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Cana na contramão das commodities no MT

11/04/2013 Cana-de-Açúcar POR: Portal do Agronegócio
Ao contrário do registrado nas culturas-chefes do agronegócio estadual, soja, milho e algodão, a produção estadual de cana-de-açúcar é positiva em todos os aspectos: área, produtividade e produção. A produção e o rendimento por hectare estão muito acima do avanço espacial na comparação entre a safra 2011/12 para a 12/13.
A superfície cultivada cresceu 7%, de 220,09 mil hectares (ha) para 235,50 mil. A produtividade deve ter incremento de 15,90% e a produção passa de 13,15 milhões de toneladas (t) para 16,31 milhões t, expansão de 24,10%. Em Mato Grosso, conforme mostrado na edição do último domingo pelo Diário, pelo menos quatro usinas iniciaram a moagem do final de março até a primeira semana deste mês.
Conforme o quarto levantamento da cultura, apresentado ontem pela Conab, Mato Grosso é o sétimo maior produtor nacional. Das 16,31 milhões t moídas, 3,80 milhões t vão ser transformadas em açúcar e 12,51 milhões t em etanol. Na comparação com o ano passado, os volumes destinados e as projeções de produção de cada produto seguem em linha com a safra anterior. Cerca de 491 mil t de açúcar serão ofertadas pelo Estado e mais de 984 milhões litros do combustível.
A indústria sucroalcooleira vai silenciosamente ganhando espaço no agronegócio estadual. A evolução do Valor Bruto da Produção (VBP) de 2005 a estimativa para 2013 revela a evolução. O VBP, que considera o valor da produção gerado da porteira para dentro, é ascendente nos últimos quatro anos. No intervalo de nove safras - de 2005 a 2013 - a receita gerada cana passou de R$ 561,18 milhões para R$ 1,18 bilhão, alta de 112%. No mesmo período o VBP da soja variou em +128% e o do milho, 530%. 
Ao contrário do registrado nas culturas-chefes do agronegócio estadual, soja, milho e algodão, a produção estadual de cana-de-açúcar é positiva em todos os aspectos: área, produtividade e produção. A produção e o rendimento por hectare estão muito acima do avanço espacial na comparação entre a safra 2011/12 para a 12/13.
A superfície cultivada cresceu 7%, de 220,09 mil hectares (ha) para 235,50 mil. A produtividade deve ter incremento de 15,90% e a produção passa de 13,15 milhões de toneladas (t) para 16,31 milhões t, expansão de 24,10%. Em Mato Grosso, conforme mostrado na edição do último domingo pelo Diário, pelo menos quatro usinas iniciaram a moagem do final de março até a primeira semana deste mês.
Conforme o quarto levantamento da cultura, apresentado ontem pela Conab, Mato Grosso é o sétimo maior produtor nacional. Das 16,31 milhões t moídas, 3,80 milhões t vão ser transformadas em açúcar e 12,51 milhões t em etanol. Na comparação com o ano passado, os volumes destinados e as projeções de produção de cada produto seguem em linha com a safra anterior. Cerca de 491 mil t de açúcar serão ofertadas pelo Estado e mais de 984 milhões litros do combustível.
A indústria sucroalcooleira vai silenciosamente ganhando espaço no agronegócio estadual. A evolução do Valor Bruto da Produção (VBP) de 2005 a estimativa para 2013 revela a evolução. O VBP, que considera o valor da produção gerado da porteira para dentro, é ascendente nos últimos quatro anos. No intervalo de nove safras - de 2005 a 2013 - a receita gerada cana passou de R$ 561,18 milhões para R$ 1,18 bilhão, alta de 112%. No mesmo período o VBP da soja variou em +128% e o do milho, 530%.