http://bit.ly/2RUTQ4P
http://www.sertmunck.com.br
http://www.orplana.com.br/pages/caminhos-da-cana-2017/
http://inovacana.ideaonline.com.br
http://bit.ly/2Ye0HZd
http://www.fmcagricola.com.br/index.aspx

Chuva de investimentos

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Economia

13/08/2019
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Por: Marino Guerra
 
Durante o Congresso da Andav (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários) o economista Ricardo Amorim enumerou diversos aspectos macroeconômicos que convergem para um crescimento substancial na quantidade de investimentos no Brasil a partir de 2020.
 
Repetindo ao longo de sua apresentação diversas vezes a frase “vai chover investimentos”, Amorim justificou sua visão através de argumentos como: Com a reforma da previdência foi resolvido o último problema econômico agravado na gestão Dilma, o do desequilíbrio nas contas públicas.
 
Os outros dois enumerados pelo economista, a inflação e o déficit na balança comercial, foram sanados na gestão Michel Temer.
 
Contudo, ele apontou uma ameaça que pode atrasar essa chuva, a entrada da economia mundial numa recessão, e nesse contexto, fatores como a guerra comercial EUA e China, e mais recentemente a possibilidade da vitória da esquerda (kirchnerismo) na Argentina são as massas de ar seco principais que podem atrapalhar a frente fria da prosperidade de chegar.
 
+ na Revista Canavieiros

Fonte: Revista Canavieiros

Chuva de investimentos

13/08/2019

Por: Marino Guerra
 
Durante o Congresso da Andav (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários) o economista Ricardo Amorim enumerou diversos aspectos macroeconômicos que convergem para um crescimento substancial na quantidade de investimentos no Brasil a partir de 2020.
 
Repetindo ao longo de sua apresentação diversas vezes a frase “vai chover investimentos”, Amorim justificou sua visão através de argumentos como: Com a reforma da previdência foi resolvido o último problema econômico agravado na gestão Dilma, o do desequilíbrio nas contas públicas.
 
Os outros dois enumerados pelo economista, a inflação e o déficit na balança comercial, foram sanados na gestão Michel Temer.
 
Contudo, ele apontou uma ameaça que pode atrasar essa chuva, a entrada da economia mundial numa recessão, e nesse contexto, fatores como a guerra comercial EUA e China, e mais recentemente a possibilidade da vitória da esquerda (kirchnerismo) na Argentina são as massas de ar seco principais que podem atrapalhar a frente fria da prosperidade de chegar.
 
+ na Revista Canavieiros