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Setor sucroenergético volta a ciclo positivo, diz diretor do Itaú BBA

19/10/2015 Cana-de-Açúcar POR: Agência Estado
O diretor Comercial de Agronegócios do Itaú BBA, Alexandre Figliolino, afirmou nesta sexta-feira (16/10), durante seminário da Canaplan, em Ribeirão Preto (SP), que o setor sucroenergético brasileiro "finalmente volta a entrar em um ciclo positivo".
O cenário ocorre, segundo ele, principalmente por conta da alta do dólar, que favorece a receita com a exportação do açúcar, bem como pelo reajuste da gasolina, com a alta no etanol atrelada a esse aumento. Com isso, segundo o executivo, companhias sucroenergéticas enfrentam situações divergentes do ponto de vista financeiro e operacional neste cenário, o que deve favorecer a consolidação do setor.
"Existem empresas com dívidas estruturadas, de longo prazo e não muito dolarizada que podem desalavancar de forma muito rápida e terem balanços positivos. Outras, no entanto, sofrem com a dívida dolarizada e dificuldade de crédito", disse.
Para Figliolino, o "claro cenário de concentração nos próximos anos" é um processo considerado "bastante saudável", já que empresas com boa saúde financeira assumirão ativos de outros grupos que não foram "tão felizes nos negócios", concluiu. 
 
O diretor Comercial de Agronegócios do Itaú BBA, Alexandre Figliolino, afirmou nesta sexta-feira (16/10), durante seminário da Canaplan, em Ribeirão Preto (SP), que o setor sucroenergético brasileiro "finalmente volta a entrar em um ciclo positivo".
O cenário ocorre, segundo ele, principalmente por conta da alta do dólar, que favorece a receita com a exportação do açúcar, bem como pelo reajuste da gasolina, com a alta no etanol atrelada a esse aumento. Com isso, segundo o executivo, companhias sucroenergéticas enfrentam situações divergentes do ponto de vista financeiro e operacional neste cenário, o que deve favorecer a consolidação do setor.
"Existem empresas com dívidas estruturadas, de longo prazo e não muito dolarizada que podem desalavancar de forma muito rápida e terem balanços positivos. Outras, no entanto, sofrem com a dívida dolarizada e dificuldade de crédito", disse.
Para Figliolino, o "claro cenário de concentração nos próximos anos" é um processo considerado "bastante saudável", já que empresas com boa saúde financeira assumirão ativos de outros grupos que não foram "tão felizes nos negócios", concluiu.