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Os carreadores do amanhã

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Agronegócio

09/04/2019
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Por: Marino Guerra


Quando um agricultor termina a subida de um morro tem a noção quase exata do que vai encontrar do outro lado.Porém, surpresas como um atoleiro na estrada, o cabo de um poste (quando não ele) no chão, uma reboleira, ou então, ainda pior, um trabalho mal feito de adubação evidenciando a diferença do tamanho das plantas no miolo de um talhão e tantas outras,podem acontecer.

Sentimento igual deve ter o produtor em relação à próxima geração que assumirá aquela área.Na grande maioria dos casos,conhece-a muito bem, viu-a crescer e até já trabalham juntos, porém,o produtor saberá como a nova geração irá liderar só no dia em que isso acontecer.

Há dúvidas também sobre o que pensam hoje os futuros engenheiros agrônomos e como esses principais profissionais envolvidos no negócio irão trabalhar.

Os agricultores mais sábios sabem que essas dúvidas não serão sanadas de imediato porque dependem de tempo, postura, educação, visão de mundo e fase da vida de cada um. Assim, para conhecer como está a lavoura depois do morro, só indo e vendo o que está acontecendo. O mesmo vale para saber quem estará à frente das fazendas no futuro:é preciso chegar lá para ver no que vai dar.

No entanto, já é possível traçar um perfil desses futuros líderes.E pelo que está escrito nas páginas seguintes, parece bastante animador.

A agricultura como ela é
Entre os meses de janeiro e fevereiro, estudantes do quarto e quinto ano de engenharia agronômica da Esalq-USP e integrantes do GEA (Grupo de Experimentação Agrícola), participaram da nona edição da “Expedição Cerrado”, viagem de mais de dois mil quilômetros que percorreu diversas operações agrícolas dos estados do Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Ao saírem do ambiente da universidade e terem um choque de conhecimento ao verem a agricultura como ela é na prática, os futuros profissionais tiveram a oportunidade de iniciar a modelagem do que conhecem na teoria e aproveitar o restante do curso para se adaptarem ao que será encarado pós-formatura.

Quando questionados sobre o que chamou a atenção no manejo, dentro das principais culturas vistas, o grupo foi unânime em apontar para o número de entradas de inseticidas necessário ao combate do bicudo no algodoeiro.
Também relataram que essa é a cultura de manejo mais complexa porque, em primeiro lugar, exige um alto grau de assertividade desde a semente até todos os insumos, que são cotados em dólar.

Outro ponto é o seu grau de especificidade que, além de envolver grande parte do maquinário, parte considerável do portfólio de inseticidas também tem que ser exclusiva.
No campo,chamou a atenção o processo de separação da pluma e do caroço, a agilidade necessária em todo o processo, a alta tecnificação do time e o monitoramento intenso da lavoura.

A soja foi outra cultura que gerou muita quebra de paradigmas dos futuros agrônomos. Diante da questão genética, do alto número de variedades disponíveis no mercado - tendo até cultivares específicas por regiões,os graduandos descobriram um interessante paradoxo.Em algumas lavouras que adotam um número e têm uma atualização mais lenta do plantel varietal, eles perceberam maior resistência à infestação de pragas e doenças.

Ainda na questão genética,chamou à atenção do grupo a visita à unidade da GDM Seeds (fabricante da linha Brasmax), no município de Lucas do Rio Verde-MT.Nela, os alunos acompanharam cada passo do processo de melhoramento genético da soja, o que segundo eles, foi uma rara oportunidade de concretizar, na prática, um conhecimento visto apenas em salas de aula.

“A expedição abre sua mente, depois dela damos mais valor à teoria, pois passamos a conhecê-la na prática”, disse um dos participantes, João Lucas de Castro David, estudante (cursando o quinto ano) de Sertãozinho, cuja a família é cooperada e produtora de cana.

