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MS amarga queda de 15,47% na receita com exportações em 2015

08/09/2015 Cana-de-Açúcar POR: Portal G1
Mato Grosso do Sul amarga uma queda de 15,47% na receita com exportações no acumulado entre janeiro e agosto de 2015 frente ao mesmo período de 2014. O faturamento retrocedeu de US$ 3,846 bilhões para US$ 3,251 bilhões, o que representou uma redução de US$ 594,761 milhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
Dos quatro produtos que lideram o ranking de receita com exportações do estado, sendo responsáveis por 69,76% do faturamento total com essas operações nestes oito meses deste ano, três registraram queda no resultado financeiro ante o desempenho no mesmo intervalo de tempo do ano passado.
A soja, que lidera a listagem, teve queda de receita, no acumulado do segundo quadrimestre de 2015 na comparação com o de 2014, de 3,05%. O faturamento caiu de US$ 1,202 bilhão para US$ 1,165 bilhão, apesar do volume embarcado neste ano ter crescido 27,14%, subindo, na comparação da parcial dos dois anos, de 2,376 milhões de toneladas para 3,021 milhões de toneladas.
Já a celulose, segundo produto do ranking, contabilizou uma queda de faturamento de 9,25 %, com o resultado financeiro retrocedendo de US$ 718,096 milhões para US$ 651,707 milhões. Em quantidade, a diminuição foi de 1,71%, de 1,547 milhão de toneladas para 1,521 milhão de toneladas.
Em terceiro no ranking vem as carnes desossadas e congeladas de bovinos. O produto registrou uma redução de 43,14% na receita na contraposição dos dados de janeiro a agosto de 2015 com os de 2014, passando de US$ 410,969 milhões para US$ 233,717 milhões. Em volume a retração também foi expressiva, 43,14%, de 92,881 mil toneladas para 56,735 mil toneladas.
O açúcar, que fecha a relação dos quatro principais itens exportados por Mato Grosso do Sul, é o único da lista que apresentou crescimento tanto em receita quanto em volume embarcados. Em faturamento o incremento foi de 2,30%, subindo de US$ 212,707 milhões para US$ 217,600 milhões e em quantidade de 21,89%, de 539,478 mil toneladas para 657,598 mil toneladas. 
Mato Grosso do Sul amarga uma queda de 15,47% na receita com exportações no acumulado entre janeiro e agosto de 2015 frente ao mesmo período de 2014. O faturamento retrocedeu de US$ 3,846 bilhões para US$ 3,251 bilhões, o que representou uma redução de US$ 594,761 milhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
 
Dos quatro produtos que lideram o ranking de receita com exportações do estado, sendo responsáveis por 69,76% do faturamento total com essas operações nestes oito meses deste ano, três registraram queda no resultado financeiro ante o desempenho no mesmo intervalo de tempo do ano passado.
A soja, que lidera a listagem, teve queda de receita, no acumulado do segundo quadrimestre de 2015 na comparação com o de 2014, de 3,05%. O faturamento caiu de US$ 1,202 bilhão para US$ 1,165 bilhão, apesar do volume embarcado neste ano ter crescido 27,14%, subindo, na comparação da parcial dos dois anos, de 2,376 milhões de toneladas para 3,021 milhões de toneladas.
Já a celulose, segundo produto do ranking, contabilizou uma queda de faturamento de 9,25 %, com o resultado financeiro retrocedendo de US$ 718,096 milhões para US$ 651,707 milhões. Em quantidade, a diminuição foi de 1,71%, de 1,547 milhão de toneladas para 1,521 milhão de toneladas.
Em terceiro no ranking vem as carnes desossadas e congeladas de bovinos. O produto registrou uma redução de 43,14% na receita na contraposição dos dados de janeiro a agosto de 2015 com os de 2014, passando de US$ 410,969 milhões para US$ 233,717 milhões. Em volume a retração também foi expressiva, 43,14%, de 92,881 mil toneladas para 56,735 mil toneladas.
O açúcar, que fecha a relação dos quatro principais itens exportados por Mato Grosso do Sul, é o único da lista que apresentou crescimento tanto em receita quanto em volume embarcados. Em faturamento o incremento foi de 2,30%, subindo de US$ 212,707 milhões para US$ 217,600 milhões e em quantidade de 21,89%, de 539,478 mil toneladas para 657,598 mil toneladas.