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Centro-Sul processará 11 mi de t de cana a menos durante a Copa

18/06/2014 Cana-de-Açúcar POR: Agência Estado
As usinas do Centro-Sul do Brasil podem deixar de processar quase 11 milhões de toneladas de cana-de-açúcar durante a Copa do Mundo, caso a seleção brasileira chegue até a final do torneio. O cálculo é do Banco Pine e leva em conta o período de paralisação das atividades por causa dos jogos. Conforme a instituição, a moagem acumulada no mês de junho e na primeira quinzena de julho cairia de 126,6 milhões para 115,9 milhões de toneladas.
Como consequência, a produção de açúcar também diminuiria em 590 mil toneladas, de 6,93 milhões para 6,34 milhões de toneladas. ´Porém, as usinas que não moerem durante a Copa do Mundo devem compensar funcionando por um período mais prolongado no fim da safra. Dificilmente as usinas deixarão de moer a cana que não foi colhida agora. A cana, porém, será colhida em um período em que a produtividade industrial será menor´, diz o Pine, referindo-se aos níveis de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR). ´Pelo fato de junho e julho serem dois dos meses mais secos do ano e a diferença na colheita só poderá ser recuperada em novembro, a quantidade de açúcar na cana será inevitavelmente menor. Essa perda, sim, será permanente.´
Dessa forma, o Pine prevê que, caso o Brasil chegue até a decisão do Mundial, o ATR cairia de 134 kg para 133,4 kg por tonelada ao término da safra 2014/15, enquanto a produção total de açúcar passaria de 31,92 milhões para 31,80 milhões de toneladas.
As usinas do Centro-Sul do Brasil podem deixar de processar quase 11 milhões de toneladas de cana-de-açúcar durante a Copa do Mundo, caso a seleção brasileira chegue até a final do torneio. O cálculo é do Banco Pine e leva em conta o período de paralisação das atividades por causa dos jogos. Conforme a instituição, a moagem acumulada no mês de junho e na primeira quinzena de julho cairia de 126,6 milhões para 115,9 milhões de toneladas.
Como consequência, a produção de açúcar também diminuiria em 590 mil toneladas, de 6,93 milhões para 6,34 milhões de toneladas. ´Porém, as usinas que não moerem durante a Copa do Mundo devem compensar funcionando por um período mais prolongado no fim da safra. Dificilmente as usinas deixarão de moer a cana que não foi colhida agora. A cana, porém, será colhida em um período em que a produtividade industrial será menor´, diz o Pine, referindo-se aos níveis de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR). ´Pelo fato de junho e julho serem dois dos meses mais secos do ano e a diferença na colheita só poderá ser recuperada em novembro, a quantidade de açúcar na cana será inevitavelmente menor. Essa perda, sim, será permanente.´
Dessa forma, o Pine prevê que, caso o Brasil chegue até a decisão do Mundial, o ATR cairia de 134 kg para 133,4 kg por tonelada ao término da safra 2014/15, enquanto a produção total de açúcar passaria de 31,92 milhões para 31,80 milhões de toneladas.