atendimento@revistacanavieiros.com.br (16) 3946-3300

Propriedades de SP voltam a investir na renovação dos canaviais

15/04/2013 Cana-de-Açúcar POR: Globo Rural
Cana nova e produtiva. Sérgio Mortarella anda no meio da plantação em Araraquara, região central de São Paulo, que ainda nem passou pelo primeiro corte. As máquinas só vão entrar em outubro.
Esta vai ser a colheita de inauguração depois da reforma iniciada em parte do canavial, no ano passado.
Produtor há 30 anos, Sérgio ficou os últimos três anos sem renovar. O processo deve ser feito em média, após cinco cortes. Geralmente, uma outra cultura é semeada, como a soja, e depois novos pés de cana são plantados. Se a renovação não for feita, a produtividade cai consideravelmente.
Com a crise financeira de 2008, que afetou o setor produtivo, não sobrou dinheiro para Sérgio e a lavoura ficou como estava. Hoje restaram talhões velhos demais, alguns estão no oitavo corte.
Otimista, Sérgio atualmente já renovou mais de 70 dos 550 hectares plantados e pretende aumentar ainda mais essa área na próxima safra.
A região Centro-Sul deve produzir 81 toneladas de cana por hectare nesta safra. Na safra passada foram 74 toneladas. O aumento tem duas explicações: as boas condições climáticas de 2012 e principalmente a renovação de 20% dos canaviais.
Com cana revigorada para ser colhida, a expectativa agora é que a indústria de açúcar e álcool seja dinamizada. "Estamos em um momento que daqui por diante, vamos ter que investir em novas usinas para expandir a moagem", explica Rodrigo Aguiar, presidente de usina.
Segundo a Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, a produção brasileira de cana-de-açúcar deve chegar a 653 milhões de toneladas este ano, 11% mais do que em 2012.
Cana nova e produtiva. Sérgio Mortarella anda no meio da plantação em Araraquara, região central de São Paulo, que ainda nem passou pelo primeiro corte. As máquinas só vão entrar em outubro.
Esta vai ser a colheita de inauguração depois da reforma iniciada em parte do canavial, no ano passado.
Produtor há 30 anos, Sérgio ficou os últimos três anos sem renovar. O processo deve ser feito em média, após cinco cortes. Geralmente, uma outra cultura é semeada, como a soja, e depois novos pés de cana são plantados. Se a renovação não for feita, a produtividade cai consideravelmente.
Com a crise financeira de 2008, que afetou o setor produtivo, não sobrou dinheiro para Sérgio e a lavoura ficou como estava. Hoje restaram talhões velhos demais, alguns estão no oitavo corte.
Otimista, Sérgio atualmente já renovou mais de 70 dos 550 hectares plantados e pretende aumentar ainda mais essa área na próxima safra.
A região Centro-Sul deve produzir 81 toneladas de cana por hectare nesta safra. Na safra passada foram 74 toneladas. O aumento tem duas explicações: as boas condições climáticas de 2012 e principalmente a renovação de 20% dos canaviais.
Com cana revigorada para ser colhida, a expectativa agora é que a indústria de açúcar e álcool seja dinamizada. "Estamos em um momento que daqui por diante, vamos ter que investir em novas usinas para expandir a moagem", explica Rodrigo Aguiar, presidente de usina.
Segundo a Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, a produção brasileira de cana-de-açúcar deve chegar a 653 milhões de toneladas este ano, 11% mais do que em 2012.