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Como escolher as variedades para bisar

04/09/2015 Cana-de-Açúcar POR: Grupo IDEA
Escolher uma cana para bisar pode não ser uma tarefa fácil para os produtores canavieiros, já que nem todas as variedades servem para esse propósito, uma vez que não brotam bem após o corte ou apresentam florescimento que interrompe o desenvolvimento vegetativo. Dessa forma, é importante ficar atento, pois as variedades brasileiras são de ciclo curto ou crescimento determinado, sendo que o seu sistema radicular não é vigorosamente renovado quando os rizomas “envelhecem”, ou seja, quando permanecem no solo por períodos superiores a 14-15 meses.
“É o mesmo que plantar uma muda velha: sua brotação será comprometida. A falta d’água logo após o corte numa cana bis pode levar o canavial a um “stand” muito fraco no corte seguinte”, afirma o engenheiro agrônomo e diretor do grupo IDEA, Dib Nunes. 
Segundo ele, as variedades mais indicadas para bisar são as menos propensas ao florescimento na região sudeste do Brasil, como a RB86 7515, RB92 579, CTC 9001, CTC 9003, CTC6, CTC14, IACSP93-3046, IACSP95-5094 e SP80-3280, por exemplo.
 “Entretanto, dependendo do clima do ano agrícola e da latitude da localidade, algumas variedades podem mudar seu comportamento em relação ao florescimento”.
Ele afirma que, antes de decidir qual canavial bisar, deve-se fazer uma avaliação do estado vegetativo. Ou seja, a partir de agosto o produtor deve ir ao campo e abrir longitudinalmente os ponteiros da cana. Algumas variedades podem não ter emitido a inflorescência, mas estar induzidas, demonstrando a diferenciação da gema apical. “Se ocorrer este fato em mais de 30% dos colmos, esta cana não deve ser bisada.”
 
Como bisar canaviais sem perder produtividade e qualidade será um dos assuntos debatidos no 9º Grande Encontro Sobre Variedades de Cana-De-Açúcar, que acontece no Centro de Convenções de Ribeirão Preto/SP, nos dias 23 e 24 de setembro.
 
Para fazer sua inscrição e ver a agenda completa de palestras, acesse o site do Grupo IDEA: www.ideaonline.com.br.
Escolher uma cana para bisar pode não ser uma tarefa fácil para os produtores canavieiros, já que nem todas as variedades servem para esse propósito, uma vez que não brotam bem após o corte ou apresentam florescimento que interrompe o desenvolvimento vegetativo. Dessa forma, é importante ficar atento, pois as variedades brasileiras são de ciclo curto ou crescimento determinado, sendo que o seu sistema radicular não é vigorosamente renovado quando os rizomas “envelhecem”, ou seja, quando permanecem no solo por períodos superiores a 14-15 meses.
“É o mesmo que plantar uma muda velha: sua brotação será comprometida. A falta d’água logo após o corte numa cana bis pode levar o canavial a um “stand” muito fraco no corte seguinte”, afirma o engenheiro agrônomo e diretor do grupo IDEA, Dib Nunes. 
Segundo ele, as variedades mais indicadas para bisar são as menos propensas ao florescimento na região sudeste do Brasil, como a RB86 7515, RB92 579, CTC 9001, CTC 9003, CTC6, CTC14, IACSP93-3046, IACSP95-5094 e SP80-3280, por exemplo.
 “Entretanto, dependendo do clima do ano agrícola e da latitude da localidade, algumas variedades podem mudar seu comportamento em relação ao florescimento”.
Ele afirma que, antes de decidir qual canavial bisar, deve-se fazer uma avaliação do estado vegetativo. Ou seja, a partir de agosto o produtor deve ir ao campo e abrir longitudinalmente os ponteiros da cana. Algumas variedades podem não ter emitido a inflorescência, mas estar induzidas, demonstrando a diferenciação da gema apical. “Se ocorrer este fato em mais de 30% dos colmos, esta cana não deve ser bisada.”
 
Como bisar canaviais sem perder produtividade e qualidade será um dos assuntos debatidos no 9º Grande Encontro Sobre Variedades de Cana-De-Açúcar, que acontece no Centro de Convenções de Ribeirão Preto/SP, nos dias 23 e 24 de setembro.
 
Para fazer sua inscrição e ver a agenda completa de palestras, acesse o site do Grupo IDEA: www.ideaonline.com.br.