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Com dívida superior a R$ 700 milhões, Unialco pede recuperação judicial

16/11/2015 Cana-de-Açúcar POR: Valor Econômico
A Unialco, uma das mais tradicionais companhias sucroalcooleiras do país, protocolou hoje na Vara Cível de Guararapes (SP) um pedido de recuperação judicial. A companhia, com duas unidades processadoras de cana-de-açúcar, tem dívidas superiores a R$ 700 milhões. Há alguns anos em dificuldades financeiras, a companhia realizou, sem sucesso, várias tratativas com credores para encontrar uma saída para seu elevado endividamento.
Em seu balanço referente ao exercício findo em 31 de março deste ano, a Unialco informava uma dívida bancária de R$ 641 milhões. Entre os principais bancos credores estão Santander, ItaúBBA, Bradesco, HSBC, Natixis e HSH Nordbank. No balanço, a empresa informava ainda um débito com fornecedores superior a R$ 100 milhões.
A Unialco, que tem assessoria jurídica do escritório Dias Carneiro Advogados, há mais de um ano tentava costurar um acordo para reestruturar sua dívida. Entre as tentativas, estava a proposta de destinar 100% dos recursos oriundos da venda das duas usinas para quitar o endividamento. Juntas, as duas unidades do grupo, uma localizada em São Paulo e outra em Mato Grosso do Sul, somam capacidade para moer 4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. 
A Unialco, uma das mais tradicionais companhias sucroalcooleiras do país, protocolou hoje na Vara Cível de Guararapes (SP) um pedido de recuperação judicial. A companhia, com duas unidades processadoras de cana-de-açúcar, tem dívidas superiores a R$ 700 milhões. Há alguns anos em dificuldades financeiras, a companhia realizou, sem sucesso, várias tratativas com credores para encontrar uma saída para seu elevado endividamento.
Em seu balanço referente ao exercício findo em 31 de março deste ano, a Unialco informava uma dívida bancária de R$ 641 milhões. Entre os principais bancos credores estão Santander, ItaúBBA, Bradesco, HSBC, Natixis e HSH Nordbank. No balanço, a empresa informava ainda um débito com fornecedores superior a R$ 100 milhões.
A Unialco, que tem assessoria jurídica do escritório Dias Carneiro Advogados, há mais de um ano tentava costurar um acordo para reestruturar sua dívida. Entre as tentativas, estava a proposta de destinar 100% dos recursos oriundos da venda das duas usinas para quitar o endividamento. Juntas, as duas unidades do grupo, uma localizada em São Paulo e outra em Mato Grosso do Sul, somam capacidade para moer 4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.