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Renovação da cana em SP pode ser 3% menor, afirma IEA

21/02/2014 Cana-de-Açúcar POR: Agência Estado
O Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, avalia que a renovação de canaviais no Estado poderá ser 3% menor na comparação com a média dos últimos anos em razão da estiagem fora de época que já dura algumas semanas. ´Ainda que as precipitações entrem em normalidade nos próximos meses, e a cana retome seu crescimento, não terá o mesmo desenvolvimento em razão dos dias mais curtos, com menor luminosidade´, dizem os pesquisadores do IEA, em comunicado.
Os estudiosos destacam, ainda, que os canaviais dificilmente alcançarão seu potencial, ´repercutindo em queda de produção´. Em janeiro, o volume de chuvas em território paulista ficou abaixo dos 250 mm esperados. No norte do Estado, o acumulado ficou entre 50 mm e 100 mm. No leste, sul e oeste, variou de 100 mm a 150 mm. Já a temperatura média foi entre 3ºC a 4ºC mais elevada do que a normalmente observada.
Citando órgãos de monitoramento, o IEA informa que a precipitação na região de Ribeirão Preto foi 71% inferior à prevista para o mês de janeiro, alcançando apenas 88 mm. ´Apesar de a região ter solo argiloso, que retém mais água, ainda assim a situação é preocupante, uma vez que, desde outubro, as chuvas estão bem abaixo da média.´
Nas regiões de Piracicaba, Monte Aprazível, Assis, Capivari e Jaú, a produtividade também já está comprometida, mas ainda não é possível dimensioná-la, conclui o IEA com base em relatos de técnicos das associações de fornecedores.
O Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, avalia que a renovação de canaviais no Estado poderá ser 3% menor na comparação com a média dos últimos anos em razão da estiagem fora de época que já dura algumas semanas. ´Ainda que as precipitações entrem em normalidade nos próximos meses, e a cana retome seu crescimento, não terá o mesmo desenvolvimento em razão dos dias mais curtos, com menor luminosidade´, dizem os pesquisadores do IEA, em comunicado.
Os estudiosos destacam, ainda, que os canaviais dificilmente alcançarão seu potencial, ´repercutindo em queda de produção´. Em janeiro, o volume de chuvas em território paulista ficou abaixo dos 250 mm esperados. No norte do Estado, o acumulado ficou entre 50 mm e 100 mm. No leste, sul e oeste, variou de 100 mm a 150 mm. Já a temperatura média foi entre 3ºC a 4ºC mais elevada do que a normalmente observada.
Citando órgãos de monitoramento, o IEA informa que a precipitação na região de Ribeirão Preto foi 71% inferior à prevista para o mês de janeiro, alcançando apenas 88 mm. ´Apesar de a região ter solo argiloso, que retém mais água, ainda assim a situação é preocupante, uma vez que, desde outubro, as chuvas estão bem abaixo da média.´
Nas regiões de Piracicaba, Monte Aprazível, Assis, Capivari e Jaú, a produtividade também já está comprometida, mas ainda não é possível dimensioná-la, conclui o IEA com base em relatos de técnicos das associações de fornecedores.