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Postergar a reforma do canavial traz economia, mas envelhece o canavial e reflete na produtividade

23/11/2015 Cana-de-Açúcar POR: Canaonline
Segundo Cássio Paggiaro, diretor agrícola da Clealco, nesta safra a empresa terá aumento da produtividade agrícola, em relação à estimativa inicial do ciclo, em torno de 8%. Porém, as chuvas que aumentaram a produtividade estão dificultando a operacionalização da safra.
“E é assim em todo o Centro-Sul, mas principalmente em São Paulo. Estamos tendo mais cana e menos tempo para processar. Isso provavelmente leve a um volume de cana que não deverá ser processada nesta safra”, diz.
É difícil estimar ainda na Clealco quanta cana vai bisar. Depende do clima na reta final. “Com a normalidade das chuvas para essa época, que já são chuvas relativamente intensas, acima de 150 mm por mês, achamos que pode ficar de 5% a 10% de cana sem processar.”
Mas o clima influenciou tão positivamente na produtividade que, em áreas em que Paggiaro projetava produção menor e poderiam ser reformadas, foi surpreendido.
A boa resposta dos canaviais às chuvas inclusive levará a usina a postergar a reforma de algumas áreas. Mas o que contribui muito nessa decisão, em tempos de crise, é a economia que se tem ao poder deixar a substituição de uma área do canavial para depois.
E graças à influência de São Pedro, esta decisão poderá ser tomada pela maioria das empresas no Centro-Sul em parte considerável dos canaviais. Afinal, apesar de o cenário de preços dos produtos do setor estar melhorando, a situação econômico-financeira das empresas ainda precisa ser equilibrada.
“E diminuir o plantio significa gastar menos. Mas o produtor e a usina têm que colocar na planilha e ver reflexo do plantio menor daqui a um ano, dois anos, três anos. Quando reduz plantio, envelhece canavial, diminui a produtividade e, num médio espaço de tempo, reduz a produção como um todo”, sublinha Paggiaro.
A Clealco considera como média adequada de renovação a taxa de 18% por safra, mas nesse ano a média de reforma da empresa ficará em torno de 12%. “Estaremos bem abaixo do ideal, mas estamos apostando que algumas áreas terão bom desempenho durante mais um ciclo”, pontua Paggiaro.
Segundo Cássio Paggiaro, diretor agrícola da Clealco, nesta safra a empresa terá aumento da produtividade agrícola, em relação à estimativa inicial do ciclo, em torno de 8%. Porém, as chuvas que aumentaram a produtividade estão dificultando a operacionalização da safra.
“E é assim em todo o Centro-Sul, mas principalmente em São Paulo. Estamos tendo mais cana e menos tempo para processar. Isso provavelmente leve a um volume de cana que não deverá ser processada nesta safra”, diz.
É difícil estimar ainda na Clealco quanta cana vai bisar. Depende do clima na reta final. “Com a normalidade das chuvas para essa época, que já são chuvas relativamente intensas, acima de 150 mm por mês, achamos que pode ficar de 5% a 10% de cana sem processar.”
Mas o clima influenciou tão positivamente na produtividade que, em áreas em que Paggiaro projetava produção menor e poderiam ser reformadas, foi surpreendido.
A boa resposta dos canaviais às chuvas inclusive levará a usina a postergar a reforma de algumas áreas. Mas o que contribui muito nessa decisão, em tempos de crise, é a economia que se tem ao poder deixar a substituição de uma área do canavial para depois.
E graças à influência de São Pedro, esta decisão poderá ser tomada pela maioria das empresas no Centro-Sul em parte considerável dos canaviais. Afinal, apesar de o cenário de preços dos produtos do setor estar melhorando, a situação econômico-financeira das empresas ainda precisa ser equilibrada.
“E diminuir o plantio significa gastar menos. Mas o produtor e a usina têm que colocar na planilha e ver reflexo do plantio menor daqui a um ano, dois anos, três anos. Quando reduz plantio, envelhece canavial, diminui a produtividade e, num médio espaço de tempo, reduz a produção como um todo”, sublinha Paggiaro.
A Clealco considera como média adequada de renovação a taxa de 18% por safra, mas nesse ano a média de reforma da empresa ficará em torno de 12%. “Estaremos bem abaixo do ideal, mas estamos apostando que algumas áreas terão bom desempenho durante mais um ciclo”, pontua Paggiaro.