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Tonon tem prejuízo de R$ 101 milhões no 3º trimestre de 2014/15

19/02/2015 Cana-de-Açúcar POR: Valor Econômico
 A Tonon Bioenergia, empresa sucroalcooleira que tem como acionista o fundo de private equity FIP Terra Viva, da DGF Investimentos, informou que teve no trimestre encerrado em 31 de dezembro, equivalente ao terceiro trimestre da safra 2014/15, um prejuízo líquido de R$ 101,1 milhões, ante a perda líquida de R$ 52,5 milhões registrada em igual intervalo do ano passado.
No acumulado dos nove meses da temporada 2014/15, o resultado foi negativo em R$ 271,8 milhões, ante o prejuízo líquido de R$ 196,2 milhões registrado no mesmo período de 2013/14. 
O desempenho da companhia foi impactado por uma elevada despesa financeira que, no trimestre, resultou em um resultado financeiro líquido negativo em R$ 193 milhões, ante a perda financeira de R$ 107 milhões do mesmo trimestre de 2013/14. 
No trimestre, a companhia teve uma receita líquida de R$ 150,5 milhões, 28% abaixo da registrada no trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2013. No acumulado dos nove meses da safra 2014/15, a receita consolidada foi a R$ 690 milhões, 21% acima da observada em igual período de 2013/14, mas 5% menor se considerar a receita proforma com os números da usina Paraíso, incorporada no grupo a partir de maio de 2013.
A companhia informou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 155,3 milhões no terceiro trimestre da safra, e de R$ 427 milhões no acumulado dos nove meses da temporada, 9,9% e 11,9% acima dos respectivos períodos do ano passado.
Ao fim do trimestre, em 31 de dezembro, a companhia registrava uma dívida líquida 10% mais elevada do que no trimestre anterior, a R$ 1,550 bilhão, o equivalente a 3,5 vezes o Ebitda.
Em 31 de dezembro, a dívida total da empresa era de R$ 1,769 bilhão, sendo R$ 1,518 bilhão de vencimento no longo prazo — sendo R$ 1,342 milhões em bonds.
A Tonon Bioenergia controla três usinas de cana­de­açúcar no Centro­Sul do país, sendo duas em São Paulo e uma em Mato Grosso do Sul. Na safra 2014/15, que se encerra oficialmente em 30 de março, a companhia processou 7,6 milhões de toneladas de cana­de­ açúcar.
 A Tonon Bioenergia, empresa sucroalcooleira que tem como acionista o fundo de private equity FIP Terra Viva, da DGF Investimentos, informou que teve no trimestre encerrado em 31 de dezembro, equivalente ao terceiro trimestre da safra 2014/15, um prejuízo líquido de R$ 101,1 milhões, ante a perda líquida de R$ 52,5 milhões registrada em igual intervalo do ano passado.
No acumulado dos nove meses da temporada 2014/15, o resultado foi negativo em R$ 271,8 milhões, ante o prejuízo líquido de R$ 196,2 milhões registrado no mesmo período de 2013/14. 
O desempenho da companhia foi impactado por uma elevada despesa financeira que, no trimestre, resultou em um resultado financeiro líquido negativo em R$ 193 milhões, ante a perda financeira de R$ 107 milhões do mesmo trimestre de 2013/14. 
No trimestre, a companhia teve uma receita líquida de R$ 150,5 milhões, 28% abaixo da registrada no trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2013. No acumulado dos nove meses da safra 2014/15, a receita consolidada foi a R$ 690 milhões, 21% acima da observada em igual período de 2013/14, mas 5% menor se considerar a receita proforma com os números da usina Paraíso, incorporada no grupo a partir de maio de 2013.
A companhia informou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 155,3 milhões no terceiro trimestre da safra, e de R$ 427 milhões no acumulado dos nove meses da temporada, 9,9% e 11,9% acima dos respectivos períodos do ano passado.
Ao fim do trimestre, em 31 de dezembro, a companhia registrava uma dívida líquida 10% mais elevada do que no trimestre anterior, a R$ 1,550 bilhão, o equivalente a 3,5 vezes o Ebitda.
Em 31 de dezembro, a dívida total da empresa era de R$ 1,769 bilhão, sendo R$ 1,518 bilhão de vencimento no longo prazo — sendo R$ 1,342 milhões em bonds.
A Tonon Bioenergia controla três usinas de cana­de­açúcar no Centro­Sul do país, sendo duas em São Paulo e uma em Mato Grosso do Sul. Na safra 2014/15, que se encerra oficialmente em 30 de março, a companhia processou 7,6 milhões de toneladas de cana­de­ açúcar.