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Odebrecht Agro contrata Rothschild e Virtus para refinanciar R$ 9 bilhões

05/11/2015 Cana-de-Açúcar POR: Reuters
A sucroenergética Odebrecht Agroindustrial (ODB Agro), com nove usinas no Brasil, contratou a Rothschild e a Virtus BR Partners para assessoramento no refinanciamento de R$ 9 bilhões em empréstimos bancários. A informação foi repassada à Reuters por duas fontes que estariam ligadas ao plano de renegociação.
A europeia Rothschild e a brasileira Virtus são consultorias financeiras especializada em prestar consultoria a empresas em dificuldades. As empresas já contataram todos os bancos envolvidos no processo e conseguiram uma paralisação nos pagamentos, segundo uma das fontes, que pediu para não ser identificada, já que o plano mantém-se em sigilo. Tanto a Odebrecht quanto as consultorias optaram por não se manifestar sobre a notícia.
Por outro lado, a ODB Agro em comunicado à Reuters, declarou que o refinanciamento, que vai buscar prolongar vencimentos, é condicionado a uma injeção direta de dinheiro no caixa da companhia de R$ 836 milhões, por meio de aumento de capital, anunciado em outubro.
A ODB Agro amarga quatro prejuízos em cinco safras, sendo que o mais recente, em 2014/15, atingiu um valor negativo de R$ 1,2 bilhão – no fechamento do mesmo exercício as dívidas da companhia somavam R$ 13,5 bilhões.
Um agravante da crítica situação da sucroenergética é a situação de sua controladora, o conglomerado baiano Odebrecht, que enfrenta as consequências da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga a corrupção em companhias estatais.
Apesar do cenário negativo, a companhia conclui investimentos para expansão no setor de açúcar e álcool este ano. No final de outubro, a ODB Agro recebeu a autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar a capacidade ampliada na Usina Eldorado, localizada em Rio Brilhante (MS). O grupo investiu cerca de R$ 300 milhões para elevar a capacidade de produção da unidade, que passou a uma moagem de 3,5 milhões de toneladas.
Antes disso, em julho, já havia fializado a ampliação da Usina Rio Claro, em Caçú (GO), que passou a ter instalações para produzir 1,2 milhão de litros de etanol anidro por dia, além dos 1,8 milhão de litros diários de etanol hidratado que já podia fabricar.
A sucroenergética Odebrecht Agroindustrial (ODB Agro), com nove usinas no Brasil, contratou a Rothschild e a Virtus BR Partners para assessoramento no refinanciamento de R$ 9 bilhões em empréstimos bancários. A informação foi repassada à Reuters por duas fontes que estariam ligadas ao plano de renegociação.
A europeia Rothschild e a brasileira Virtus são consultorias financeiras especializada em prestar consultoria a empresas em dificuldades. As empresas já contataram todos os bancos envolvidos no processo e conseguiram uma paralisação nos pagamentos, segundo uma das fontes, que pediu para não ser identificada, já que o plano mantém-se em sigilo. Tanto a Odebrecht quanto as consultorias optaram por não se manifestar sobre a notícia.
Por outro lado, a ODB Agro em comunicado à Reuters, declarou que o refinanciamento, que vai buscar prolongar vencimentos, é condicionado a uma injeção direta de dinheiro no caixa da companhia de R$ 836 milhões, por meio de aumento de capital, anunciado em outubro.
A ODB Agro amarga quatro prejuízos em cinco safras, sendo que o mais recente, em 2014/15, atingiu um valor negativo de R$ 1,2 bilhão – no fechamento do mesmo exercício as dívidas da companhia somavam R$ 13,5 bilhões.
Um agravante da crítica situação da sucroenergética é a situação de sua controladora, o conglomerado baiano Odebrecht, que enfrenta as consequências da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga a corrupção em companhias estatais.
Apesar do cenário negativo, a companhia conclui investimentos para expansão no setor de açúcar e álcool este ano. No final de outubro, a ODB Agro recebeu a autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar a capacidade ampliada na Usina Eldorado, localizada em Rio Brilhante (MS). O grupo investiu cerca de R$ 300 milhões para elevar a capacidade de produção da unidade, que passou a uma moagem de 3,5 milhões de toneladas.
Antes disso, em julho, já havia fializado a ampliação da Usina Rio Claro, em Caçú (GO), que passou a ter instalações para produzir 1,2 milhão de litros de etanol anidro por dia, além dos 1,8 milhão de litros diários de etanol hidratado que já podia fabricar.