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República Dominicana quer aplicar tecnologia brasileira na produção de cana-de-açúcar

15/10/2012 Cana-de-Açúcar POR: UNICA
“A indústria sucroenergética brasileira é madura, organizada e com uma grande diversificação de produtos, o que nos estimula a replicar a mesma experiência em nosso país.” Assim se manifestou o empresário da República Dominicana Luis Rodolfo Abinader, durante visita de um grupo de lideranças do setor privado daquele país à sede da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) em São Paulo na quinta-feira (05/10).
 
“O Brasil fez impressionantes avanços em produtividade e tecnologia, tornando-se uma das poucas indústrias no mundo a aumentar a produção sem deixar de lado a sustentabilidade. Queremos nos espelhar nesta sofisticação para não só aumentar a produtividade, como também desenvolver novos produtos, como o etanol,” explicou Abinader.
 
Segundo o executivo, para acelerar a implementação do biocombustível de cana naquele país, o grupo empresarial, com apoio governamental, está planejando para o próximo ano uma grande conferência em que as vantagens econômicas e sustentáveis do etanol serão apresentadas. “Acreditamos que a cadeia sucroenergética não representa apenas uma atividade do presente. Simboliza um futuro com ganhos financeiros, sim, mas com um destaque muito grande para questões ambientais e sociais,” ressaltou Abinader. 
 
Os visitantes foram recebidos na UNICA pela coordenadora de Relações Institucionais, Luana Maia e pelo diretor executivo da entidade, Eduardo Leão de Sousa, que apresentaram um panorama geral do setor. O crescimento da frota de veículos e motocicletas com a tecnologia flex no mercado doméstico foi destacado, assim como o uso crescente do etanol na indústria química e as práticas sustentáveis adotadas no Brasil pelo setor sucroenergético.
 
A visita do grupo à UNICA fez parte de uma programação de cinco dias no Brasil, que incluiu encontros com representantes da Petrobras Biocombustível; da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); da Casa Cívil; do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA); do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); do Ministério da Agricultura, Pecúaria e Abastecimento (Mapa); do departamento de Agroenergia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); do Centro Nacional de Referência em Biomassa (Cenbio) e da empresa Dedini.
 
Parceria mútua
 
A República Dominicana faz parte de um grupo de países da América Central e Caribe beneficiários do Memorando de Entendimento Brasil-EUA sobre Biocombustíveis. O documento, assinado em março de 2007, estabelece a troca de informações entre os dois maiores produtores de etanol do mundo sobre programas inovadores e políticas que possam incentivar o desenvolvimento e o uso de energias limpas alternativas em outros países. 
 
No âmbito dessa parceria, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou em 2008 um estudo de viabilidade para produção de biocombustíveis em terras dominicanas, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O governo dominicano aguarda mais um aporte financeiro do BID para a execução da segunda fase da pesquisa, que consiste na construção de uma distilaria de etanol com capacidade anual de 200 milhões de litros.
 
Seria a primeira unidade produtora de um conglomerado planejado para o país, para garantir o fornecimento para a já aprovada mistura mandatória na proporção de 5% a 10% de etanol na gasolina. Além de atender ao consumo interno, o desejo é que o país passe a ser exportador do combustível.
 
“A Republica Dominicana possui todas as qualidades necessárias, como clima e espaço geográfico para o desenvolvimento de todos os produtos da cana. Conta ainda a favor deles, o interesse político e o entusiasmo, elementos-chave para o sucesso,” disse Sousa. “Quanto mais países fabricarem etanol, mais rápido ele se tornará uma commodity global,” define o executivo da UNICA.
“A indústria sucroenergética brasileira é madura, organizada e com uma grande diversificação de produtos, o que nos estimula a replicar a mesma experiência em nosso país.” Assim se manifestou o empresário da República Dominicana Luis Rodolfo Abinader, durante visita de um grupo de lideranças do setor privado daquele país à sede da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) em São Paulo na quinta-feira (05/10).
 
“O Brasil fez impressionantes avanços em produtividade e tecnologia, tornando-se uma das poucas indústrias no mundo a aumentar a produção sem deixar de lado a sustentabilidade. Queremos nos espelhar nesta sofisticação para não só aumentar a produtividade, como também desenvolver novos produtos, como o etanol,” explicou Abinader.
 
Segundo o executivo, para acelerar a implementação do biocombustível de cana naquele país, o grupo empresarial, com apoio governamental, está planejando para o próximo ano uma grande conferência em que as vantagens econômicas e sustentáveis do etanol serão apresentadas. “Acreditamos que a cadeia sucroenergética não representa apenas uma atividade do presente. Simboliza um futuro com ganhos financeiros, sim, mas com um destaque muito grande para questões ambientais e sociais,” ressaltou Abinader. 
 
Os visitantes foram recebidos na UNICA pela coordenadora de Relações Institucionais, Luana Maia e pelo diretor executivo da entidade, Eduardo Leão de Sousa, que apresentaram um panorama geral do setor. O crescimento da frota de veículos e motocicletas com a tecnologia flex no mercado doméstico foi destacado, assim como o uso crescente do etanol na indústria química e as práticas sustentáveis adotadas no Brasil pelo setor sucroenergético.
 
A visita do grupo à UNICA fez parte de uma programação de cinco dias no Brasil, que incluiu encontros com representantes da Petrobras Biocombustível; da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); da Casa Cívil; do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA); do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); do Ministério da Agricultura, Pecúaria e Abastecimento (Mapa); do departamento de Agroenergia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); do Centro Nacional de Referência em Biomassa (Cenbio) e da empresa Dedini.
 
Parceria mútua
 
A República Dominicana faz parte de um grupo de países da América Central e Caribe beneficiários do Memorando de Entendimento Brasil-EUA sobre Biocombustíveis. O documento, assinado em março de 2007, estabelece a troca de informações entre os dois maiores produtores de etanol do mundo sobre programas inovadores e políticas que possam incentivar o desenvolvimento e o uso de energias limpas alternativas em outros países. 
 
No âmbito dessa parceria, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou em 2008 um estudo de viabilidade para produção de biocombustíveis em terras dominicanas, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O governo dominicano aguarda mais um aporte financeiro do BID para a execução da segunda fase da pesquisa, que consiste na construção de uma distilaria de etanol com capacidade anual de 200 milhões de litros.
 
Seria a primeira unidade produtora de um conglomerado planejado para o país, para garantir o fornecimento para a já aprovada mistura mandatória na proporção de 5% a 10% de etanol na gasolina. Além de atender ao consumo interno, o desejo é que o país passe a ser exportador do combustível.
 
“A Republica Dominicana possui todas as qualidades necessárias, como clima e espaço geográfico para o desenvolvimento de todos os produtos da cana. Conta ainda a favor deles, o interesse político e o entusiasmo, elementos-chave para o sucesso,” disse Sousa. “Quanto mais países fabricarem etanol, mais rápido ele se tornará uma commodity global,” define o executivo da UNICA.