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Mesmo com investimentos, canaviais estão mais velhos

09/02/2015 Cana-de-Açúcar POR: Valor Econômico
Apesar do esforço do segmento sucroalcooleiro para investir na área agrícola nos últimos anos, na média da região Centro-Sul, os canaviais estão mais "velhos", na avaliação do vice-presidente da Raízen Energia, Pedro
Mizutani. Por isso, diz ele, as chuvas abaixo da média na região, tendem a afetar mais a planta neste ano, uma vez que canaviais mais novos resistem mais a intempéries.
"A idade média ideal é de 3,2 anos. A cada 0,1 ponto de aumento da 'idade' do canavial, a perda de produtividade é de 1 tonelada por hectare", afirma o executivo da Raízen, controlada pela Cosan e pela Shell. 
No último triênio, segundo dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), o percentual da área de cana renovado no Centro-Sul ficou abaixo de 15%, quando o recomendado é 18% para a que a idade média da
plantação se estabilize em 3,2 anos.
De acordo com o diretor-técnico da entidade, Antonio de Padua Rodrigues, o plantio em 2015 ainda está "devagar". "Não estamos observando uma renovação maior do que nos anos anteriores", afirma Rodrigues. 
Além de dificuldades financeiras, os baixos índices de renovação têm relação com condições climáticas desfavoráveis ao plantio, além de falta de mudas no mercado, segundo ele.
Para a safra 2015/16, o vice-presidente da Raízen Energia projeta para o Centro-Sul uma moagem de entre 580 milhões e 585 milhões de toneladas, um incremento de apenas 2,5% em relação às 57 1 milhões da atual temporada - fortemente castigada pela seca. Mizutani não faz projeções para a safra 2015/16 da Raízen, cuja controlada Cosan está em período de silêncio. Maior companhia sucroalcooleira do Brasil, a Raízen processou em 2014/15 perto de 58 milhões de toneladas da matéria-prima.
Apesar de o cenário deste ciclo 2015/16 indicar uma maior tendência de as usinas destinarem mais cana para fabricar etanol, na visão de Mizutani, ainda é cedo para avaliar. "O aumento da tributação na gasolina vai beneficiar o etanol, mas pode também trazer efeito positivo para o açúcar, e mudar o mix ao longo da safra", avalia Mizutani.
Apesar do esforço do segmento sucroalcooleiro para investir na área agrícola nos últimos anos, na média da região Centro-Sul, os canaviais estão mais "velhos", na avaliação do vice-presidente da Raízen Energia, Pedro
Mizutani. Por isso, diz ele, as chuvas abaixo da média na região, tendem a afetar mais a planta neste ano, uma vez que canaviais mais novos resistem mais a intempéries.
"A idade média ideal é de 3,2 anos. A cada 0,1 ponto de aumento da 'idade' do canavial, a perda de produtividade é de 1 tonelada por hectare", afirma o executivo da Raízen, controlada pela Cosan e pela Shell. 
No último triênio, segundo dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), o percentual da área de cana renovado no Centro-Sul ficou abaixo de 15%, quando o recomendado é 18% para a que a idade média da
plantação se estabilize em 3,2 anos.
De acordo com o diretor-técnico da entidade, Antonio de Padua Rodrigues, o plantio em 2015 ainda está "devagar". "Não estamos observando uma renovação maior do que nos anos anteriores", afirma Rodrigues. 
Além de dificuldades financeiras, os baixos índices de renovação têm relação com condições climáticas desfavoráveis ao plantio, além de falta de mudas no mercado, segundo ele.
Para a safra 2015/16, o vice-presidente da Raízen Energia projeta para o Centro-Sul uma moagem de entre 580 milhões e 585 milhões de toneladas, um incremento de apenas 2,5% em relação às 57 1 milhões da atual temporada - fortemente castigada pela seca. Mizutani não faz projeções para a safra 2015/16 da Raízen, cuja controlada Cosan está em período de silêncio. Maior companhia sucroalcooleira do Brasil, a Raízen processou em 2014/15 perto de 58 milhões de toneladas da matéria-prima.
Apesar de o cenário deste ciclo 2015/16 indicar uma maior tendência de as usinas destinarem mais cana para fabricar etanol, na visão de Mizutani, ainda é cedo para avaliar. "O aumento da tributação na gasolina vai beneficiar o etanol, mas pode também trazer efeito positivo para o açúcar, e mudar o mix ao longo da safra", avalia Mizutani.