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Comissão de cana-de-açúcar da FAEG faz balanço positivo do setor

15/01/2016 Cana-de-Açúcar POR: Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás – FAEG 14/01/2016
Os produtores destacaram alguns pontos que os incomodaram ao longo de 2015, em especial problemas de inadimplência com fornecedores arrendantes de terras para usinas em Goiás
Na última reunião da Comissão de Cana-de-açúcar e Bioenergia da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), representantes do setor fizeram  um balanço do ano de 2015 e as projeções para 2016. Os produtores destacaram alguns pontos que os incomodaram ao longo de 2015, em especial problemas de inadimplência com fornecedores arrendantes de terras para usinas em Goiás.
Sobre este gargalo, os produtores propuseram entrar com recursos que suspendam os benefícios fiscais das empresas em caso de inadimplência, sobretudo quando estão em recuperação judicial. O entrave deles, segundo Edson Novaes, gerente de Assuntos Técnicos e Econômicos da FAEG, é que quando se entra neste estado judicial, que é um último fôlego para evitar a falência, não se pode tirar nenhum subsídio.
A ideia, conforme discutido pelos produtores e pelo presidente da Comissão, Alexandre Sardinha, é criar um projeto de lei que possa amenizar a situação. “Só no setor da cana-de-açúcar, em Goiás, há quase cinco usinas nessa situação. Nos outros setores deve haver muito mais. Esta medida atenderá toda a cadeia produtiva”, explicou.
Durante todo o ano passado os produtores se reuniram para tratar deste assunto. Em dezembro, a pauta recorrente era a Usina Anicuns S/A Álcool e Derivados, que, segundo eles, não têm cumprido as medidas estabelecidas em contrato, além da falta de pagamento a quem arrenda suas terras. Medidas políticas também já vinham sido decididas desde o início do mês.
Na última reunião, os produtores comemoraram a continuação de um representante goiano no cargo máximo da Comissão de cana-de-açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a participação ativa no andamento dos projetos de produção de etanol de milho no estado, que envolve grãos e cana. Em 2015, também comemorou-se um significativo avanço no projeto FAEG Seguros para a cana. “Conseguimos aumento nos valores dos prêmios pagos por hectare ao produtor, em caso de sinistros, e também a continuidade da carteira de negócios no estado”, contou Sardinha.
Além disso, está a todo vapor a articulação em Brasília para implementar o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que contempla a cana nos moldes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Até então a Embrapa estava alheia ao ABC”, informou Sardinha. Os produtores discutiram a necessidade de se fazer pesquisas imparciais em sua área de produção e, alinhados à Embrapa, poderão ter mais visibilidade em todo o estado. “Vamos rodar as regiões, fazendo pesquisas de respaldo”, disse. A interferência da empresa, segundo eles, também trará novas tecnologias para as lavouras de cana-de-açúcar.
Planejamento
Para 2016, deseja-se mais envolvimento das associações e ainda mais aproximação com a Federação. “Vejo que a comissão trabalha muito em prol dos produtores e isso me inspira muito”, afirmou o produtor Wesley Rodrigues. “O maior erro é se distanciar das entidades”, alegou Sardinha, que salientou a importância do encontro e a discussão das atividades realizadas em 2015. “Vamos colar na FAEG, cobrar e participar”, finalizou.
Os produtores destacaram alguns pontos que os incomodaram ao longo de 2015, em especial problemas de inadimplência com fornecedores arrendantes de terras para usinas em Goiás
Na última reunião da Comissão de Cana-de-açúcar e Bioenergia da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), representantes do setor fizeram  um balanço do ano de 2015 e as projeções para 2016. Os produtores destacaram alguns pontos que os incomodaram ao longo de 2015, em especial problemas de inadimplência com fornecedores arrendantes de terras para usinas em Goiás.
Sobre este gargalo, os produtores propuseram entrar com recursos que suspendam os benefícios fiscais das empresas em caso de inadimplência, sobretudo quando estão em recuperação judicial. O entrave deles, segundo Edson Novaes, gerente de Assuntos Técnicos e Econômicos da FAEG, é que quando se entra neste estado judicial, que é um último fôlego para evitar a falência, não se pode tirar nenhum subsídio.
A ideia, conforme discutido pelos produtores e pelo presidente da Comissão, Alexandre Sardinha, é criar um projeto de lei que possa amenizar a situação. “Só no setor da cana-de-açúcar, em Goiás, há quase cinco usinas nessa situação. Nos outros setores deve haver muito mais. Esta medida atenderá toda a cadeia produtiva”, explicou.
Durante todo o ano passado os produtores se reuniram para tratar deste assunto. Em dezembro, a pauta recorrente era a Usina Anicuns S/A Álcool e Derivados, que, segundo eles, não têm cumprido as medidas estabelecidas em contrato, além da falta de pagamento a quem arrenda suas terras. Medidas políticas também já vinham sido decididas desde o início do mês.
Na última reunião, os produtores comemoraram a continuação de um representante goiano no cargo máximo da Comissão de cana-de-açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a participação ativa no andamento dos projetos de produção de etanol de milho no estado, que envolve grãos e cana. Em 2015, também comemorou-se um significativo avanço no projeto FAEG Seguros para a cana. “Conseguimos aumento nos valores dos prêmios pagos por hectare ao produtor, em caso de sinistros, e também a continuidade da carteira de negócios no estado”, contou Sardinha.
Além disso, está a todo vapor a articulação em Brasília para implementar o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que contempla a cana nos moldes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Até então a Embrapa estava alheia ao ABC”, informou Sardinha. Os produtores discutiram a necessidade de se fazer pesquisas imparciais em sua área de produção e, alinhados à Embrapa, poderão ter mais visibilidade em todo o estado. “Vamos rodar as regiões, fazendo pesquisas de respaldo”, disse. A interferência da empresa, segundo eles, também trará novas tecnologias para as lavouras de cana-de-açúcar.
Planejamento
Para 2016, deseja-se mais envolvimento das associações e ainda mais aproximação com a Federação. “Vejo que a comissão trabalha muito em prol dos produtores e isso me inspira muito”, afirmou o produtor Wesley Rodrigues. “O maior erro é se distanciar das entidades”, alegou Sardinha, que salientou a importância do encontro e a discussão das atividades realizadas em 2015. “Vamos colar na FAEG, cobrar e participar”, finalizou.