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Unida defenderá ações para equalizar custo de produção da cana na Plenária da Câmara dos Deputados nesta quarta

09/06/2015 Cana-de-Açúcar POR: Assessoria de Imprensa
Nesta quarta-feira (10), às 10h, a Câmara dos Deputados promove uma sessão da Comissão Geral no Plenário da Casa, para tratar da crise do setor sucroenergético brasileiro. A União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), entidade que engloba as associações da classe nos estados do NE, as quais reúnem 23 mil agricultores, será uma das entidades que fará pronunciamento no evento, proposto pelo deputado JHC (SD/AL). As diferenças regionais nas áreas dos canaviais pelo Brasil, a exemplo das condições climáticas e topografia mais adversas no NE em relação ao cultivo no Centro-Sul do País, condições que encarecem seus custos de produção, serão expostas pelo presidente da Unida, Alexandre Andrade Lima, como pressupostos para a adoção de políticas públicas de curto, médio e longo prazo na região, para favorecer a equalização dos custos de produção diferenciados, visando garantir a manutenção da produção do Nordeste.
 
"Já há medidas neste sentido, elaboradas por uma comissão específica da Sudene, criada pela presidente Dilma Rousseff em 2013", fala Lima. O dirigente conta que quando foi criada a comissão, que reúne membros de vários ministérios e do setor sucroenergético nordestino, a proposta final ficou de ser apreciada pelo governo para garantir tal equalização. Os principais direcionamentos estão voltados para amenizar os efeitos da seca na região, portanto, as medidas focam nas questões hídricas. Outra medida aprovada é a manutenção da subvenção econômica para os produtores, como forma de aliviar o prejuízo em função do alto custo de produção da cana nordestina.
 
O presidente da Unida, que aproveita para parabenizar o deputado JHC pela iniciativa histórica na Câmara, de realizar uma sessão na Plenária para discutir o tema da crise do setor sucroenergético, antecipa que vai aproveitar sua fala na sessão para cobrar da presidente Dilma Rousseff o pagamento da subvenção da cana nordestina referente à safra 2011-2012, que o governo deve desde julho do ano passado. Apesar de constar em lei (12.999), sancionada pela presidente, o recurso não foi liberado, pois falta a regulamentação da lei. "O governo precisa pagar essa dívida com os canavieiros do NE", diz Lima. Pela lei, serão destinados R$ 187 milhões para 23 mil agricultores. Cada produtor recebe R$ 12 por tonelada de cana fornecida na referida safra.  
 
O dirigente antecipa que, após o término do mês atual, período limite combinado com o Ministério da Fazenda para iniciar a autorização do pagamento da subvenção, a Unida e as associações filiadas na região iniciarão manifestações diante do descaso com os agricultores do NE, caso o benefício não saia do papel e das promessas sem fim.
 
O pronunciamento de Lima será acompanhado por 35 dirigentes do setor canavieiro nos estados nordestinos que estarão na Câmara dos Deputados. Eles são representantes das Associações de Plantadores de Cana do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Alagoas, de Sergipe e do Sul da Bahia, além de vários dirigentes do Sindicato dos Cultivadores de Cana de PE, e da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), entidade presidida por Lima. Os diretores executivos da AFCP também estarão presente: Paulo Giovanni (1º Vice-presidente), Frederico Pessoa de Queiroz (vice-presidente), Damião Pereira (tesoureiro) e Felipe Neri (1º secretário).
Nesta quarta-feira (10), às 10h, a Câmara dos Deputados promove uma sessão da Comissão Geral no Plenário da Casa, para tratar da crise do setor sucroenergético brasileiro. A União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), entidade que engloba as associações da classe nos estados do NE, as quais reúnem 23 mil agricultores, será uma das entidades que fará pronunciamento no evento, proposto pelo deputado JHC (SD/AL).


As diferenças regionais nas áreas dos canaviais pelo Brasil, a exemplo das condições climáticas e topografia mais adversas no NE em relação ao cultivo no Centro-Sul do País, condições que encarecem seus custos de produção, serão expostas pelo presidente da Unida, Alexandre Andrade Lima, como pressupostos para a adoção de políticas públicas de curto, médio e longo prazo na região, para favorecer a equalização dos custos de produção diferenciados, visando garantir a manutenção da produção do Nordeste.
 
"Já há medidas neste sentido, elaboradas por uma comissão específica da Sudene, criada pela presidente Dilma Rousseff em 2013", fala Lima. O dirigente conta que quando foi criada a comissão, que reúne membros de vários ministérios e do setor sucroenergético nordestino, a proposta final ficou de ser apreciada pelo governo para garantir tal equalização. Os principais direcionamentos estão voltados para amenizar os efeitos da seca na região, portanto, as medidas focam nas questões hídricas. Outra medida aprovada é a manutenção da subvenção econômica para os produtores, como forma de aliviar o prejuízo em função do alto custo de produção da cana nordestina.
 
O presidente da Unida, que aproveita para parabenizar o deputado JHC pela iniciativa histórica na Câmara, de realizar uma sessão na Plenária para discutir o tema da crise do setor sucroenergético, antecipa que vai aproveitar sua fala na sessão para cobrar da presidente Dilma Rousseff o pagamento da subvenção da cana nordestina referente à safra 2011-2012, que o governo deve desde julho do ano passado. Apesar de constar em lei (12.999), sancionada pela presidente, o recurso não foi liberado, pois falta a regulamentação da lei. "O governo precisa pagar essa dívida com os canavieiros do NE", diz Lima. Pela lei, serão destinados R$ 187 milhões para 23 mil agricultores. Cada produtor recebe R$ 12 por tonelada de cana fornecida na referida safra.  
 
O dirigente antecipa que, após o término do mês atual, período limite combinado com o Ministério da Fazenda para iniciar a autorização do pagamento da subvenção, a Unida e as associações filiadas na região iniciarão manifestações diante do descaso com os agricultores do NE, caso o benefício não saia do papel e das promessas sem fim.
 
O pronunciamento de Lima será acompanhado por 35 dirigentes do setor canavieiro nos estados nordestinos que estarão na Câmara dos Deputados. Eles são representantes das Associações de Plantadores de Cana do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Alagoas, de Sergipe e do Sul da Bahia, além de vários dirigentes do Sindicato dos Cultivadores de Cana de PE, e da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), entidade presidida por Lima. Os diretores executivos da AFCP também estarão presente: Paulo Giovanni (1º Vice-presidente), Frederico Pessoa de Queiroz (vice-presidente), Damião Pereira (tesoureiro) e Felipe Neri (1º secretário).