Moagem atrasada até a 2ª quinzena de maio

13/06/2017 Cana-de-Açúcar POR: Assessoria de Imprensa
O volume de cana-de-açúcar processado pelas unidades produtoras do Centro-Sul totalizou 31,59 milhões de toneladas na segunda metade de maio de 2017, queda de 2,83% sobre o valor observado na mesma quinzena de 2016 (32,51 milhões de toneladas).
 
Essa é a quarta quinzena consecutiva em que se registra retração da moagem em relação ao ciclo 2016/2017. Com isso, a moagem acumulada desde o início da safra 2017/2018 até 1º de junho segue atrasada em 29,53 milhões de toneladas, com 111,84 milhões de toneladas moídas contra 141,37 milhões de toneladas no mesmo período do último ano.
 
A referida redução decorre do atraso no início da safra 2017/2018 e das condições climáticas que interromperam o ritmo esperado de colheita.
 
A produção acumulada de açúcar desde o início da atual safra até 1º de junho atingiu 5,69 milhões de toneladas, retração de 18,75% quando comparado com as 7,01 milhões contabilizadas no mesmo período da safra 2016/2017.
 
Especificamente nos últimos 15 dias de maio deste ano, a fabricação de açúcar alcançou 1,75 milhão de toneladas, contra 1,69 milhão de toneladas em igual data de 2016.
 
A proporção de cana processada pelas unidades autônomas (fábricas que produzem somente etanol) alcançou apenas 15,73% na segunda metade de maio, ante 18,87% observado no mesmo período do último ano.
 
Esse recuo, associado à necessidade de fabricação do açúcar já contratado para entrega no primeiro terço da safra e à baixa disponibilidade do produto nas usinas, explicam o avanço da proporção de matéria-prima direcionada ao açúcar na segunda metade de maio de 2017. Esse cenário pode ser gradativamente alterado com a mudança recentemente observada nos preços de ambos itens, etanol e açúcar. 
 
A fabricação de etanol, por sua vez, alcançou 4,30 bilhões de litros desde o início da safra 2017/2018 até 1º de junho. Deste total, 1,69 bilhão de litros são de anidro e 2,61 bilhões de hidratado.
 
Em relação ao etanol produzido na segunda quinzena de maio, foram registrados 1,20 bilhão de litros em 2017, contra 1,45 bilhão na mesma data do ciclo 2016/2017.
 
Até 1º de junho, 256 unidades produtoras estavam em atividade no Centro-Sul, ante 264 em idêntico período de 2016. A expectativa é de que outras 10 unidades iniciem safra na primeira quinzena de junho.
 
ATR
 
Seguindo a retração observada na moagem, o teor de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de matéria-prima atingiu apenas 118,36 kg no acumulado da safra 2017/2018, frente à 122,31 kg no comparativo com a mesma data do ciclo passado.
 
Na última metade de maio, a concentração de ATR na cana colhida apresentou retração ainda maior em relação à safra 2016/2017: 122,83 kg versus 130,41 kg verificados em igual período de 2016.
 
O volume mais intenso de chuvas e a manutenção de temperatura média mais elevada observados até o momento têm induzido o crescimento vegetativo da planta em detrimento da concentração de ATR.
 
Em relação à produtividade agrícola, dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) em uma amostra de 142 empresas indicam que o rendimento médio da área colhida em maio atingiu 79,98 toneladas por hectare, queda de 5,92% em relação ao índice apurado no mesmo mês de 2016. No acumulado dos meses de abril e maio, a produtividade alcançou 79,13 toneladas por hectare, configurando uma quebra de 9,07% em relação ao mesmo período da safra passada.
 
Vendas de Etanol
 
O volume de etanol comercializado pelas unidades produtoras do Centro-Sul somou 1,14 bilhão de litros na segunda quinzena de maio de 2017, com recuperação de 17,86% comparativamente ao valor apurado na primeira metade do mês. Desse total, 82,59 milhões de litros foram destinados à exportação e 1,06 bilhão de litros ao mercado interno.
 
