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Em SP, aumento no custo da lavoura preocupa produtores de cana

18/07/2013 Cana-de-Açúcar POR: Globo Rural
Roberto Rosseti aumentou o plantio de cana na fazenda que fica em Ribeirão Preto, nordeste de São Paulo. O agricultor deve colher 15% a mais que na última safra, mas o retorno não será proporcional ao investimento porque o custo de produção subiu.
A conta mais alta começa pelo combustível. Hoje, o valor médio do litro do óleo diesel no estado de São Paulo é de R$ 2,28, aumento de quase 10% em seis meses.
Outro fator que influencia a alta nos custos de produção é o uso, cada vez maior, de inseticidas. Com a mudança da colheita de cana queimada para cana crua, a incidência de pragas aumentou porque a palha deixada no campo pelas máquinas facilita o desenvolvimento, por exemplo, da broca e da cigarrinha. Atualmente, 72% das lavouras de São Paulo têm colheita mecanizada.
Em outra plantação de 500 hectares em Batatais, também no nordeste de São Paulo, a produtividade aumentou. Na última safra chegou a 85 toneladas por hectare, agora é de 90. Já o custo final da produção cresceu 23%.
"Os 15% a mais de produção não vão cobrir o aumento no custo da cana. Agora, o agricultor tem que ter controle nos custos e projetar melhor os próximos investimentos. No meu caso, é hora de pisar no freio", diz o agricultor Marcelo Ravagnani.
A União das Indústrias de Cana-de-Açúcar prevê a moagem de 589 milhões de toneladas nesta safra, um crescimento de 10% em relação ao ano passado.
Roberto Rosseti aumentou o plantio de cana na fazenda que fica em Ribeirão Preto, nordeste de São Paulo. O agricultor deve colher 15% a mais que na última safra, mas o retorno não será proporcional ao investimento porque o custo de produção subiu.
A conta mais alta começa pelo combustível. Hoje, o valor médio do litro do óleo diesel no estado de São Paulo é de R$ 2,28, aumento de quase 10% em seis meses.
Outro fator que influencia a alta nos custos de produção é o uso, cada vez maior, de inseticidas. Com a mudança da colheita de cana queimada para cana crua, a incidência de pragas aumentou porque a palha deixada no campo pelas máquinas facilita o desenvolvimento, por exemplo, da broca e da cigarrinha. Atualmente, 72% das lavouras de São Paulo têm colheita mecanizada.
Em outra plantação de 500 hectares em Batatais, também no nordeste de São Paulo, a produtividade aumentou. Na última safra chegou a 85 toneladas por hectare, agora é de 90. Já o custo final da produção cresceu 23%.
"Os 15% a mais de produção não vão cobrir o aumento no custo da cana. Agora, o agricultor tem que ter controle nos custos e projetar melhor os próximos investimentos. No meu caso, é hora de pisar no freio", diz o agricultor Marcelo Ravagnani.
A União das Indústrias de Cana-de-Açúcar prevê a moagem de 589 milhões de toneladas nesta safra, um crescimento de 10% em relação ao ano passado.