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Colheita mecanizada de cana atinge 83% em SP e reduz queima

29/04/2014 Cana-de-Açúcar POR: Agência Estado
A colheita mecanizada da cana-de-açúcar chegou a 83% das áreas da cultura no Estado de São Paulo, maior produtor mundial, graças ao protocolo para zerar a queima da palha para a colheita assinado entre o governo e o setor sucroenergético em 2006. À época, a colheita mecanizada representava 34,2% da área. Dados das Secretarias do Meio Ambiente e da Agricultura apontam que 7 milhões de hectares de cana deixaram de ser queimados na safra 2013/2014 e que a redução de poluentes emitidos pelos canaviais corresponde à emissão de gases por 77,5 mil ônibus movidos a diesel.
Pelo protocolo, a safra 2014/2015 será a última em que haverá colheita com queima em áreas mecanizáveis. No Estado, a expectativa é de que até 2017 toda a retirada será feita com máquina. O município de Cajuru, no nordeste de São Paulo, com 38,2% de colheita mecânica, ainda é o mais atrasado, enquanto outros já atingiram ou beiram os 100% do uso de colheitadeiras, incluindo pequenas propriedades.
Os dados divulgados na Agrishow apontam ainda que existem 3.056 máquinas para a colheita de cana em operação no Estado, e que a redução na queima da palha da cana fez com que 44 milhões de toneladas de gases causadores do efeito estufa e 27,7 milhões de toneladas de partículas poluentes deixaram de ser emitidos na operação.
A colheita mecanizada da cana-de-açúcar chegou a 83% das áreas da cultura no Estado de São Paulo, maior produtor mundial, graças ao protocolo para zerar a queima da palha para a colheita assinado entre o governo e o setor sucroenergético em 2006. À época, a colheita mecanizada representava 34,2% da área. Dados das Secretarias do Meio Ambiente e da Agricultura apontam que 7 milhões de hectares de cana deixaram de ser queimados na safra 2013/2014 e que a redução de poluentes emitidos pelos canaviais corresponde à emissão de gases por 77,5 mil ônibus movidos a diesel.
Pelo protocolo, a safra 2014/2015 será a última em que haverá colheita com queima em áreas mecanizáveis. No Estado, a expectativa é de que até 2017 toda a retirada será feita com máquina. O município de Cajuru, no nordeste de São Paulo, com 38,2% de colheita mecânica, ainda é o mais atrasado, enquanto outros já atingiram ou beiram os 100% do uso de colheitadeiras, incluindo pequenas propriedades.
Os dados divulgados na Agrishow apontam ainda que existem 3.056 máquinas para a colheita de cana em operação no Estado, e que a redução na queima da palha da cana fez com que 44 milhões de toneladas de gases causadores do efeito estufa e 27,7 milhões de toneladas de partículas poluentes deixaram de ser emitidos na operação.