atendimento@revistacanavieiros.com.br (16) 3946-3300

Produção do Centro-Sul deve aumentar 9% em 2013/14, para 580 mi/ton

25/02/2013 Cana-de-Açúcar POR: Agência Estado
O banco Rabobank projetou nesta segunda-feira que a colheita de cana-de-açúcar em 2013/14 no Centro-Sul do Brasil, principal região produtora do País, deve ter forte recuperação ante o ciclo anterior, crescendo 9%, para 580 milhões de toneladas. 
O Centro-Sul responde pelo cultivo de quase 90% da cana brasileira, esmagada para produzir açúcar demerara e etanol. Em 2012/13, a região processou 532 milhões de toneladas de cana. 
No Brasil, ao contrário de outros países produtores, a grande maioria das usinas processa tanto açúcar quanto etanol, o que significa que safras de ambos podem variar em resposta às projeções de preços. ´Essa conexão é particularmente importante este ano porque o Brasil deve ter uma produção de cana volumosa, em um momento em que a oferta global de açúcar já é abundante´, disse o analista do Rabobank Andy Duff. ´Esse fator associado ao anúncio recente de um aumento de 6,6% dos preços da gasolina nas refinarias estão despertando discussões sobre o quão baixos os preços globais do açúcar podem ficar em 2013´, acrescentou. 
A instituição espera que os preços locais do etanol sigam firmes em 2013/14, ficando em média em R$ 1,27 por litro na temporada, o que é equivalente à cotação do açúcar demerara negociado na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), que está perto de 19 cents/lb. Na sexta-feira, o vencimento maio, de maior liquidez, encerrou a 18,15 cents/lb.
Por causa da típica sazonalidade da oferta e demanda do etanol, no entanto, o Rabobank estima que os preços podem recuar até o equivalente a 17 cents/lb entre maio e julho. As informações são da Dow Jones.
O banco Rabobank projetou nesta segunda-feira que a colheita de cana-de-açúcar em 2013/14 no Centro-Sul do Brasil, principal região produtora do País, deve ter forte recuperação ante o ciclo anterior, crescendo 9%, para 580 milhões de toneladas. 
O Centro-Sul responde pelo cultivo de quase 90% da cana brasileira, esmagada para produzir açúcar demerara e etanol. Em 2012/13, a região processou 532 milhões de toneladas de cana. 
No Brasil, ao contrário de outros países produtores, a grande maioria das usinas processa tanto açúcar quanto etanol, o que significa que safras de ambos podem variar em resposta às projeções de preços. ´Essa conexão é particularmente importante este ano porque o Brasil deve ter uma produção de cana volumosa, em um momento em que a oferta global de açúcar já é abundante´, disse o analista do Rabobank Andy Duff. ´Esse fator associado ao anúncio recente de um aumento de 6,6% dos preços da gasolina nas refinarias estão despertando discussões sobre o quão baixos os preços globais do açúcar podem ficar em 2013´, acrescentou. 
A instituição espera que os preços locais do etanol sigam firmes em 2013/14, ficando em média em R$ 1,27 por litro na temporada, o que é equivalente à cotação do açúcar demerara negociado na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), que está perto de 19 cents/lb. Na sexta-feira, o vencimento maio, de maior liquidez, encerrou a 18,15 cents/lb.
Por causa da típica sazonalidade da oferta e demanda do etanol, no entanto, o Rabobank estima que os preços podem recuar até o equivalente a 17 cents/lb entre maio e julho. As informações são da Dow Jones.