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Estimativa aponta que 40 milhões de toneladas de cana sobraram no Centro-Sul

17/02/2016 Cana-de-Açúcar POR: Agência UDOP
Nesta quarta-feira (17), o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia - CTBE - e a Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp divulgaram o Boletim de Monitoramento da Cultura da Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo referente ao mês de fevereiro de 2016. O boletim traz a entrevista do assessor de tecnologia agronômica do Grupo São Martinho, René de Assis Sordi.
Estima-se que sobraram 40 milhões de toneladas de cana no Centro-Sul, por isso, ele falou sobre a antecipação da safra e quais os malefícios causados por isso. "Algumas atitudes devem ser tomadas para que a cana sobra possa ser colhida com melhores condições. Um exemplo é o uso de maturadores (onde for possível), pois estes podem elevar o ATR e assim melhorarem o desempenho da indústria no processamento", explicou Sordi.
De acordo com o boletim do CTBE, o Grupo São Martinho possui um projeto chamado "Viva Cana" que prevê diversas ações para melhorar o desempenho dos canaviais. Entre elas estão: não pisotear a soqueira durante as chuvas, fazer preparo localizado, entre outras práticas que garantam um canavial pouco compactado e menos agredido.
Nesta quarta-feira (17), o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia - CTBE - e a Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp divulgaram o Boletim de Monitoramento da Cultura da Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo referente ao mês de fevereiro de 2016. O boletim traz a entrevista do assessor de tecnologia agronômica do Grupo São Martinho, René de Assis Sordi.
Estima-se que sobraram 40 milhões de toneladas de cana no Centro-Sul, por isso, ele falou sobre a antecipação da safra e quais os malefícios causados por isso. "Algumas atitudes devem ser tomadas para que a cana sobra possa ser colhida com melhores condições. Um exemplo é o uso de maturadores (onde for possível), pois estes podem elevar o ATR e assim melhorarem o desempenho da indústria no processamento", explicou Sordi.
De acordo com o boletim do CTBE, o Grupo São Martinho possui um projeto chamado "Viva Cana" que prevê diversas ações para melhorar o desempenho dos canaviais. Entre elas estão: não pisotear a soqueira durante as chuvas, fazer preparo localizado, entre outras práticas que garantam um canavial pouco compactado e menos agredido.