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ROTA 2030: Emenda valoriza biocombustíveis

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Combustível

08/11/2018
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Para a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), a aprovação da MP do Rota 2030 na Câmara dos Deputados (07/11) e no Senado (08/11) trouxe um dispositivo importante: a emenda que trata de incentivo a veículos leves mais eficientes movidos a etanol, como o híbrido flex. Isso significa que esses modelos terão redução de três pontos percentuais de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em relação aos de combustão flex.

A UNICA acompanhou de perto o desenvolvimento do Programa, participando, inclusive, de grupos de trabalho técnicos. Essa emenda foi desenvolvida e sugerida pelo setor sucroenergético em linha com as demandas do setor automotivo, para que sejam valorizados os motores que apresentem maior eficiência energética e redução de emissões com o uso do biocombustível.

"Os motores flex têm muito a ganhar em eficiência e o Rota 2030 reconhece os investimentos em P&D que tem sido feito e que viabilizarão ainda mais o etanol”, conclui Elizabeth Farina, presidente da UNICA.

Fonte: UNICA

ROTA 2030: Emenda valoriza biocombustíveis

08/11/2018

Para a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), a aprovação da MP do Rota 2030 na Câmara dos Deputados (07/11) e no Senado (08/11) trouxe um dispositivo importante: a emenda que trata de incentivo a veículos leves mais eficientes movidos a etanol, como o híbrido flex. Isso significa que esses modelos terão redução de três pontos percentuais de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em relação aos de combustão flex.

A UNICA acompanhou de perto o desenvolvimento do Programa, participando, inclusive, de grupos de trabalho técnicos. Essa emenda foi desenvolvida e sugerida pelo setor sucroenergético em linha com as demandas do setor automotivo, para que sejam valorizados os motores que apresentem maior eficiência energética e redução de emissões com o uso do biocombustível.

"Os motores flex têm muito a ganhar em eficiência e o Rota 2030 reconhece os investimentos em P&D que tem sido feito e que viabilizarão ainda mais o etanol”, conclui Elizabeth Farina, presidente da UNICA.