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Cana: MP amplia banda mas mistura ainda depende de estudos técnicos

05/09/2014 Cana-de-Açúcar POR: Globo Rural
Segundo Unica, mudança traria ganhos ambientais, de saúde pública e até para a balança comercial brasileira
Senado aprovou aumento do porcentual de 25% para 27,5% (Foto: Thinkstock)
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) distribuiu nota na qual afirma que mesmo após a aprovação, pelo Senado, da Medida Provisória 647, que aumenta o porcentual da mistura de etanol anidro na gasolina, de 25% para 27,5%, a implementação da medida ainda depende de estudos técnicos. 
"A Única aguarda os resultados finais dos estudos técnicos solicitados pelo governo federal e que estão sendo realizados pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (Cenpes) da Petrobras sobre o impacto da mudança na mistura nos equipamentos, na potência e na emissão de gases nocivos pelos motores de automóveis à gasolina", disse.
No comunicado, a entidade da indústria reafirma que o impacto no preço da gasolina para o consumidor final, já que o preço do etanol é inferior ao da gasolina, e os ganhos "ambientais, de saúde pública e até para a balança comercial brasileira", estão entre as principais vantagens a favor da medida.
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) distribuiu nota na qual afirma que mesmo após a aprovação, pelo Senado, da Medida Provisória 647, que aumenta o porcentual da mistura de etanol anidro na gasolina, de 25% para 27,5%, a implementação da medida ainda depende de estudos técnicos. 
"A Única aguarda os resultados finais dos estudos técnicos solicitados pelo governo federal e que estão sendo realizados pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (Cenpes) da Petrobras sobre o impacto da mudança na mistura nos equipamentos, na potência e na emissão de gases nocivos pelos motores de automóveis à gasolina", disse.
No comunicado, a entidade da indústria reafirma que o impacto no preço da gasolina para o consumidor final, já que o preço do etanol é inferior ao da gasolina, e os ganhos "ambientais, de saúde pública e até para a balança comercial brasileira", estão entre as principais vantagens a favor da medida.