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Crise econômica fecha usinas, e o clima prejudica safra de cana

10/08/2015 Cana-de-Açúcar POR: Portal G1 09/08/15
A crise econômica impactou o balanço das principais usinas sucroalcooleiras do Brasil e do Paraná. No estado o fechamento de 5 das 30 usinas está afetando a economia de pequenas cidades do interior, como é o caso de Tapejara, na região noroeste.
Aliado ao cenário econômico, as condições climáticas estão prejudicando a safra da cana-de-açúcar. As chuvas do mês de julho interromperam a colheita, e por isso, manter a usina em atividade foi difícil. Com o solo molhado, máquinas e caminhões não trabalharam noscanaviais.
"Deveríamos ter moído 323 mil toneladas de cana em um mês, mas moemos só 80 mil toneladas. O equivalmente a 20% da meta", comenta o gerente industrial, Antônio Sperandio.
A chuvarada agravou um quadro que já não andava bem desde 2009, quando as usinas paranaenses começaram a enfrentar problemas financeiros. "Desde esta época não conseguimos reverter a situação, até pela velocidade de crescimento que estávamos. Como a escassez de crédito ficou mais complicada, as empresas começaram a se endividar. Além disso, a proporção de crescimento não foi a mesma da elevação de preço dos produtos. Para se ter uma ideia, o preço do açúcar é o mais baixo da história e chegamos a comercializar o etanol a R$ 1,30. Ou seja, nós estamos vendendo a um custo que agrava mais ainda a situação das unidades industriais", explica o presidente da Associação dos Produtores de Álcool e Açúcar do Estado Paraná Miguel Tranin.
Produtores rurais que arrendavam terras para o plantio de cana-de-açúcar não recebem o valor estipulado em contrato há 3 anos. O agricultor Belmiro Fontana é um deles. Após fazer as contas, ele diz que o arrendamento não compensou e, agora, contabiliza os prejuízos. "A cana não está dando pra fazer safra. Há três anos tudo está parado. E isso complica a vida do produtor", diz.
A crise econômica impactou o balanço das principais usinas sucroalcooleiras do Brasil e do Paraná. No estado o fechamento de 5 das 30 usinas está afetando a economia de pequenas cidades do interior, como é o caso de Tapejara, na região noroeste.
Aliado ao cenário econômico, as condições climáticas estão prejudicando a safra da cana-de-açúcar. As chuvas do mês de julho interromperam a colheita, e por isso, manter a usina em atividade foi difícil. Com o solo molhado, máquinas e caminhões não trabalharam noscanaviais.
"Deveríamos ter moído 323 mil toneladas de cana em um mês, mas moemos só 80 mil toneladas. O equivalmente a 20% da meta", comenta o gerente industrial, Antônio Sperandio.
A chuvarada agravou um quadro que já não andava bem desde 2009, quando as usinas paranaenses começaram a enfrentar problemas financeiros. "Desde esta época não conseguimos reverter a situação, até pela velocidade de crescimento que estávamos. Como a escassez de crédito ficou mais complicada, as empresas começaram a se endividar. Além disso, a proporção de crescimento não foi a mesma da elevação de preço dos produtos. Para se ter uma ideia, o preço do açúcar é o mais baixo da história e chegamos a comercializar o etanol a R$ 1,30. Ou seja, nós estamos vendendo a um custo que agrava mais ainda a situação das unidades industriais", explica o presidente da Associação dos Produtores de Álcool e Açúcar do Estado Paraná Miguel Tranin.
Produtores rurais que arrendavam terras para o plantio de cana-de-açúcar não recebem o valor estipulado em contrato há 3 anos. O agricultor Belmiro Fontana é um deles. Após fazer as contas, ele diz que o arrendamento não compensou e, agora, contabiliza os prejuízos. "A cana não está dando pra fazer safra. Há três anos tudo está parado. E isso complica a vida do produtor", diz.