No mercado doméstico, as vendas de etanol anidro somaram 454,93 milhões de litros, leve aumento em relação aos 430,92 observados na mesma quinzena do último ano. Já as vendas internas de etanol hidratado alcançaram 600,25 milhões de litros nos últimos 15 dias de maio, registrando aumento de 7,09% sobre a primeira quinzena do mesmo mês.
O volume de cana-de-açúcar processado pelas unidades produtoras do Centro-Sul totalizou 31,59 milhões de toneladas na segunda metade de maio de 2017, queda de 2,83% sobre o valor observado na mesma quinzena de 2016 (32,51 milhões de toneladas).
 
Essa é a quarta quinzena consecutiva em que se registra retração da moagem em relação ao ciclo 2016/2017. Com isso, a moagem acumulada desde o início da safra 2017/2018 até 1º de junho segue atrasada em 29,53 milhões de toneladas, com 111,84 milhões de toneladas moídas contra 141,37 milhões de toneladas no mesmo período do último ano.
 
A referida redução decorre do atraso no início da safra 2017/2018 e das condições climáticas que interromperam o ritmo esperado de colheita.
 
A produção acumulada de açúcar desde o início da atual safra até 1º de junho atingiu 5,69 milhões de toneladas, retração de 18,75% quando comparado com as 7,01 milhões contabilizadas no mesmo período da safra 2016/2017.
 
Especificamente nos últimos 15 dias de maio deste ano, a fabricação de açúcar alcançou 1,75 milhão de toneladas, contra 1,69 milhão de toneladas em igual data de 2016.
 
A proporção de cana processada pelas unidades autônomas (fábricas que produzem somente etanol) alcançou apenas 15,73% na segunda metade de maio, ante 18,87% observado no mesmo período do último ano.
 
Esse recuo, associado à necessidade de fabricação do açúcar já contratado para entrega no primeiro terço da safra e à baixa disponibilidade do produto nas usinas, explicam o avanço da proporção de matéria-prima direcionada ao açúcar na segunda metade de maio de 2017. Esse cenário pode ser gradativamente alterado com a mudança recentemente observada nos preços de ambos itens, etanol e açúcar. 
 
A fabricação de etanol, por sua vez, alcançou 4,30 bilhões de litros desde o início da safra 2017/2018 até 1º de junho. Deste total, 1,69 bilhão de litros são de anidro e 2,61 bilhões de hidratado.
 
Em relação ao etanol produzido na segunda quinzena de maio, foram registrados 1,20 bilhão de litros em 2017, contra 1,45 bilhão na mesma data do ciclo 2016/2017.
 
Até 1º de junho, 256 unidades produtoras estavam em atividade no Centro-Sul, ante 264 em idêntico período de 2016. A expectativa é de que outras 10 unidades iniciem safra na primeira quinzena de junho.
 
ATR
 
Seguindo a retração observada na moagem, o teor de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de matéria-prima atingiu apenas 118,36 kg no acumulado da safra 2017/2018, frente à 122,31 kg no comparativo com a mesma data do ciclo passado.
 
Na última metade de maio, a concentração de ATR na cana colhida apresentou retração ainda maior em relação à safra 2016/2017: 122,83 kg versus 130,41 kg verificados em igual período de 2016.
 
O volume mais intenso de chuvas e a manutenção de temperatura média mais elevada observados até o momento têm induzido o crescimento vegetativo da planta em detrimento da concentração de ATR.
 
Em relação à produtividade agrícola, dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) em uma amostra de 142 empresas indicam que o rendimento médio da área colhida em maio atingiu 79,98 toneladas por hectare, queda de 5,92% em relação ao índice apurado no mesmo mês de 2016. No acumulado dos meses de abril e maio, a produtividade alcançou 79,13 toneladas por hectare, configurando uma quebra de 9,07% em relação ao mesmo período da safra passada.
 
Vendas de Etanol
 
O volume de etanol comercializado pelas unidades produtoras do Centro-Sul somou 1,14 bilhão de litros na segunda quinzena de maio de 2017, com recuperação de 17,86% comparativamente ao valor apurado na primeira metade do mês. Desse total, 82,59 milhões de litros foram destinados à exportação e 1,06 bilhão de litros ao mercado interno.
 
No mercado doméstico, as vendas de etanol anidro somaram 454,93 milhões de litros, leve aumento em relação aos 430,92 observados na mesma quinzena do último ano. Já as vendas internas de etanol hidratado alcançaram 600,25 milhões de litros nos últimos 15 dias de maio, registrando aumento de 7,09% sobre a primeira quinzena do mesmo mês.