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Etanol é destaque em documento oficial do MAPA com propostas para a Rio+20

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Etanol

12/06/2012
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O etanol e bioeletricidade foram destaque no documento apresentado pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, como proposta oficial do setor agropecuário para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. O documento sugere o debate sobre a construção de uma economia verde e a ampliação dos investimentos em fontes renováveis de energia.

De acordo com o documento, chamado Contribuição da Agropecuária Brasileira na Construção de uma Sociedade sem Fome e sem Miséria e de uma Economia Sustentável, o Brasil é referência global em combustíveis de fontes renováveis. "O Balanço Energético Brasileiro de 2011, 45,5% de toda a energia ofertada no país é advinda de fontes renováveis, sendo que somente os produtos da cana-de-açúcar representam 17,8% da matriz energética nacional", traz o documento.

Ainda segundo o documento, hoje a produção brasileira de etanol não concorre com a produção de alimentos, já que é baseada na cana-de-açúcar e utiliza apenas 1,7% dos 260 milhões de hectares empregados pela agropecuária. O etanol foi capaz de substituir mais da metade do uso de gasolina no país.

O documento destaca ainda a contribuição para a redução na emissão de carbono em decorrência da substituição e mistura de etanol e biodiesel nos combustíveis fósseis. "Diversos estudos mostram que, por exemplo, quando comparado com a gasolina, o etanol brasileiro reduz as emissões dos chamados gases de efeito estufa em cerca de 90%".


Bioeletricidade

Além do etanol, a produção de bioeletricidade é destaque no documento, de forma a ressaltar a ampliação do programa nacional de energia renovável. "Estimativas indicam que, em 2020, a participação da bioeletricidade gerada a partir do bagaço de cana-de-açúcar chegará a 18% da matriz elétrica brasileira, reduzindo a necessidade da utilização de usinas térmicas movidas à energia fóssil". O documento ainda acrescenta que "o potencial para novos usos (substituição de outros combustíveis fósseis e aumento das exportações) pode aumentar consideravelmente essa participação"

Fonte: Agência UDOP de Notícias

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Etanol é destaque em documento oficial do MAPA com propostas para a Rio+20

12/06/2012

O etanol e bioeletricidade foram destaque no documento apresentado pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, como proposta oficial do setor agropecuário para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. O documento sugere o debate sobre a construção de uma economia verde e a ampliação dos investimentos em fontes renováveis de energia.

De acordo com o documento, chamado Contribuição da Agropecuária Brasileira na Construção de uma Sociedade sem Fome e sem Miséria e de uma Economia Sustentável, o Brasil é referência global em combustíveis de fontes renováveis. "O Balanço Energético Brasileiro de 2011, 45,5% de toda a energia ofertada no país é advinda de fontes renováveis, sendo que somente os produtos da cana-de-açúcar representam 17,8% da matriz energética nacional", traz o documento.

Ainda segundo o documento, hoje a produção brasileira de etanol não concorre com a produção de alimentos, já que é baseada na cana-de-açúcar e utiliza apenas 1,7% dos 260 milhões de hectares empregados pela agropecuária. O etanol foi capaz de substituir mais da metade do uso de gasolina no país.

O documento destaca ainda a contribuição para a redução na emissão de carbono em decorrência da substituição e mistura de etanol e biodiesel nos combustíveis fósseis. "Diversos estudos mostram que, por exemplo, quando comparado com a gasolina, o etanol brasileiro reduz as emissões dos chamados gases de efeito estufa em cerca de 90%".


Bioeletricidade

Além do etanol, a produção de bioeletricidade é destaque no documento, de forma a ressaltar a ampliação do programa nacional de energia renovável. "Estimativas indicam que, em 2020, a participação da bioeletricidade gerada a partir do bagaço de cana-de-açúcar chegará a 18% da matriz elétrica brasileira, reduzindo a necessidade da utilização de usinas térmicas movidas à energia fóssil". O documento ainda acrescenta que "o potencial para novos usos (substituição de outros combustíveis fósseis e aumento das exportações) pode aumentar consideravelmente essa participação"