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MS bate recorde histórico na produção de cana-de-açucar

24/12/2012 Cana-de-Açúcar POR: Dourados News
A safra 2012/2013 da cana-de-açúcar ainda continua em Mato Grosso do Sul. Mesmo com a moagem em andamento, balanço da Associação dos Produtores de Bioenergia (Biosul) aponta que as usinas do estado processaram até a segunda quinzena de novembro 35 milhões de toneladas.
O volume é 3,44% maior do que o registrado em todo o ciclo passado (2011/2012), que foi de 33,8 milhões de toneladas, e quebra o recorde histórico de produção da cultura no estado que havia sido estabelecido naquela safra.
Com o volume de cana moída, o parque industrial sucroenergético sul-mato-grossense já produziu 1,66 milhões de toneladas de açúcar e 1,795 bilhão de litros de etanol. O mix de produção, ou seja, a quantidade de matéria-prima que é destinada a fabricação de cada produto ficou em 63,66% para o etanol e 36,34% para o açúcar.
Segundo o gerente executivo da Biosul, Paulo Aurélio, o aumento previsto para a produção de cana no estado nesta safra era ainda maior, em torno de 14%, mas problemas climático no início do ciclo atrapalharam a moagem. “Não vamos crescer no patamar previsto, mas vamos fechar a safra com um incremento de 4% a 5% em razão desses imprevistos”, explica.
Esse volume de produção, conforme a Biosul, coloca Mato Grosso do Sul na posição de quinto maior produtor nacional de cana-de-açúcar no país. Entretanto, na avaliação do consultor econômico João Pedro Cuthi Dias a produção poderia ser bem maior.
“Existem alguns problemas momentâneos, como o do preço do etanol, por exemplo. Mas a capacidade industrial que temos instalada no estado poderia moer até 60% a mais do que foi processado”, analisa, completando que Mato Grosso do Sul reúne todas as condições para em médio prazo se tornar o segundo maior produtor brasileiro.
“Temos todas as condições. Como solo e clima adequados e disponibilidade de terras. Podemos aumentar a produção de cana sem causar nenhum impacto a outras atividades como a produção de soja, milho e a pecuária. As condições do estado são extremamente favoráveis para isso”, conclui.
A safra 2012/2013 da cana-de-açúcar ainda continua em Mato Grosso do Sul. Mesmo com a moagem em andamento, balanço da Associação dos Produtores de Bioenergia (Biosul) aponta que as usinas do estado processaram até a segunda quinzena de novembro 35 milhões de toneladas.
O volume é 3,44% maior do que o registrado em todo o ciclo passado (2011/2012), que foi de 33,8 milhões de toneladas, e quebra o recorde histórico de produção da cultura no estado que havia sido estabelecido naquela safra.
Com o volume de cana moída, o parque industrial sucroenergético sul-mato-grossense já produziu 1,66 milhões de toneladas de açúcar e 1,795 bilhão de litros de etanol. O mix de produção, ou seja, a quantidade de matéria-prima que é destinada a fabricação de cada produto ficou em 63,66% para o etanol e 36,34% para o açúcar.
Segundo o gerente executivo da Biosul, Paulo Aurélio, o aumento previsto para a produção de cana no estado nesta safra era ainda maior, em torno de 14%, mas problemas climático no início do ciclo atrapalharam a moagem. “Não vamos crescer no patamar previsto, mas vamos fechar a safra com um incremento de 4% a 5% em razão desses imprevistos”, explica.
Esse volume de produção, conforme a Biosul, coloca Mato Grosso do Sul na posição de quinto maior produtor nacional de cana-de-açúcar no país. Entretanto, na avaliação do consultor econômico João Pedro Cuthi Dias a produção poderia ser bem maior.
“Existem alguns problemas momentâneos, como o do preço do etanol, por exemplo. Mas a capacidade industrial que temos instalada no estado poderia moer até 60% a mais do que foi processado”, analisa, completando que Mato Grosso do Sul reúne todas as condições para em médio prazo se tornar o segundo maior produtor brasileiro.
“Temos todas as condições. Como solo e clima adequados e disponibilidade de terras. Podemos aumentar a produção de cana sem causar nenhum impacto a outras atividades como a produção de soja, milho e a pecuária. As condições do estado são extremamente favoráveis para isso”, conclui.