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Grupo Batatais prevê queda de 3,5% no processamento em 2015/2016 de cana

16/03/2015 Cana-de-Açúcar POR: Globo Rural
O Grupo Batatais, com unidades no município homônimo na região de Ribeirão Preto e em Lins (SP), espera processar 6,15 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2015/2016, cuja moagem começou esta semana. O volume, se obtido, será 3,5% menor que o de 6,371 milhões de toneladas de cana moído na safra anterior.
Segundo o sócio da companhia Bernardo Biagi, a estiagem no primeiro semestre do ano passado e em janeiro deste ano é responsável pela perda inicial estimada para a safra atual. "Se dividirmos em três partes, neste ano a safra colhida no primeiro terço tem uma previsão ruim. Se o clima correr bem poderemos ter uma compensação no final do período", disse Biagi.
Para ele, com o preço do açúcar baixo e com as medidas tomadas pelo governo federal para incentivar o etanol, a safra 2015/2016 deve ser mais alcooleira. A companhia espera que 58% da matéria-prima processada seja destinada ao etanol e 42% ao açúcar, ante 54% e 46%, respectivamente, no período anterior.
Com um mix maior, a produção de etanol será de 298 milhões de litros nas usinas do Grupo Batatais, praticamente a mesma da safra passada, finalizada e 301 milhões de litros. Já a produção de açúcar deve ser penalizada com a quebra na safra de cana e pelos preços menos remuneradores e recuará 14%, de 7,7 milhões para 6,6 milhões de sacas entre as safras.
O Açúcar Total Recuperável (ATR) nas duas usinas deve ficar em ano 134 quilos por tonelada processada, ante 138 kg/tonelada em 2014/2015. A quebra prevista no processamento de cana será praticamente restrita à unidade Batatais, que deve processar 3,9 milhões de toneladas de cana em 2015/2016 ante 4,1 milhões na safra passada, baixa de 5%.
Já a moagem na unidade de Lins deve recuar 1% e ficar em 2,25 milhões de toneladas. A usina Batatais tem 99% de plantio e colheita mecanizados, índice que chega a 100% na unidade de Lins.
O Grupo Batatais, com unidades no município homônimo na região de Ribeirão Preto e em Lins (SP), espera processar 6,15 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2015/2016, cuja moagem começou esta semana. O volume, se obtido, será 3,5% menor que o de 6,371 milhões de toneladas de cana moído na safra anterior.
Segundo o sócio da companhia Bernardo Biagi, a estiagem no primeiro semestre do ano passado e em janeiro deste ano é responsável pela perda inicial estimada para a safra atual. "Se dividirmos em três partes, neste ano a safra colhida no primeiro terço tem uma previsão ruim. Se o clima correr bem poderemos ter uma compensação no final do período", disse Biagi.
Para ele, com o preço do açúcar baixo e com as medidas tomadas pelo governo federal para incentivar o etanol, a safra 2015/2016 deve ser mais alcooleira. A companhia espera que 58% da matéria-prima processada seja destinada ao etanol e 42% ao açúcar, ante 54% e 46%, respectivamente, no período anterior.
Com um mix maior, a produção de etanol será de 298 milhões de litros nas usinas do Grupo Batatais, praticamente a mesma da safra passada, finalizada e 301 milhões de litros. Já a produção de açúcar deve ser penalizada com a quebra na safra de cana e pelos preços menos remuneradores e recuará 14%, de 7,7 milhões para 6,6 milhões de sacas entre as safras.
O Açúcar Total Recuperável (ATR) nas duas usinas deve ficar em ano 134 quilos por tonelada processada, ante 138 kg/tonelada em 2014/2015. A quebra prevista no processamento de cana será praticamente restrita à unidade Batatais, que deve processar 3,9 milhões de toneladas de cana em 2015/2016 ante 4,1 milhões na safra passada, baixa de 5%.
Já a moagem na unidade de Lins deve recuar 1% e ficar em 2,25 milhões de toneladas. A usina Batatais tem 99% de plantio e colheita mecanizados, índice que chega a 100% na unidade de Lins.