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Produtor investe em mecanização da colheita em canaviais de SP

31/07/2012 Cana-de-Açúcar POR: Portal G1
Segundo a Associação dos Produtores do Vale do Paranapanema, as máquinas já fazem a colheita em cerca de 80% da área de cana.
A máquina está substituindo o homem no trabalho do corte da cana queimada nos canaviais do interior de São Paulo. A troca ocorre em função do cumprimento de um acordo firmado entre o governo do estado e as usinas.
Uma colhedeira realiza o serviço de 80 homens, mas o custo é alto. Uma máquina não sai por menos de R$ 1 milhão.
O gerente de uma fazenda Carlos Eduardo Caron calcula o investimento. "Com a parada da queima em 2014 nós fomos forçados a ter alguma atitude. Junto com a máquina tem treinamento do pessoal, caminhão-oficina, caminhão, trator e a modificação do sistema de carregamento. A colheita mecanizada é feita em pedacinhos de cana, em toletes. Já na colheita manual, a cana é inteira. A carroceira do caminhão é diferente. Então, isso gera um custo muito alto. Nosso custo de implantação no início gerou em torno de R$ 1,6 milhão", diz.
As máquinas não param na fazenda do agricultor Sérgio Pessoa Cardoso, onde são colhidas por dia 900 toneladas de cana. O produtor, que investiu em duas colhedeiras, espera ter 100% da colheita mecanizada em pouco tempo.
A compra por meio de cooperativa ou a terceirização da colheita podem ser alternativas para os pequenos produtores e fornecedores que não têm o dinheiro para o investimento na mecanização. Sérgio Cardoso, por exemplo, colhe na própria fazenda e em outras duas propriedades vizinhas.
Os trabalhadores contratados para o corte da cana no passado não ficaram desempregados. Muitos fizeram cursos de aperfeiçoamento e migraram para outros cargos na colheita.
Segundo a Associação dos Produtores do Vale do Paranapanema, as máquinas já fazem a colheita em cerca de 80% da área de cana.
A máquina está substituindo o homem no trabalho do corte da cana queimada nos canaviais do interior de São Paulo. A troca ocorre em função do cumprimento de um acordo firmado entre o governo do estado e as usinas.
Uma colhedeira realiza o serviço de 80 homens, mas o custo é alto. Uma máquina não sai por menos de R$ 1 milhão.
O gerente de uma fazenda Carlos Eduardo Caron calcula o investimento. "Com a parada da queima em 2014 nós fomos forçados a ter alguma atitude. Junto com a máquina tem treinamento do pessoal, caminhão-oficina, caminhão, trator e a modificação do sistema de carregamento. A colheita mecanizada é feita em pedacinhos de cana, em toletes. Já na colheita manual, a cana é inteira. A carroceira do caminhão é diferente. Então, isso gera um custo muito alto. Nosso custo de implantação no início gerou em torno de R$ 1,6 milhão", diz.
As máquinas não param na fazenda do agricultor Sérgio Pessoa Cardoso, onde são colhidas por dia 900 toneladas de cana. O produtor, que investiu em duas colhedeiras, espera ter 100% da colheita mecanizada em pouco tempo.
A compra por meio de cooperativa ou a terceirização da colheita podem ser alternativas para os pequenos produtores e fornecedores que não têm o dinheiro para o investimento na mecanização. Sérgio Cardoso, por exemplo, colhe na própria fazenda e em outras duas propriedades vizinhas.
Os trabalhadores contratados para o corte da cana no passado não ficaram desempregados. Muitos fizeram cursos de aperfeiçoamento e migraram para outros cargos na colheita.