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Pecuaristas trocam pastagens por lavouras de cana no interior de SP

02/05/2013 Cana-de-Açúcar POR: Globo Rural
A paixão pela pecuária é de família, mas Daniel Martins Filho confessa: está cada vez mais difícil trabalhar com o segmento.
Na propriedade em Tarabai, ele mantém 900 das 1,6 mil cabeças que já teve. O rebanho diminiu porque há três anos o produtor arrendou parte da propriedade para uma usina de açúcar e álcool por um período de 15 anos.
Segundo Daniel, hoje o rendimento da fazenda é cerca de 25% maior do que na época em que a pecuária reinava.
Em outra propriedade em Estrela do Norte, há um ano e meio, a cana-de-açúcar mudou o cenário antes dominado por bois. O arrendamento também foi feito por uma usina e restaram apenas 30 cabeças de gado na propriedade de Roberto Cortez.
Os gastos com insumos, alimentação, vacinas e mão de obra acabaram. Antes o pecuarista precisava de dois funcionários para cuidar do rebanho, hoje não tem nenhum. Além disso, com a terra arrendada, o produtor tem dinheiro garantido. "É mais rentável e dá menos dor de cabeça", conta.
Com a cotação do boi abaixo de R$ 100 a arroba, os pecuaistas têm investido cada vez mais em outras culturas, o que faz com que o rebanho da região diminua. Já a área plantada com cana, no oeste de São Paulo, aumentou 30% de 2010 até agora.
A paixão pela pecuária é de família, mas Daniel Martins Filho confessa: está cada vez mais difícil trabalhar com o segmento.
Na propriedade em Tarabai, ele mantém 900 das 1,6 mil cabeças que já teve. O rebanho diminiu porque há três anos o produtor arrendou parte da propriedade para uma usina de açúcar e álcool por um período de 15 anos.
Segundo Daniel, hoje o rendimento da fazenda é cerca de 25% maior do que na época em que a pecuária reinava.
Em outra propriedade em Estrela do Norte, há um ano e meio, a cana-de-açúcar mudou o cenário antes dominado por bois. O arrendamento também foi feito por uma usina e restaram apenas 30 cabeças de gado na propriedade de Roberto Cortez.
Os gastos com insumos, alimentação, vacinas e mão de obra acabaram. Antes o pecuarista precisava de dois funcionários para cuidar do rebanho, hoje não tem nenhum. Além disso, com a terra arrendada, o produtor tem dinheiro garantido. "É mais rentável e dá menos dor de cabeça", conta.
Com a cotação do boi abaixo de R$ 100 a arroba, os pecuaistas têm investido cada vez mais em outras culturas, o que faz com que o rebanho da região diminua. Já a área plantada com cana, no oeste de São Paulo, aumentou 30% de 2010 até agora.