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Programa de inovação em cana atraiu 48 empresas

20/05/2014 Cana-de-Açúcar POR: Valor Econômico
O PAISS Agrícola, programa de apoio à inovação agrícola da cana-de-açúcar, recebeu R$ 4,52 bilhões em pedidos de financiamento, montante três vezes superior ao seu orçamento, fixado em R$ 1,48 bilhão. O prazo para apresentação dos planos de negócios terminou na sexta-feira passada. O valor total registrado envolve 61 planos de negócios de 48 empresas diferentes.
Lançado em 17 de fevereiro, o PAISS Agrícola foi elaborado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As linhas temáticas mais demandadas foram a de novas variedades e de adaptação de sistemas industriais. Juntas, receberam pedidos da ordem de R$ 2,85 bilhões.
A maior procura foi para apoio via crédito (R$ 3,4 bilhões), seguida pela demanda por apoio via subvenção (R$ 640 milhões). O comitê de avaliação da Finep e do BNDES tem até 20 de junho para apresentar os resultados preliminares da etapa de seleção dos planos de negócios. O cronograma apertado foi criado para que os desembolsos sejam efetuados rapidamente.
"Dessa forma, teremos condições de contratar e realizar os primeiros desembolsos antes do fim do ano", disse o superintendente da área de apoio a projetos inovadores e descentralização da Finep, Alexandre Velloso. O PAISS Agrícola foi criado para fomentar o desenvolvimento e a produção pioneira de tecnologias agrícolas e adaptação de sistemas industriais, no contexto das cadeias produtivas de cana-de-açúcar e outras culturas energéticas compatíveis, complementares ou consorciáveis com o sistema agroindustrial da cana.
Segundo Velloso, entre os objetivos que podem ser atingidos mais a curto prazo estão melhorias em processos de plantio, colheita e adaptações de sistemas industriais para o processamento de culturas energéticas compatíveis. Já objetivos de médio e longo prazo envolvem o desenvolvimento de novas variedades, mais produtivas, com maior teor de fibras ou açúcares, mais resistentes à seca e a pragas, entre outras.
Elisa Soares
O PAISS Agrícola, programa de apoio à inovação agrícola da cana-de-açúcar, recebeu R$ 4,52 bilhões em pedidos de financiamento, montante três vezes superior ao seu orçamento, fixado em R$ 1,48 bilhão. O prazo para apresentação dos planos de negócios terminou na sexta-feira passada. O valor total registrado envolve 61 planos de negócios de 48 empresas diferentes.
Lançado em 17 de fevereiro, o PAISS Agrícola foi elaborado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As linhas temáticas mais demandadas foram a de novas variedades e de adaptação de sistemas industriais. Juntas, receberam pedidos da ordem de R$ 2,85 bilhões.
A maior procura foi para apoio via crédito (R$ 3,4 bilhões), seguida pela demanda por apoio via subvenção (R$ 640 milhões). O comitê de avaliação da Finep e do BNDES tem até 20 de junho para apresentar os resultados preliminares da etapa de seleção dos planos de negócios. O cronograma apertado foi criado para que os desembolsos sejam efetuados rapidamente.
"Dessa forma, teremos condições de contratar e realizar os primeiros desembolsos antes do fim do ano", disse o superintendente da área de apoio a projetos inovadores e descentralização da Finep, Alexandre Velloso. O PAISS Agrícola foi criado para fomentar o desenvolvimento e a produção pioneira de tecnologias agrícolas e adaptação de sistemas industriais, no contexto das cadeias produtivas de cana-de-açúcar e outras culturas energéticas compatíveis, complementares ou consorciáveis com o sistema agroindustrial da cana.
Segundo Velloso, entre os objetivos que podem ser atingidos mais a curto prazo estão melhorias em processos de plantio, colheita e adaptações de sistemas industriais para o processamento de culturas energéticas compatíveis. Já objetivos de médio e longo prazo envolvem o desenvolvimento de novas variedades, mais produtivas, com maior teor de fibras ou açúcares, mais resistentes à seca e a pragas, entre outras.
Elisa Soares