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Produtor de cana em Piracicaba tem pago para trabalhar, diz associação

05/08/2013 Cana-de-Açúcar POR: G1
Agricultores se dizem prejudicados com a proibição da queima da cana. Entidade acredita que programa da União poderia solucionar os problemas.
A proibição da queima controlada da palha da cana-de-açúcar é um dos principais fatores que têm influenciado no aumento do custo da produção do pequeno e médio produtor de Piracicaba (SP), segundo afirmou o gerente do Departamento Técnico Agronômico da Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba (Afocap), José Rodolfo Penatti. Ainda de acordo com ele, os produtores estão praticamente "pagando para trabalhar."
De acordo com Penatti, o custo da produção é de R$ 70 por tonelada da cana, enquanto o valor de venda está em apenas R$ 58. “Nossa região é formada, na maioria, por pequenos e médios produtores que não possuem o maquinário necessário para realizar a colheita da cana crua e precisam pagar mais caro pelo serviço manual”, explicou o gerente. 
A projeção para a colheita da safra 2013 é de 590 milhões de toneladas para toda a região Centro-Sul, de acordo com Penatti. “A safra começou bem em abril, mas a chuva fora de época ocorrida em maio atrapalhou todo o desenvolvimento. Com o frio dos últimos dias, possivelmente a safra volte ao normal.”
Solução rápida
Penatti acredita que a solução, a curto prazo, seria a ajuda do governo federal aos pequenos e médios produtores por meio de um programa de subvenção, que injetaria dinheiro diretamente na produção.
Na última sexta-feira (2), pelo menos 250 pequenos e médios produtores do setor sucroalcooleiro da região se reuniram na Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana) para protestar contra as dificuldades que o setor vem enfrentando em todo o país.
A manifestação cobrou ações rápidas e diretas da presidenta Dilma Housseff (PT) e ainda antecipou que, até o final de agosto, os produtores pretendem fazer novo protesto na cidade. De acordo com o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS), a intenção é chamar a atenção da sociedade e colocar o maquinário na rua durante a manifestação.
Agricultores se dizem prejudicados com a proibição da queima da cana. Entidade acredita que programa da União poderia solucionar os problemas.
A proibição da queima controlada da palha da cana-de-açúcar é um dos principais fatores que têm influenciado no aumento do custo da produção do pequeno e médio produtor de Piracicaba (SP), segundo afirmou o gerente do Departamento Técnico Agronômico da Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba (Afocap), José Rodolfo Penatti. Ainda de acordo com ele, os produtores estão praticamente "pagando para trabalhar."
De acordo com Penatti, o custo da produção é de R$ 70 por tonelada da cana, enquanto o valor de venda está em apenas R$ 58. “Nossa região é formada, na maioria, por pequenos e médios produtores que não possuem o maquinário necessário para realizar a colheita da cana crua e precisam pagar mais caro pelo serviço manual”, explicou o gerente. 
A projeção para a colheita da safra 2013 é de 590 milhões de toneladas para toda a região Centro-Sul, de acordo com Penatti. “A safra começou bem em abril, mas a chuva fora de época ocorrida em maio atrapalhou todo o desenvolvimento. Com o frio dos últimos dias, possivelmente a safra volte ao normal.”
Solução rápida
Penatti acredita que a solução, a curto prazo, seria a ajuda do governo federal aos pequenos e médios produtores por meio de um programa de subvenção, que injetaria dinheiro diretamente na produção.
Na última sexta-feira (2), pelo menos 250 pequenos e médios produtores do setor sucroalcooleiro da região se reuniram na Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana) para protestar contra as dificuldades que o setor vem enfrentando em todo o país.
A manifestação cobrou ações rápidas e diretas da presidenta Dilma Housseff (PT) e ainda antecipou que, até o final de agosto, os produtores pretendem fazer novo protesto na cidade. De acordo com o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS), a intenção é chamar a atenção da sociedade e colocar o maquinário na rua durante a manifestação.