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Chuva aumenta produtividade de canaviais em Minas Gerais

26/01/2016 Cana-de-Açúcar POR: JM Online
A constante chuva caindo no país e, principalmente, no Triângulo Mineiro está sendo comemorada por produtores de cana. O presidente da Siamig (Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais), Mário Campos festeja o verão chuvoso, que há muito não se via na região.
“As chuvas do mês de janeiro são boas e adequadas, porque os últimos verões foram secos em nosso estado, mas elas também atrapalham o plantio. Então, há uma tendência de que esses plantios se atrasem e muitas áreas não consigam receber esse plantio, que a gente chama de plantio de um ano e meio. É aquele que você planta hoje para recolher no meio do ano que vem”, explicou o presidente, que se mantém otimista.
Na avaliação de Mário, a safra de 2015 foi a maior da história de Minas Gerais. “Foram mais de 64 milhões de toneladas de cana de açúcar. E a nossa expectativa para esse ano, considerando a continuidade das chuvas, é manter esse percentual. Deveremos ter um canavial bem produtivo e moer algo em torno disso”, pontua.
Ainda, segundo Mário, sobrou em torno de 800 toneladas de cana em pé no estado, que devem ser recolhidas este ano. “Estimamos entre 800 a 1 milhão de toneladas, que não deu tempo para moer, localizadas em algumas regiões em função de alguns grupos econômico. Isso poderá agregar para esse ano e podemos, então, chegar até 65 milhões de toneladas de cana, mas é claro que tudo vai depender do transcorrer da safra”, salienta.
Projeções indicavam margens negativas para os produtores e as usinas na safra 2015/2016 entre 3% e 32% para a cidade. Contudo, Mário avalia ter sido um período de mudanças. “Foi uma safra de inflexão no setor. Ou seja, a gente vinha em uma situação muito ruim e, consideramos que, este ano, houve uma mudança do setor em termos de remuneração para o produtor. Acredito em bons retornos para essa safra 2015/2016”, finaliza.
Nova safra deve aumentar competitividade do etanol
A redução do ICMS sobre o etanol hidratado em março do ano passado proporcionou maior competitividade aos preços do combustível entre abril e outubro de 2015. Caso as perspectivas do presidente da Siamig, Mário Campos, se concretizem, a partir de abril os consumidores poderão encontrar preços mais em conta.
“Entre abril e outubro do ano passado, os mineiros encontraram em quase todos os postos de combustíveis do estado um etanol competitivo e o consumo foi muito bom. Ele só não está competitivo hoje por causa da nossa entressafra. A expectativa para 2016/2017, que se inicia em abril, é que a gente aumente os retornos com a nova safra”, considera. 
A constante chuva caindo no país e, principalmente, no Triângulo Mineiro está sendo comemorada por produtores de cana. O presidente da Siamig (Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais), Mário Campos festeja o verão chuvoso, que há muito não se via na região.
“As chuvas do mês de janeiro são boas e adequadas, porque os últimos verões foram secos em nosso estado, mas elas também atrapalham o plantio. Então, há uma tendência de que esses plantios se atrasem e muitas áreas não consigam receber esse plantio, que a gente chama de plantio de um ano e meio. É aquele que você planta hoje para recolher no meio do ano que vem”, explicou o presidente, que se mantém otimista.
Na avaliação de Mário, a safra de 2015 foi a maior da história de Minas Gerais. “Foram mais de 64 milhões de toneladas de cana de açúcar. E a nossa expectativa para esse ano, considerando a continuidade das chuvas, é manter esse percentual. Deveremos ter um canavial bem produtivo e moer algo em torno disso”, pontua.
Ainda, segundo Mário, sobrou em torno de 800 toneladas de cana em pé no estado, que devem ser recolhidas este ano. “Estimamos entre 800 a 1 milhão de toneladas, que não deu tempo para moer, localizadas em algumas regiões em função de alguns grupos econômico. Isso poderá agregar para esse ano e podemos, então, chegar até 65 milhões de toneladas de cana, mas é claro que tudo vai depender do transcorrer da safra”, salienta.
Projeções indicavam margens negativas para os produtores e as usinas na safra 2015/2016 entre 3% e 32% para a cidade. Contudo, Mário avalia ter sido um período de mudanças. “Foi uma safra de inflexão no setor. Ou seja, a gente vinha em uma situação muito ruim e, consideramos que, este ano, houve uma mudança do setor em termos de remuneração para o produtor. Acredito em bons retornos para essa safra 2015/2016”, finaliza.
Nova safra deve aumentar competitividade do etanol
A redução do ICMS sobre o etanol hidratado em março do ano passado proporcionou maior competitividade aos preços do combustível entre abril e outubro de 2015. Caso as perspectivas do presidente da Siamig, Mário Campos, se concretizem, a partir de abril os consumidores poderão encontrar preços mais em conta.
“Entre abril e outubro do ano passado, os mineiros encontraram em quase todos os postos de combustíveis do estado um etanol competitivo e o consumo foi muito bom. Ele só não está competitivo hoje por causa da nossa entressafra. A expectativa para 2016/2017, que se inicia em abril, é que a gente aumente os retornos com a nova safra”, considera.