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Crise na indústria sucroalcooleira gera impactos no Triângulo Mineiro

03/07/2015 Cana-de-Açúcar POR: Portal G1
Duas usinas fechadas e uma com as atividades suspensas prejudicam a economia de Ituiutaba, Ipiaçu, Capinópolis e outras cidades do Pontal. O impacto do desemprego no setor sucroalcooleiro sobrecarrega setores do setor público. Entidades ligadas à área, como a Federação dos trabalhadores na agricultura do estado de Minas Gerais (Fetae-MG) e sindicatos da categoria, estimam que seis mil postos de trabalho foram fechados na região.
No início do mês, comitiva formada por lideranças políticas e empresariais da região foi a Maceió (AL) tentar judicialmente a venda das usinas mesmo antes de concluído o processo de falência. O pedido, porém, não foi acatado pelo Tribunal de Justiça de Alagoas. Diante do impasse, grupos interessados em comprar as usinas aguardam algum avanço no processo.
Capinópolis é uma das cidades mais afetadas. De acordo com o vice-prefeito, Jorginho Jacob Habib, setores de atendimento assistencial à população foram prejudicados. “Além de sobrecarregar a assistência social, já estourando orçamento com cestas básicas e vários itens que são proporcionados para a população, estamos sofrendo muito com tantos desempregos da noite para o dia”, afirmou.
Em Ipiaçú, a secretária de Governo, Márcia Maximino, afirma que o impacto refletiu consideravelmente no mercado imobiliário. “No auge da usina, as pessoas compraram casas, financiaram e conseguiram pagar. Outros tiveram que ir embora e abandonaram os imóveis. Temos vários imóveis em leilão, mas as pessoas que moram na cidade não conseguem comprar, pois não tem emprego”, disse.
Duas usinas fechadas e uma com as atividades suspensas prejudicam a economia de Ituiutaba, Ipiaçu, Capinópolis e outras cidades do Pontal. O impacto do desemprego no setor sucroalcooleiro sobrecarrega setores do setor público. Entidades ligadas à área, como a Federação dos trabalhadores na agricultura do estado de Minas Gerais (Fetae-MG) e sindicatos da categoria, estimam que seis mil postos de trabalho foram fechados na região.
No início do mês, comitiva formada por lideranças políticas e empresariais da região foi a Maceió (AL) tentar judicialmente a venda das usinas mesmo antes de concluído o processo de falência. O pedido, porém, não foi acatado pelo Tribunal de Justiça de Alagoas. Diante do impasse, grupos interessados em comprar as usinas aguardam algum avanço no processo.
Capinópolis é uma das cidades mais afetadas. De acordo com o vice-prefeito, Jorginho Jacob Habib, setores de atendimento assistencial à população foram prejudicados. “Além de sobrecarregar a assistência social, já estourando orçamento com cestas básicas e vários itens que são proporcionados para a população, estamos sofrendo muito com tantos desempregos da noite para o dia”, afirmou.
Em Ipiaçú, a secretária de Governo, Márcia Maximino, afirma que o impacto refletiu consideravelmente no mercado imobiliário. “No auge da usina, as pessoas compraram casas, financiaram e conseguiram pagar. Outros tiveram que ir embora e abandonaram os imóveis. Temos vários imóveis em leilão, mas as pessoas que moram na cidade não conseguem comprar, pois não tem emprego”, disse.