Do ponto de vista técnico, dois fatos mostraram a diferença entre o que entendiam como o correto e o que é feito na roça. O primeiro é em relação ao uso do herbicida 2,4-D, ao qual a soja é bastante sensível, podendo gerar problemas de fito com pequenos erros na dose aplicada. Sob esse aspecto, os alunos ficaram impressionados com a precisão dos agricultores.

A segunda questão é sobre o problema com nematoides de cisto atravessado pela cultura. Segundo os alunos, foi passado pouco conhecimento na universidade comparado ao tamanho do desafio de controle.

Diante do gigantismo que representa o cultivo da soja na região Centro-Oeste do país, os futuros agrônomos aprenderam uma importante lição que, com certeza,os acompanharão ao longo de suas carreiras: em cada propriedade, às vezes até em microambiente, o manejo é sempre diferente.

“Não existe receita de bolo.Cada região, em decorrência da umidade, altitude, tipo de solo, culturas anteriores e tecnologias adotadas, necessitará de um manejo personalizado”, disse o estudante do quinto ano, Gabriel Alves Garcia.
Essa realidade vista na prática também fez com que os graduandos chegassem a um segundo ensinamento importante para a carreira, o de que não existe um produto milagroso, pois o sucesso está na integração entre a adoção de técnicas físicas, monitoramento, recursos tecnológicos e defensivos e fertilizantes tanto de origem química como biológica.
No final da viagem, em Minas Gerais, os estudantes tiveram a oportunidade de se aprofundar na cultura do café em um ambiente de produção com denominação de origem tamanha a sua qualidade, o famoso “Café do Cerrado”.
Lá, viram a ênfase que os próprios produtores deram ao beneficiamento, ao fato da colheita ser totalmente mecanizada, ao grau de profissionalismo e a valorização e investimento em pesquisa.

Também foi notória, ainda mais se comparada com a realidade do Sul de Minas (região mais tradicional na produção de café), a extensão das propriedades, bem maiores.
Todos esses fatores somados dão à produção um valor agregado muito maior que o preço da saca comoditizada.Para ilustrar esse fato,os produtores citaram o exemplo de uma saca de 60 kg, vendida no ano passado, em um leilão,pela bagatela de R$ 72 mil.
Os alunos puderam conhecer a lavoura da qual saiu tal produção, 20 hectares plantados da variedade Laurina, conhecida como a mais rara e exótica e que gera o melhor café filtrado do mundo.

Dos pés de café, duas lições foram assimiladas.Uma é que, dependendo da cultura, é mais interessante focar na qualidade do que no volume de produção. A outra é sobre a importância de uma estratégia de marketing aliada à comunicação eficiente para o ganho de mercado.

No último dia da expedição, os estudantes visitaram a Usina Buriti, unidade da Pedra Agroindustrial, localizada em Buritizal-SP. As conclusões sobre a prática da canavicultura foram divididas em dois grupos, os que já tinham experiência e os quase leigos no assunto.

Dentre os que viram a cultura pela primeira vez,  ficou evidente o sistema de plantio mecanizado como também a forma como a usina faz o controle de qualidade ao analisar o número de gemas sadias enterradas em um metro da linha do talhão.
Durante a visita, foram mostradas as dificuldades em se fazer a meiosi em parceria com a crotalária e também a constituição de grandes talhões, com linha longas, que é consequência do programa de sistematização do terreno visando ao ganho de eficiência na colheita mecanizada.

Para os alunos com experiência no assunto, os destaques foram o sistema de transbordo exclusivo utilizado pelo grupo, caixas, na carroceria,que são substituídas quando ficam cheias, e a estratégia de uso de herbicidas, principalmente o rodízio de princípios ativos como medida para não gerar resistência das daninhas, uma preocupação com a saúde do solo e em relação às consequência são meio ambiente.

Um outro ponto que despertou o interesse de todos foi quando o representante da usina mencionou a importância da cogeração de energia para a empresa, uma área de negócio que os estudantes imaginavam ter uma importância menor.

