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Raízen é exemplo de produção integrada de etanol de segunda geração

15/03/2016 Cana-de-Açúcar POR: Assessoria de Imprensa
A Raízen foi citada como referência em produção integrada de etanol de primeira e segunda geração por conta do trabalho desenvolvido na unidade Costa Pinto, em Piracicaba (SP). O estudo foi publicado pela IEA - International Energy Agency, organização global autônoma que trabalha em prol do desenvolvimento de fontes limpas de energia.
O documento teve como um de seus consultores Pedro Mizutani, vice-presidente de Relações Externas e Estratégias da Raízen. Intitulado "Towards advanced biofuels: Options for integrating conventional and advanced biofuel production sites" (Em direção de biocombustíveis avançados: opções para integrar unidades produtivas de biocombustível convencional e avançado, em tradução livre), o trabalho ressalta que a sinergia da operação proporciona ganhos logísticos e de custo, além do ganho de eficiência com gestão de biomassa, balanço energético e fermentação.
A companhia assumiu, no final de 2014, um compromisso de desenvolver a energia do futuro por meio de fontes renováveis e mais sustentáveis. O etanol de segunda geração possibilita a redução significativa das emissões dos gases de efeito estufa. Gerado a partir do processamento do bagaço, folhas e cascas da cana-de-açúcar, o biocombustível é mais sustentável do que o etanol convencional, uma vez que permite aumentar a produção do biocombustível utilizando a mesma área plantada. Todo o processo é realizado na Unidade Costa Pinto, localizada em Piracicaba (SP). 
 
A Raízen foi citada como referência em produção integrada de etanol de primeira e segunda geração por conta do trabalho desenvolvido na unidade Costa Pinto, em Piracicaba (SP). O estudo foi publicado pela IEA - International Energy Agency, organização global autônoma que trabalha em prol do desenvolvimento de fontes limpas de energia.
O documento teve como um de seus consultores Pedro Mizutani, vice-presidente de Relações Externas e Estratégias da Raízen. Intitulado "Towards advanced biofuels: Options for integrating conventional and advanced biofuel production sites" (Em direção de biocombustíveis avançados: opções para integrar unidades produtivas de biocombustível convencional e avançado, em tradução livre), o trabalho ressalta que a sinergia da operação proporciona ganhos logísticos e de custo, além do ganho de eficiência com gestão de biomassa, balanço energético e fermentação.
A companhia assumiu, no final de 2014, um compromisso de desenvolver a energia do futuro por meio de fontes renováveis e mais sustentáveis. O etanol de segunda geração possibilita a redução significativa das emissões dos gases de efeito estufa. Gerado a partir do processamento do bagaço, folhas e cascas da cana-de-açúcar, o biocombustível é mais sustentável do que o etanol convencional, uma vez que permite aumentar a produção do biocombustível utilizando a mesma área plantada. Todo o processo é realizado na Unidade Costa Pinto, localizada em Piracicaba (SP).