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Copersucar revisa para baixo projeção da safra de cana do Centro-Sul

19/08/2013 Cana-de-Açúcar POR: Agência Estado
 
A Copersucar revisou para baixo a projeção para a safra de cana-de-açúcar do Centro-Sul em 2013-2014, após chuvas e geadas em áreas produtoras. Em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o diretor-presidente da companhia, Paulo Roberto de Souza, afirmou que a região deve processar 580 milhões de toneladas na temporada, menos que as 595 milhões de toneladas previstas inicialmente. O volume é inferior ao estimado pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), de 589 milhões de toneladas.
O mix de produção também foi revisado. De acordo com Souza, o câmbio e a demanda menor por etanol devem fazer com que a safra não seja tão alcooleira quanto se esperava. Segundo ele, a Copersucar avalia que a temporada deve fechar com um mix de 56% a 55% para etanol, menos que os 57,5% projetados no começo da safra. Quanto aoaçúcar, a porcentagem passou de 42,5% para algo entre 44% e 45%.
Quanto à produção de açúcar, Souza disse que o Centro-Sul deve produzir 33,5 milhões de toneladas, 1,5 milhão de toneladas a mais que o projetado inicialmente. Já a de etanoldeve ser menor. A estimativa passou de 27 bilhões para 26 bilhões de litros, afirmou o diretor-presidente da Copersucar.
´Os três primeiros meses da safra foram bons para a produção de etanol porque choveu muito e os preços do açúcar não estavam atrativos. Agora, o preço do açúcar subiu, o câmbio ficou favorável e o clima também deve ajudar na concentração de ATR (nível de sacarose) na cana, o que é bom para a fabricação de açúcar´, afirmou. ´Com esse dólar, o açúcar tem remunerado de 10% a 15 mais que o (etanol) anidro´, disse.
A Copersucar revisou para baixo a projeção para a safra de cana-de-açúcar do Centro-Sul em 2013-2014, após chuvas e geadas em áreas produtoras. Em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o diretor-presidente da companhia, Paulo Roberto de Souza, afirmou que a região deve processar 580 milhões de toneladas na temporada, menos que as 595 milhões de toneladas previstas inicialmente. O volume é inferior ao estimado pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), de 589 milhões de toneladas.
O mix de produção também foi revisado. De acordo com Souza, o câmbio e a demanda menor por etanol devem fazer com que a safra não seja tão alcooleira quanto se esperava. Segundo ele, a Copersucar avalia que a temporada deve fechar com um mix de 56% a 55% para etanol, menos que os 57,5% projetados no começo da safra. Quanto aoaçúcar, a porcentagem passou de 42,5% para algo entre 44% e 45%.
Quanto à produção de açúcar, Souza disse que o Centro-Sul deve produzir 33,5 milhões de toneladas, 1,5 milhão de toneladas a mais que o projetado inicialmente. Já a de etanoldeve ser menor. A estimativa passou de 27 bilhões para 26 bilhões de litros, afirmou o diretor-presidente da Copersucar.
´Os três primeiros meses da safra foram bons para a produção de etanol porque choveu muito e os preços do açúcar não estavam atrativos. Agora, o preço do açúcar subiu, o câmbio ficou favorável e o clima também deve ajudar na concentração de ATR (nível de sacarose) na cana, o que é bom para a fabricação de açúcar´, afirmou. ´Com esse dólar, o açúcar tem remunerado de 10% a 15 mais que o (etanol) anidro´, disse.