de 645 mil toneladas de açúcar, ao preço de 18,35 cUS$/lb, e um volume de US$ 178 milhões, ao preço de R$ 3,692/US$. Esse volume representa 40% da exposição da Biosev para a safra 17/18, sendo que os preços do açúcar superam em 26% os preços da safra atual.
 
Após o fechamento do trimestre a Biosev renovou US$310 milhões de uma linha de empréstimo sindicalizado cujo vencimento foi estendido em dois anos, para junho de 2019.
 “Com o momento positivo para o setor, em especial para preços de açúcar, decidimos ampliar, já na safra 17/18, a nossa capacidade de produção de açúcar em 81 mil toneladas, a partir de investimentos marginais, orçados em R$5,9 milhões”, informa o presidente da Biosev, Rui Chammas. Desse modo vamos aumentar a flexibilidade do mix de produção, alcançando 59% de maximização de açúcar contra os atuais 57%.
A Biosev reafirma o guidance para a safra 2016/17, divulgado no início de junho, projetando moagem entre 30,5 e 33,5 milhões de toneladas de cana de açúcar; ATR Cana entre 129kg/ton e 133 kg/ton e ATR Total entre 3,93 milhões de toneladas a 4,46 milhões de toneladas.
 Sobre a Biosev
A Biosev é a segunda maior processadora de cana-de-açúcar do mundo, com 11 unidades em operação, estrategicamente organizadas em cinco polos agroindustriais: Ribeirão Preto, Mato Grosso do Sul, Nordeste e Leme e Lagoa da Prata. A companhia, controlada pela Louis Dreyfus Company Holdings, iniciou sua atuação na indústria de açúcar-etanol em 2000 com a aquisição de sua primeira unidade no Brasil. Atualmente tem capacidade de processamento de 36,4 milhões de toneladas/ano de cana-de-açúcar e 1.346 GWh/ano de energia elétrica renovável excedente, gerada a partir da utilização do bagaço de cana-de-açúcar e outras biomassas. Para armazenagem e movimentação de açúcar, a empresa possui uma joint venture no TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá Ltda. Em 2013, a empresa ingressou no Novo Mercado da BM&FBovespa, segmento que adota os mais altos padrões de governança corporativa. www.biosev.com