Nesse quesito,os graduandos conseguiram fazer uma interessante ligação entre a pesquisa e a iniciativa privada, pois, no primeiro dia da expedição, em Sinop-MT, ao visitarem a unidade da Embrapa Agrossilvipastoril, tiveram a oportunidade de conhecer uma variedade de sorgo (ainda em desenvolvimento) mais robusta sob o ponto de vista da biomassa para ser cultivada na reforma dos canaviais, permitindo às usinas a produção de energia elétrica o ano todo.

De um modo geral, a expedição mudou a opinião dos estudantes. Para eles, muitas coisas que são passadas no curso de graduação não são utilizadas pelos produtores, principalmente em práticas de manejo. A questão do controle biológico também foi citada, pois a consideraram pouco utilizada se comparada com a importância dada pela universidade.
O desenvolvimento das cidades também quebrou conceitos errados dos graduandos, pois encontraram, naqueles municípios movidos pela agricultura, organização e desenvolvimentos importantes.Até as condições das estradas eles imaginaram ser bem piores do que as encontradas.

Para finalizar, os futuros agrônomos passaram uma ideia de como imaginam exercer a profissão daqui a dez anos. As opiniões são unânimes e baseadas em duas grandes áreas integradas, tecnologia e conhecimento. Segundo eles, o profissional terá que estar muito alinhado com os avanços tecnológicos no sentido de reconhecer aquilo que realmente é interessante para o seu ambiente de serviço e manejo para produzir com mais eficiência.
Para isso, há a necessidade de sempre questionar e buscar respostas. Sem esse perfil, dificilmente o agrônomo do futuro terá condições de realizar diagnósticos rápidos e, dentre um universo de possibilidades, escolher pela melhor solução em três grandes áreas: precisão, biológicos/químicos e engenharia genética.
 
Para conferir a matéria completa acesse nossa versão digital CLICANDO AQUI.

Fonte: Revista Canavieiros

Os carreadores do amanhã

09/04/2019

Por: Marino Guerra


Quando um agricultor termina a subida de um morro tem a noção quase exata do que vai encontrar do outro lado.Porém, surpresas como um atoleiro na estrada, o cabo de um poste (quando não ele) no chão, uma reboleira, ou então, ainda pior, um trabalho mal feito de adubação evidenciando a diferença do tamanho das plantas no miolo de um talhão e tantas outras,podem acontecer.

Sentimento igual deve ter o produtor em relação à próxima geração que assumirá aquela área.Na grande maioria dos casos,conhece-a muito bem, viu-a crescer e até já trabalham juntos, porém,o produtor saberá como a nova geração irá liderar só no dia em que isso acontecer.

Há dúvidas também sobre o que pensam hoje os futuros engenheiros agrônomos e como esses principais profissionais envolvidos no negócio irão trabalhar.

Os agricultores mais sábios sabem que essas dúvidas não serão sanadas de imediato porque dependem de tempo, postura, educação, visão de mundo e fase da vida de cada um. Assim, para conhecer como está a lavoura depois do morro, só indo e vendo o que está acontecendo. O mesmo vale para saber quem estará à frente das fazendas no futuro:é preciso chegar lá para ver no que vai dar.

No entanto, já é possível traçar um perfil desses futuros líderes.E pelo que está escrito nas páginas seguintes, parece bastante animador.

A agricultura como ela é
Entre os meses de janeiro e fevereiro, estudantes do quarto e quinto ano de engenharia agronômica da Esalq-USP e integrantes do GEA (Grupo de Experimentação Agrícola), participaram da nona edição da “Expedição Cerrado”, viagem de mais de dois mil quilômetros que percorreu diversas operações agrícolas dos estados do Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Ao saírem do ambiente da universidade e terem um choque de conhecimento ao verem a agricultura como ela é na prática, os futuros profissionais tiveram a oportunidade de iniciar a modelagem do que conhecem na teoria e aproveitar o restante do curso para se adaptarem ao que será encarado pós-formatura.

