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Usina investe R$ 220 milhões para produzir energia com bagaço de cana

10/07/2014 Cana-de-Açúcar POR: Folha de S. Paulo
A Destilaria Nova União, usina produtora de álcool localizada em Goiás, planeja investir R$ 220 milhões para ampliar a sua capacidade de moagem de cana-de-açúcar e diversificar o negócio.
A expansão permitirá à empresa, cuja planta fica em Jandaia (a 120 km de Goiânia), gerar energia elétrica para comercialização, a partir da queima do bagaço de cana.
Hoje, além da fabricação de etanol, a usina já produz eletricidade, mas apenas para o consumo próprio.
"Projetamos uma unidade de cogeração de energia com potencial de 40 megawatts", afirma Marcelo de Freitas Barbosa, diretor do grupo.
O aporte também elevará em aproximadamente 55% o volume de cana processado pela usina, hoje em cerca de 1,3 milhão de toneladas.
Parte dos recursos necessários para o projeto sairá de empréstimo do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), de acordo com o executivo.
A previsão é que as obras durem 18 meses. Com isso, a venda de energia deverá começar na safra de 2016.
Por enquanto, a usina não planeja iniciar a fabricação de açúcar. "É possível que isso ocorra mais para frente, após essa etapa atual de investimentos", afirma.
Fundada em 1982, a empresa tem aproximadamente 1.200 funcionários. O plantio de cana ocorre em uma área de 30 mil hectares.
Maria Cristina Frias
A Destilaria Nova União, usina produtora de álcool localizada em Goiás, planeja investir R$ 220 milhões para ampliar a sua capacidade de moagem de cana-de-açúcar e diversificar o negócio.
A expansão permitirá à empresa, cuja planta fica em Jandaia (a 120 km de Goiânia), gerar energia elétrica para comercialização, a partir da queima do bagaço de cana.
Hoje, além da fabricação de etanol, a usina já produz eletricidade, mas apenas para o consumo próprio.
"Projetamos uma unidade de cogeração de energia com potencial de 40 megawatts", afirma Marcelo de Freitas Barbosa, diretor do grupo.
O aporte também elevará em aproximadamente 55% o volume de cana processado pela usina, hoje em cerca de 1,3 milhão de toneladas.
Parte dos recursos necessários para o projeto sairá de empréstimo do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), de acordo com o executivo.
A previsão é que as obras durem 18 meses. Com isso, a venda de energia deverá começar na safra de 2016.
Por enquanto, a usina não planeja iniciar a fabricação de açúcar. "É possível que isso ocorra mais para frente, após essa etapa atual de investimentos", afirma.
Fundada em 1982, a empresa tem aproximadamente 1.200 funcionários. O plantio de cana ocorre em uma área de 30 mil hectares.
Maria Cristina Frias