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Setor sucroenergético segue em destaque no 2º turno, avalia Farina

08/10/2014 Cana-de-Açúcar POR: Agência Estado
A presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina, avalia que o setor sucroenergético terá presença marcante nos debates entre os candidatos à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). "É um setor que ganhou certo destaque. A discussão sobre sustentabilidade, sobre meio ambiente, vai continuar", disse à reportagem, reafirmando que a entidade irá se manter neutra no segundo turno das eleições presidenciais.
 
Conforme a executiva, o atual governo já mostrou "conhecimento e convencimento" sobre a importância do etanol para atender a crescente demanda por combustíveis. Já Aécio manifestou-se "claramente" a respeito de uma política de formação de preços da gasolina, afirmou.
 
Os subsídios dados pelo governo ao combustível fóssil são uma das principais críticas feitas pelo setor sucroenergético, pois retira a competitividade do etanol.
 
Conforme cálculo da Archer Consulting, o preço da gasolina no Brasil tem defasagem de 11% em comparação com o valor no mercado internacional. Conforme a consultoria, o "preço justo" do combustível fóssil deveria ser de R$ 3,206 por litro, mas pelo mais recente levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), estava em R$ 2,957 por litro.
 
"Temos uma proposta para o setor, que foi entregue aos candidatos. Não vai ser fácil restaurar a previsibilidade. Há uma grande expectativa, mas ainda não estamos tranquilos", concluiu
Agência Estado
A presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina, avalia que o setor sucroenergético terá presença marcante nos debates entre os candidatos à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). "É um setor que ganhou certo destaque. A discussão sobre sustentabilidade, sobre meio ambiente, vai continuar", disse à reportagem, reafirmando que a entidade irá se manter neutra no segundo turno das eleições presidenciais.
Conforme a executiva, o atual governo já mostrou "conhecimento e convencimento" sobre a importância do etanol para atender a crescente demanda por combustíveis. Já Aécio manifestou-se "claramente" a respeito de uma política de formação de preços da gasolina, afirmou.
Os subsídios dados pelo governo ao combustível fóssil são uma das principais críticas feitas pelo setor sucroenergético, pois retira a competitividade do etanol.
Conforme cálculo da Archer Consulting, o preço da gasolina no Brasil tem defasagem de 11% em comparação com o valor no mercado internacional. Conforme a consultoria, o "preço justo" do combustível fóssil deveria ser de R$ 3,206 por litro, mas pelo mais recente levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), estava em R$ 2,957 por litro.
"Temos uma proposta para o setor, que foi entregue aos candidatos. Não vai ser fácil restaurar a previsibilidade. Há uma grande expectativa, mas ainda não estamos tranquilos", concluiu.