Quando questionados sobre o que chamou a atenção no manejo, dentro das principais culturas vistas, o grupo foi unânime em apontar para o número de entradas de inseticidas necessário ao combate do bicudo no algodoeiro.
Também relataram que essa é a cultura de manejo mais complexa porque, em primeiro lugar, exige um alto grau de assertividade desde a semente até todos os insumos, que são cotados em dólar.

Outro ponto é o seu grau de especificidade que, além de envolver grande parte do maquinário, parte considerável do portfólio de inseticidas também tem que ser exclusiva.
No campo,chamou a atenção o processo de separação da pluma e do caroço, a agilidade necessária em todo o processo, a alta tecnificação do time e o monitoramento intenso da lavoura.

A soja foi outra cultura que gerou muita quebra de paradigmas dos futuros agrônomos. Diante da questão genética, do alto número de variedades disponíveis no mercado - tendo até cultivares específicas por regiões,os graduandos descobriram um interessante paradoxo.Em algumas lavouras que adotam um número e têm uma atualização mais lenta do plantel varietal, eles perceberam maior resistência à infestação de pragas e doenças.

Ainda na questão genética,chamou à atenção do grupo a visita à unidade da GDM Seeds (fabricante da linha Brasmax), no município de Lucas do Rio Verde-MT.Nela, os alunos acompanharam cada passo do processo de melhoramento genético da soja, o que segundo eles, foi uma rara oportunidade de concretizar, na prática, um conhecimento visto apenas em salas de aula.

“A expedição abre sua mente, depois dela damos mais valor à teoria, pois passamos a conhecê-la na prática”, disse um dos participantes, João Lucas de Castro David, estudante (cursando o quinto ano) de Sertãozinho, cuja a família é cooperada e produtora de cana.

Do ponto de vista técnico, dois fatos mostraram a diferença entre o que entendiam como o correto e o que é feito na roça. O primeiro é em relação ao uso do herbicida 2,4-D, ao qual a soja é bastante sensível, podendo gerar problemas de fito com pequenos erros na dose aplicada. Sob esse aspecto, os alunos ficaram impressionados com a precisão dos agricultores.

A segunda questão é sobre o problema com nematoides de cisto atravessado pela cultura. Segundo os alunos, foi passado pouco conhecimento na universidade comparado ao tamanho do desafio de controle.

Diante do gigantismo que representa o cultivo da soja na região Centro-Oeste do país, os futuros agrônomos aprenderam uma importante lição que, com certeza,os acompanharão ao longo de suas carreiras: em cada propriedade, às vezes até em microambiente, o manejo é sempre diferente.

“Não existe receita de bolo.Cada região, em decorrência da umidade, altitude, tipo de solo, culturas anteriores e tecnologias adotadas, necessitará de um manejo personalizado”, disse o estudante do quinto ano, Gabriel Alves Garcia.
Essa realidade vista na prática também fez com que os graduandos chegassem a um segundo ensinamento importante para a carreira, o de que não existe um produto milagroso, pois o sucesso está na integração entre a adoção de técnicas físicas, monitoramento, recursos tecnológicos e defensivos e fertilizantes tanto de origem química como biológica.
No final da viagem, em Minas Gerais, os estudantes tiveram a oportunidade de se aprofundar na cultura do café em um ambiente de produção com denominação de origem tamanha a sua qualidade, o famoso “Café do Cerrado”.
Lá, viram a ênfase que os próprios produtores deram ao beneficiamento, ao fato da colheita ser totalmente mecanizada, ao grau de profissionalismo e a valorização e investimento em pesquisa.

