atendimento@revistacanavieiros.com.br (16) 3946-3300

Canavieiros planejam protesto durante visita de Dilma ao Recife

24/01/2013 Cana-de-Açúcar POR: Assessoria de Imprensa da Unida
Os produtores de cana nordestinos, que amargam perdas de até 35% nos canaviais em função da seca, decidiram que vão realizar protesto de repúdio à presidente Dilma, durante sua visita ao Recife, no dia 18 de fevereiro. O motivo da ação é a ausência de políticas públicas do governo federal para combater os efeitos da seca no campo. A decisão partiu dos dirigentes de todas as associações estaduais do segmento regional que estiveram reunidos nesta quarta-feira (23), na Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP). 
Os fornecedores planejam trazer milhares de agricultores dos estados de Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e de Pernambuco para a manifestação. O setor reúne 21 mil produtores e emprega cerca de 90 mil trabalhadores rurais. Para o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Alexandre Andrade Lima, a medida é extrema porque a situação é extrema. "Perdemos 50% do faturamento por conta da seca e estamos sem condição de investir na nova safra", fala indignado diante da ociosidade do governo frente à situação.
O dirigente da entidade regional informa que na próxima semana se reunirá com os ministros da Agricultura e da Integração Nacional para expor a situação do segmento. Lima reivindicará a reedição emergencial do Programa de Subvenção da Atividade Canavieira do Nordeste. Ainda será pleiteado o reajuste do valor do subsídio para R$ 10 por tonelada de cana. O programa consiste em liberar uma quantia financeira ao produtor por quantidade de cana fornecida às usinas da região. A medida foi defendida pela própria presidente Dilma, em 2008, quando ela era ministra da Casa Civil do então presidente Lula, e esteve na Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco. 
Esperamos que o nosso pleito seja atendido em tempo de possibilitar ao produtor o manejo adequado dos canaviais para a próxima safra", diz Lima. Os dirigentes nordestinos também condicionaram a possibilidade de não realizar mais o protesto de repúdio a presidente Dilma caso o governo atenda o pleito do setor.
Os produtores de cana nordestinos, que amargam perdas de até 35% nos canaviais em função da seca, decidiram que vão realizar protesto de repúdio à presidente Dilma, durante sua visita ao Recife, no dia 18 de fevereiro. O motivo da ação é a ausência de políticas públicas do governo federal para combater os efeitos da seca no campo. A decisão partiu dos dirigentes de todas as associações estaduais do segmento regional que estiveram reunidos nesta quarta-feira (23), na Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP). 
Os fornecedores planejam trazer milhares de agricultores dos estados de Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e de Pernambuco para a manifestação. O setor reúne 21 mil produtores e emprega cerca de 90 mil trabalhadores rurais. Para o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Alexandre Andrade Lima, a medida é extrema porque a situação é extrema. "Perdemos 50% do faturamento por conta da seca e estamos sem condição de investir na nova safra", fala indignado diante da ociosidade do governo frente à situação.
O dirigente da entidade regional informa que na próxima semana se reunirá com os ministros da Agricultura e da Integração Nacional para expor a situação do segmento. Lima reivindicará a reedição emergencial do Programa de Subvenção da Atividade Canavieira do Nordeste. Ainda será pleiteado o reajuste do valor do subsídio para R$ 10 por tonelada de cana. O programa consiste em liberar uma quantia financeira ao produtor por quantidade de cana fornecida às usinas da região. A medida foi defendida pela própria presidente Dilma, em 2008, quando ela era ministra da Casa Civil do então presidente Lula, e esteve na Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco. 
Esperamos que o nosso pleito seja atendido em tempo de possibilitar ao produtor o manejo adequado dos canaviais para a próxima safra", diz Lima. Os dirigentes nordestinos também condicionaram a possibilidade de não realizar mais o protesto de repúdio a presidente Dilma caso o governo atenda o pleito do setor.