atendimento@revistacanavieiros.com.br (16) 3946-3300

Chuva atrasa moagem da cana, mas o setor está otimista em Alagoas

17/11/2014 Cana-de-Açúcar POR: Catarina Martorelli – G1
A moagem da cana-de-açúcar começou com atraso em muitas usinas de Alagoas, maior produtor do Nordeste. O problema foi o clima, mas a expectativa de uma safra maior este ano deu novo ânimo ao setor que passa por muitas dificuldades.
Em uma indústria em São Miguel dos Campos, região central do estado, os trabalhos foram iniciados na segunda quinzena de setembro, mas por causa das chuvas do mês passado, o cronograma mudou.
Em outra usina em Rio Largo, região metropolitana de Maceió, a principal ponte de acesso aos canaviais caiu por causa das fortes chuvas, que também atrapalharam a maturação da cana. A moagem só começou no dia 11 deste mês, com quase dois meses de atraso.
Para recuperar o tempo perdido e não ter prejuízo na produção final, agora, a indústria está trabalhando em ritmo acelerado.
Apesar das dificuldades com o clima, o Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Alagoas está otimista. A produção deve ser maior nesta safra.
A expectativa é colher mais de 23 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 2,5 milhões a mais do que no ano passado. O aumento pode representar o começo de uma recuperação que há muito tempo as usinas esperavam.
“Nós já chegamos a atingir 27 milhões de toneladas de cana. Se o clima se mantiver regular como está se mantendo, esperamos que o setor sucroenergético comece a retomar o processo de desenvolvimento que está estagnado há uns cinco anos", explica Pedro Robério, presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Alagoas
A produção de cana-de-açúcar em todo o Nordeste deve crescer quase 5% nesta safra.
A moagem da cana-de-açúcar começou com atraso em muitas usinas de Alagoas, maior produtor do Nordeste. O problema foi o clima, mas a expectativa de uma safra maior este ano deu novo ânimo ao setor que passa por muitas dificuldades.
Em uma indústria em São Miguel dos Campos, região central do estado, os trabalhos foram iniciados na segunda quinzena de setembro, mas por causa das chuvas do mês passado, o cronograma mudou.
Em outra usina em Rio Largo, região metropolitana de Maceió, a principal ponte de acesso aos canaviais caiu por causa das fortes chuvas, que também atrapalharam a maturação da cana. A moagem só começou no dia 11 deste mês, com quase dois meses de atraso.
Para recuperar o tempo perdido e não ter prejuízo na produção final, agora, a indústria está trabalhando em ritmo acelerado.
Apesar das dificuldades com o clima, o Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Alagoas está otimista. A produção deve ser maior nesta safra.
A expectativa é colher mais de 23 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 2,5 milhões a mais do que no ano passado. O aumento pode representar o começo de uma recuperação que há muito tempo as usinas esperavam.
“Nós já chegamos a atingir 27 milhões de toneladas de cana. Se o clima se mantiver regular como está se mantendo, esperamos que o setor sucroenergético comece a retomar o processo de desenvolvimento que está estagnado há uns cinco anos", explica Pedro Robério, presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Alagoas
A produção de cana-de-açúcar em todo o Nordeste deve crescer quase 5% nesta safra.