Também foi notória, ainda mais se comparada com a realidade do Sul de Minas (região mais tradicional na produção de café), a extensão das propriedades, bem maiores.
Todos esses fatores somados dão à produção um valor agregado muito maior que o preço da saca comoditizada.Para ilustrar esse fato,os produtores citaram o exemplo de uma saca de 60 kg, vendida no ano passado, em um leilão,pela bagatela de R$ 72 mil.
Os alunos puderam conhecer a lavoura da qual saiu tal produção, 20 hectares plantados da variedade Laurina, conhecida como a mais rara e exótica e que gera o melhor café filtrado do mundo.

Dos pés de café, duas lições foram assimiladas.Uma é que, dependendo da cultura, é mais interessante focar na qualidade do que no volume de produção. A outra é sobre a importância de uma estratégia de marketing aliada à comunicação eficiente para o ganho de mercado.

No último dia da expedição, os estudantes visitaram a Usina Buriti, unidade da Pedra Agroindustrial, localizada em Buritizal-SP. As conclusões sobre a prática da canavicultura foram divididas em dois grupos, os que já tinham experiência e os quase leigos no assunto.

Dentre os que viram a cultura pela primeira vez,  ficou evidente o sistema de plantio mecanizado como também a forma como a usina faz o controle de qualidade ao analisar o número de gemas sadias enterradas em um metro da linha do talhão.
Durante a visita, foram mostradas as dificuldades em se fazer a meiosi em parceria com a crotalária e também a constituição de grandes talhões, com linha longas, que é consequência do programa de sistematização do terreno visando ao ganho de eficiência na colheita mecanizada.

Para os alunos com experiência no assunto, os destaques foram o sistema de transbordo exclusivo utilizado pelo grupo, caixas, na carroceria,que são substituídas quando ficam cheias, e a estratégia de uso de herbicidas, principalmente o rodízio de princípios ativos como medida para não gerar resistência das daninhas, uma preocupação com a saúde do solo e em relação às consequência são meio ambiente.

Um outro ponto que despertou o interesse de todos foi quando o representante da usina mencionou a importância da cogeração de energia para a empresa, uma área de negócio que os estudantes imaginavam ter uma importância menor.

Nesse quesito,os graduandos conseguiram fazer uma interessante ligação entre a pesquisa e a iniciativa privada, pois, no primeiro dia da expedição, em Sinop-MT, ao visitarem a unidade da Embrapa Agrossilvipastoril, tiveram a oportunidade de conhecer uma variedade de sorgo (ainda em desenvolvimento) mais robusta sob o ponto de vista da biomassa para ser cultivada na reforma dos canaviais, permitindo às usinas a produção de energia elétrica o ano todo.

De um modo geral, a expedição mudou a opinião dos estudantes. Para eles, muitas coisas que são passadas no curso de graduação não são utilizadas pelos produtores, principalmente em práticas de manejo. A questão do controle biológico também foi citada, pois a consideraram pouco utilizada se comparada com a importância dada pela universidade.
O desenvolvimento das cidades também quebrou conceitos errados dos graduandos, pois encontraram, naqueles municípios movidos pela agricultura, organização e desenvolvimentos importantes.Até as condições das estradas eles imaginaram ser bem piores do que as encontradas.

Para finalizar, os futuros agrônomos passaram uma ideia de como imaginam exercer a profissão daqui a dez anos. As opiniões são unânimes e baseadas em duas grandes áreas integradas, tecnologia e conhecimento. Segundo eles, o profissional terá que estar muito alinhado com os avanços tecnológicos no sentido de reconhecer aquilo que realmente é interessante para o seu ambiente de serviço e manejo para produzir com mais eficiência.
Para isso, há a necessidade de sempre questionar e buscar respostas. Sem esse perfil, dificilmente o agrônomo do futuro terá condições de realizar diagnósticos rápidos e, dentre um universo de possibilidades, escolher pela melhor solução em três grandes áreas: precisão, biológicos/químicos e engenharia genética.
 
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