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Geadas em canaviais de Mato Grosso do Sul causam perda de 17% da safra

20/08/2013 Cana-de-Açúcar POR: Valor
As geadas que atingiram Mato Grosso do Sul em 23 e 24 de julho provocaram a perda de 17% da safra 2013/14 de cana, informou nesta segunda-feira a Biosul, associação que representa os produtores de bioenergia do Estado. O prejuízo estimado é de R$ 600 milhões.
De acordo com Roberto Hollanda Filho, presidente da Biosul, houve perda de crescimento e de qualidade nos canaviais. “Quando ocorrem as geadas, as usinas então precisam mudar todo o seu plano de colheita e ir a campo para tirar essa cana o quanto antes, ainda que a planta não esteja no estágio ideal para cortes”, disse.
Segundo Hollanda Filho, quatro milhões de toneladas de cana deixarão de ser colhidas, além da perda de qualidade ser de cerca de 10 quilos de ATR (Açúcar Total Recuperável) por tonelada de cana — o que equivaleria a outras 3,5 milhões de toneladas.
Em 15 de agosto, a geada voltou a castigar o sul do Estado, com efeitos ainda em avaliação pela Biosul. Outro problema que deixa o setor em alerta é a possibilidade de incêndio, já que a palha em que foi convertida a vegetação é altamente inflamável.
A preocupação da Biosul já se estende para o próximo ciclo de cana, porque toda a área que já havia sido colhida em quatro meses de safra perdeu toda a brotação e massa verde desenvolvidas. A perspectiva é que o início da próxima safra atrase. “A oferta de mudas para expansão também fica comprometida”, completou o presidente da associação.
As geadas que atingiram Mato Grosso do Sul em 23 e 24 de julho provocaram a perda de 17% da safra 2013/14 de cana, informou nesta segunda-feira a Biosul, associação que representa os produtores de bioenergia do Estado. O prejuízo estimado é de R$ 600 milhões.
De acordo com Roberto Hollanda Filho, presidente da Biosul, houve perda de crescimento e de qualidade nos canaviais. “Quando ocorrem as geadas, as usinas então precisam mudar todo o seu plano de colheita e ir a campo para tirar essa cana o quanto antes, ainda que a planta não esteja no estágio ideal para cortes”, disse.
Segundo Hollanda Filho, quatro milhões de toneladas de cana deixarão de ser colhidas, além da perda de qualidade ser de cerca de 10 quilos de ATR (Açúcar Total Recuperável) por tonelada de cana — o que equivaleria a outras 3,5 milhões de toneladas.
Em 15 de agosto, a geada voltou a castigar o sul do Estado, com efeitos ainda em avaliação pela Biosul. Outro problema que deixa o setor em alerta é a possibilidade de incêndio, já que a palha em que foi convertida a vegetação é altamente inflamável.
A preocupação da Biosul já se estende para o próximo ciclo de cana, porque toda a área que já havia sido colhida em quatro meses de safra perdeu toda a brotação e massa verde desenvolvidas. A perspectiva é que o início da próxima safra atrase. “A oferta de mudas para expansão também fica comprometida”, completou o presidente da associação.